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Lago na Lua de Saturno

Em Titã, uma das Luas de Saturno, foi confirmado a existência de um lago, bem perto do pólo sul. A sonda Cassini, da Nasa e da Agência Espacial Européia (ESA), usando ondas infravermelhas comprovou a existência do lago.

Mas o lago não é de água, ,e, sim de um tipo de hidrocarboneto. Hidrocarbonetos são compostos de carbono, como o carvão e o petróleo. No caso de Titã é o etano – um hidrocarboneto, como o metano, nosso gás de cozinha. E um estudo publicado na Geophysical Research Letters por outra equipe de cientistas apresentou uma estimativa de que Titã contém mais hidrocarbonetos que todas as reservas de petróleo e carvão da Terra.

Titã possui uma atmosfera densa, repleta de hidrocarbonetos, e temperaturas da ordem de -180º C. Já se especulava a muito tempo que podia existir tais lagos.

O cientista Robert Brown, da Universidade do Arizona (EUA), diz que a “química que ocorre em Titã poderia ser vista como “precursora de vida”, mas lembra que a vida, como a conhecemos, requer água em estado líquido. Mas a água que existe em Titã está “congelada na crosta de Titã, e até a possibilidade de um oceano subterrâneo, ela não existe como líquido na superfície ” – explica o cientista.

Agora, nos resta esperar para ver o que mais nos aguarda no nosso Sistem Solar e fora dele. Vamos ter algumas outras supresas.

Leia também – Água em Marte ( “Nós temos água!”)

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Corais e o pH dos Oceanos

Enquanto a emissão de CO2 aumenta, os oceanos ficam mais ácidos.

Nós estamos gerando muito Gás Carbônico (CO2), através da queima de combustíveis fósseis – por exemplo- e este CO2 é lançado na atmosfera. Cerca de um terço deste Gás Carbônico é absorvido pelos oceanos, que são naturalmente básicos ( pH entre 7,5 e 8,5).

Organismos como os Corais ( do Filo Cnidária) se adaptaram a esse meio no decorrer de milhares de anos. Agora, a transformação está sendo muito rápida e os Oceanos, que absorvem esse CO2, estão se tornando rapidamente e perigosamente ácidos. Colocando em risco estes animais.

Os recifes de Corais possuem o esqueleto formado por íons de carbonato, presentes na água do mar. A concentração deste íon no mar, depende diretamente do pH básico da água. Quanto mais ácido o mar ficar, menos íons de carbonato os corais terão para formar seu esqueleto. E isso vai levar ao desaparecimento deste grupo de seres vivos.

Com o desaparecimento dos corais, a cadeia alimentar ficará comprometida, prejudicando assim os peixes, caranguejos, lulas, polvos,… Por isso é bom ficar atento a emissão de CO2, não só pelo aquecimento global, mas também por causa dos Corais e outros seres vivos.

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