Anúncios
Skip to content

Por que a escola precisou formar robôs?

Essa apresentação não é minha e sim do Professor Carlos Nepomuceno.

Acho que vale pensarmos em cima disso: no momento que tivemos um aumento expressivo na população, como a escola se adaptou a isso? Que escola precisamos? É essa que temos? Essa escola está cumprindo o papel que se destina? 

Como Professora vejo que nossa escola está formando alunos pouco críticos, repetindo um blá blá blá quase pré histórico e esses meninos estão pouco a vontade com a escola. Pasteurizamos tudo. Vamos pensar sem pré- conceitos?


 

educacao-escola-sala-de-aula-20140528-001-original

Anúncios

Enquete para o que é…

Uma nova enquete!

Qual é o próximo tema para o “O que é”…

Lembre-se que são post pequenos para tirar dúvidas rápidas. Então… qual é a sua?

6

Você, Professor de 4o e 5o anos…

Quer alguma ajuda em algum tema de Ciências?

Qual tema? Quais são as suas dúvidas?

Preencha o formulário abaixo e me envie. Quando puder, eu publico uma aula aqui:

Professores, Muita Atenção!

Acho que a gente dá um passo pra frente e um para trás em educação. Mas agora,… podemos dar dois passos para trás.

Um projeto de lei apresentado em novembro último à Câmara dos Deputados e no qual se propõe a inserção da “doutrina criacionista” na grade curricular das redes pública e privada de ensino do país, como alternativa ao ensino da “teoria do evolucionismo”.  O Criacionismo e o Evolucionismo seriam tratados como pares científicos, olha só que perigo. O projeto de lei 8099/2014 é de autoria do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), pastor do Ministério Catedral do Avivamento.

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) reagiu prontamente e de forma contrária à proposta apresentada por Marco Feliciano. Também o fez a Associação Brasileira de Ensino de Biologia (Sbenbio) e a Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (Abrapec).

O que temos que preservar é a crença do aluno por aquela ou outra religião ( o Criancionislmo é a crença, não há como ser comprovado pela Ciência). A teoria da Evolução é passível de comprovação, estudos, experimentos… são feitos para comprovar essa teoria. Colocar em pé de igualdade as duas é um mal feito enorme.

Segundo a SBPC:

a proposta contém equívocos graves e argumentos falsos, entre os quais a ideia de que, ao se tornar obrigatório o ensino do criacionismo nas escolas da rede pública e privada, “a liberdade de crença dos alunos” estará sendo preservada.

Ao contrário disso, a SBPC entende que, ao se introduzir a obrigatoriedade do ensino do criacionismo nas escolas, se estará violando a liberdade de crença daqueles alunos que não compartilham da crença criacionista, mas estarão obrigados a estudá-la.

Outro equívoco também apontado pela SBPC no projeto de lei apresentado por Feliciano é a tentativa de equiparar a teoria da evolução e o criacionismo, conferindo-lhes um mesmo status cognitivo e considerando-os visões de mundo opostas e excludentes, a ponto de serem apresentadas e discutidas conjuntamente, por exemplo, nas aulas de ciências.

“A teoria da evolução não é crença, é ciência” e “o criacionismo não é ciência, é crença”, esclarece a SBPC em sua carta aos congressistas.

Leia a carta da SBPC aqui: Carta SBPC

Método Científico, como é?

Aprendi sobre o tal Método  na Escola ainda. Depois, quando cursei Ciências Biológicas na Universidade, voltei a ver o que é de fato o Método Científico. Criei esse post não só para descrever tal Método, mas também para questionar. Vamos entender, primeiro, o que é e depois questionar: Metodo_Cientifico-2

Método Científico…

O primeiro passo é : Fazer a pergunta.

Pergunte: por que isso está acontecendo? O que faz isso acontecer? Será que acontece sempre? Qualquer pergunta vale. O importante é ser organizado. Levante e anote perguntas que se relacione, ou você vai se perder no assunto.

Pesquise…

Vá para os livros, entre na Internet ( cuidado com as fontes, qualquer um pode colocar qualquer coisa aqui!). Reuna as informações que você ou seu grupo conseguiu levantar. Mas não pare por ai…

Hipótese…

Diante de tanta informação, garimpe as respostas que você ( ou seu grupo) acha mais importante. E escreva as suas respostas para as perguntas que você fez. Ai que está o pulo do gato: mesmo que não estejam certas, essas respostas devem ser levantadas. Isso pouca gente tem coragem de fazer, porque aqui a sua resposta ( hipótese) pode não está certa e é errando que se faz Ciências. Uma hipótese é colocada de tal forma que os resultados possam ser medidos, referindo-se de volta à pergunta original.

Teste a sua Hipótese ( Experimento)…

Agora, meu amigo, mão na massa. É hora de bolar sua experiência para testar sua hipótese. Veja bem: tudo começou da pergunta, por essa razão, a pergunta deve ser bem feita. E a experiência? Tem que ser bem bolada. Você deve variar pouco a sua experiência e ter um controle. Por exemplo: se você perguntar: quanto de água é preciso para fazer o feijão brotar? A variação tem que ser a quantidade de água. E seu controle será o feijão sem água. Então, não vale variar a quantidade de feijão, de luz, de algodão,… Tudo isso tem que ser o mesmo. Anote o que fez com precisão, para poder explicar ou refazer depois.

Analise os dados e Conclua…

Analise os dados que obteve e veja se sua resposta se foi validada. Ou seja: veja se a hipótese é verdadeira ou não. Se for verdadeira, concluímos que é aquela resposta. Se for falsa, volte para outra hipótese e teste. Anote sempre o que concluiu.

Divida do que aprendeu…

É hora de dividir o que você fez. Mas atenção: mesmo os erros que apareceram devem ser contados. “A hipótese tal não era a certa.” “Eu pensei assim e o resultado não foi esse!” Isso é  Ciências!!! 385288a2a25bfbd14d631108acb2d9c9


Questionando…

Até aqui tentei descrever de forma suscita o Método Científico. É bonito ler isso! Mas…

  1. O medo de errar é humano. Nós, que trabalhamos com Ciências, temos esse medo, então, fazemos de tudo para não errar. Ou, o que é pior, se manipula o experimento para fazer com que a hipótese aconteça !
  2. No momento em que dividimos o resultado, nem tudo é contado. A importância dos erros é muita, mas as pessoas se envergonham. Por que é importante contar o erro? Para o próximo não errar e partir daquele ponto para adiante. O erro faz parte da Ciência.
  3. Ciência é um produto da Sociedade. Não é tão isenta ( pra mim, não é nada isenta) do que a Sociedade pensa, quer e financia. Por que acabar com a morte de Crianças por diarreia é tão difícil, por exemplo? É simples, não precisa de muito… mas … não interessa. Um Método pensado por Cientistas não deveria ser influenciado por isso, mas é! Se sua pesquisa não ganha fomentos ( não é financiada), não vai para frente. Então… vamos pesquisar o Ebola ( que é importante) e esquecer a diarreia infantil! ( estou caricaturando um pouco!).
  4.  Existem pensadores que não reconhecem o Método Científico, acham que, simplesmente não existe. Porque o cientista ao montar o seu método, já sabe onde vai dar. Então, pouco erra. Será?

Pense nisso e me conte!

Professores, de heróis a coitadinhos

Gostei deste artigo e repasso integralmente!

A educação só não é boa porque o governo não lhes paga mais, não dá recursos para a área. Pelo menos é o que dizem as pesquisas eleitorais

Pesquisas podem ser muito úteis para estimular essa esquecida arte do debate que, quando bem intencionado, leva a avanços na sociedade. Recente enquete elaborada para um dos candidatos à Presidência da República revela informações inestimáveis sobre a percepção dos brasileiros a respeito de questões que os preocupam.

O cidadão-eleitor tem muitas prioridades no seu cotidiano. Dentre as várias premências que o afligem, destacam-se preocupações com (in)segurança, (i)mobilidade urbana, acesso à saúde, medo de desemprego e inflação. Justiça nem entra na lista — é artigo de luxo. O interessante é que educação não está no topo dessas prioridades. Nem o fato de haver mais de um milhão de vagas disponíveis para empregos qualificados sugere que há algo profundamente errado com a educação brasileira. Será que a árvore está impedindo de se ver a floresta?

Há outras curiosidades, ao aprofundarmos a leitura da mencionada pesquisa. A percepção da população sobre os profissionais de diferentes áreas é uma delas. Vejamos o caso da saúde: a população consultada está revoltada com o mau atendimento dos médicos — e não apenas com a falta de atendimento ou a fila de espera para marcar consultas.

Talvez porque tenham salários acima da média, médicos são percebidos como pessoas rudes, pouco atenciosas e que atendem mal. No caso da segurança, os policiais encarnam o papel de violentos e são considerados pouco confiáveis.

E como ficam os professores? Que imagem se tem deles? Aqui afloram percepções curiosas. Os professores são considerados vítimas, uns coitadinhos. A educação só não é boa porque o governo não lhes paga mais, não dá recursos para a área. Pelo menos é o que dizem as pesquisas eleitorais. Engraçado o nosso povo. Seria natural esperar sentimento comum em relação a servidores públicos, que nunca foram reconhecidos por sua amabilidade e atenção com o público. Mas não é o que ocorre.

Antes, professores eram heróis, dedicados, magistério era vocação. Aos poucos, foram se tornando vítimas. Como? O primeiro passo foi dado pelos próprios sindicatos dos professores. Enquanto na área de saúde o termo “profissional da saúde” é sinônimo de valorização da profissão, na educação as corporações e sindicatos usam outra lógica e reconhecem seu pessoal como “trabalhadores”. De heróis passaram a vítimas, pois no discurso da sociedade de classes a palavra “trabalhador” no geral é usada no contexto de “explorado” pelo patrão. Daí foi um pulo para serem considerados os coitadinhos.

Professores não são coitadinhos nem vítimas. A esmagadora maioria é gente trabalhadora e dedicada. Os professores se orgulham da profissão que escolheram, embora nem sempre estejam preparados de forma adequada para um exercício profissional de alto nível. Reduzir professores à condição de coitadinhos não ajuda a promover a educação. O que temos de fazer é resgatar o debate educacional das garras do corporativismo. A campanha eleitoral é um bom momento para isso.

Qualquer reforma educacional profunda — e o Brasil ainda não começou a sua — só começa quando um país estabelece políticas capazes de atrair e manter pessoas altamente qualificadas no magistério. É preciso que o eleitor preste atenção nas propostas dos três candidatos mais bem posicionados, identificando quem promove o discurso do coitadinho e quem se mobiliza para oferecer uma nova carreira à nova geração de professores. Isso é o que garantirá o início de uma profunda reforma na educação brasileira.

João Batista Araujo e Oliveira é presidente do Instituto Alfa e Beto

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/professores-de-herois-coitadinhos-14060482#ixzz3EWh39rI7

Uma reação ( estranha) para uma foto!

Ontem, uma lagartixa apareceu no meu quarto. Embora não morra de amores por esse bicho, tirei a foto da visitante e postei em meu Intagram. A reação nas redes sociais foram incríveis.

10653502_865505246800850_1622827611774170184_n

” Tenho nojo!” “Eu mato com inseticida!”  ” Arght!” ” Bichinho horrível!”

” Tá” certo! Não sou muito amante deste réptil. Acordei já com uma em cima de mim, que tinha despencado do alto. Fui sorteada para estudar o bichinho na Universidade. Bom…

Mas ele tem uma enorme importância ecológica. A lagartixa Hemidactylus frenatus ) tem a função de controlar os insetos do ambiente. Ela se alimenta de pequenos insetos: baratas, besouros, mosquitos ( inclusive o que transmite a Dengue).

O que permite a lagartixa colar no teto são as patas.

Para desafiar a lei da gravidade e correr no teto da casa são as mesmas forças que atuam em ligações químicas. Chamadas forças de Van der Waals, elas são responsáveis pela atração entre certas moléculas, como as do carbono, no grafite, e as dos gases em geral. Sob certas condições essas moléculas trocam elétrons e se atraem. Por isso ela gruda nas paredes. Por vezes, ela se atrapalha e cai. Mas é raro.

354098_69312

Por fim, com a palavra: um especialista!

” As lagartixas não oferecem risco à saúde do homem”, esclarece o pesquisador João Justi Júnior, do Instituto Biológico. “Pelo contrário, as lagartixas são animais que trazem benefícios, pois se alimentam de insetos como moscas, pequenas mariposas, traças e mosquitos – inclusive o mosquito transmissor da dengue”, afirma. Como os insetos são atraídos pelas luzes das residências, consequentemente as lagartixas que se alimentam desses insetos também aparecem. “Se não tiver inseto não tem lagartixa. Como não podemos nos livrar dos insetos e não podemos ficar no escuro, não há como se livrar das lagartixas. Se retirarmos uma, outras virão”, diz o pesquisador. “Se encararmos o lado bom do animal, talvez fique mais fácil aceitá-lo. Mesmo assim, algumas pessoas instalam lâmpadas de cor amarela, que não atraem insetos nas áreas externas da casa de campo. Mas nas residências nem sempre é possível a colocação de lâmpadas dessa cor.”

Especialista do  Instituto Biológico

 

Então, pense: por que o nojo? Não mate, não impeça a sua entrada… Elas irão trabalhar para você.

Dica para professora iniciante

Uma leitora minha, a Barbara Fernandes, me mandou pelo email esse pedido de ajuda:

Olá!! Tudo bem? Comecei a dar aulas de Ciências no início desse ano e gostaria de uma ajudinha, se possível. Tenho uma turma de 8° ano bem difícil. Desinteressados, só querem saber de usar o celular e aula que é bom nada. Exercícios? Só se valer ponto, raros são os que fazem por conta própria (dou um jeito de premiá-los). Tem sido um desafio fazer com que eles me escutem. Pode me ajudar? (…) Um abraço e sucesso!

Achei que poderia compartilhar o pedido com todos porque já fui uma Professora iniciante e lembro-me com muita clareza dessa angustia.


Cara Barbara, não se angustie. E se isso lhe deixa mais calma: tenho esses questões até hoje ( 21 anos depois!)!

Vamos por partes:

Nossos alunos são difíceis mesmo. Temos que trabalhar em um terreno hostil, por um lado sabemos o quão importante é para esse menino a formação acadêmica e por um outro tudo conspira contra a atenção deste publico. A sala de aula é um terreno chato, uma pessoa fala ( infelizmente é você ou eu!) esperando que um monte de meninos escutem calma e placidamente. Começa ai o nosso “malhar em ferro frio!” Não dá mais para ser só isso! O aluno tem que ser fiscado pelo nosso fazer. O problema é que temos um público que paga pelo produto e não quer esse produto. Talvez, e é talvez mesmo porque não sei se é bem isso, o produto esteja fora da validade. O que sinto é que a lógica da sala de aula tem que ser virada de cabeça para baixo. Esse aluno já tem um saber não formatado. Ele busca o que é de interesse dele na internet. Acontece que nem sempre aquilo que interessa o aluno é aquilo que temos para oferecer. Rompa com isso.

Coloque o aluno como protagonista. “Perca”um tempo vendo o que lhe interessa. Eles se interessam por exemplo em debates, polêmicas, .. No começo é difícil, uma zona em sala, mas vai entrando em acordos. Coloque para eles que determinadas coisas, não há jeito,  eles têm que aprender. E outras eles podem trazer para a sala de aula. Coloque-os para lerem coisas na Internet ou mesmo nas Redes Sociais que eles gostem. Tem piadas e sensos comuns no Facebook que são maravilhosas para dar aulas. Coloque esse doce para que eles se encantem.

Encantar… como é difícil!

Ai vem a história dos pontos. E ai vem também o que ensinamos implicitamente ou descaradamente para esses meninos: tudo que eles fazem, serão premiados! A escola ( como instituição) faz isso bem! Quebre isso com papos. Nem sempre vai dar para premiar. Mas se os alunos estiverem emocionalmente envolvidos, não haverá a necessidade do prêmio. E esse envolvimento pode ser com essas práticas acima.

Meu problema é que não tenho receita de bolo. Mas não dá mais para lutar contra essas tecnologias. O celular é quase uma continuidade do corpo deles. No entanto, entre em um acordo mútuo. É essencial que você seja o exemplo, basta o Professor usar o celular uma vez em sala de aula para atender uma ligação para que qualquer acordo se quebre. Eu nem levo o aparelho para a sala e falo para eles: “Quando eu atendi o celular em sala?” A resposta é nunca… dai….

Por outro lado, promova o uso dos smarts em determinada aula. Vou lhe contar um caso: estava explicando sobre Classificação de Seres Vivos no 7o ano e usei meu exemplo do Kakapo. Se eu falo que vi um documentário sobre o Kakapo, o que vocês me diriam?- falava pros meninos. Eles fizeram aquela cara de que diabos ela está falando. Expliquei que o Kakapo era uma ave e que por essa classificação dava pra tirar algumas características do bicho. Mas os alunos continuavam a querer mais características da ave e por mais que eu descrevesse não dava conta. Até que um menino me falou: posso usar o Celular para ver o bicho. Combinei com eles que por um tempo deixaria eles buscarem imagens do Kakapo. Foi uma animação só.

O problema é que não temos formação para fazer isso. É um momento de inspiração que temos ali e aqui, quase por intuição, testamos. Algumas coisas darão errado e outras super certo. Coragem, Professora! Só pelo fato de você externar as dúvidas, vejo que já é uma super mega Professora! Triste daquele que só tem certezas!

Beijos!

10603569_861627267188565_1866526911618207405_n Para outras dúvidas me mande um email pelo meu Portifólio. 

Para falar sobre Internet na Escola

A maior preocupação para quem lida com crianças e adolescentes com a Internet é falar da segurança com eles. Não adianta proibir ou achar que você ficará o tempo todo administrando a entrada dos meninos. Acho também que não há idade certa. Mas temos, devemos, somos obrigados a conversar com eles sobre isso.

O Site PORVIR separou 7 dicas sobre o assunto:


 

 Para a psicóloga Juliana Cunha, da SaferNet Brasil – associação sem fins lucrativos que promove a prevenção, educação, denúncia e orientação para o uso seguro da internet –, o debate sobre o Marco Civil é interessante para mostrar que é possível desenvolver direitos e deveres no ambiente on-line. Além disso, a discussão serve de gancho para incentivar o uso seguro da rede. “Conforme as crianças e os adolescentes começam a utilizar a internet de forma orientada, eles passam a responder melhor aos perigos e danos que estão expostos”, afirmou.

Com base no material de apoio para educadores, disponibilizado pela SaferNet Brasil, o Porvir separou 7 dicas para discutir o tema. Confira a lista:

1- Uso responsável da internet em HQs 

Com linguagem simples e descontraída, os quadrinhos apresentam uma série de histórias com temas cotidianos do universo on-line, como bate-papo, jogos, superexposição nas redes, golpes na internet e o vazamento de informações. A cartilha também traz desenhos com os dez princípios da governança e o uso da internet no Brasil que podem ser trabalhados em sala de aula.

2- Animação sobre crimes na internet, canais de denúncias e conteúdos impróprios

Nem tudo é legal na internet. Ela pode ser útil para estudar, jogar e se informar, mas também pode ser usada para fins criminosos. Com o apoio de algumas animações, o professor pode discutir temas como os crimes de internet, informações falsas, privacidade e o risco de postar fotos íntimas.

3- Debate sobre o impacto da internet na sociedade

Como a internet está mudando a sociedade? Essa pode ser uma questão interessante para o professor debater com os alunos em sala de aula. Para auxiliar na discussão, a ficha ‘A Internet, eu e a sociedade: o que está mudando?’ reúne quatro reportagens sobre o avanço da internet em diferentes épocas, que variam de 1981 até 2009. A partir da leitura dos textos é possível organizar um debate sobre os benefícios e perigos da rede.

4- Quiz sobre uso excessivo da internet

Em um quiz animado, os alunos respondem perguntas sobre a frequência que navegam na internet. No final, eles recebem uma mensagem sobre como estão se comportando nas redes e se isso tem prejudicado a sua interação com as atividades offline. Esses resultados podem ser um gancho para o educador discutir o uso excessivo da internet com os estudantes.

5- Infográfico com o perfil do jovem conectado 

Quem é o jovem que está ligado na rede? O infográfico mostra dados estatísticos sobre o perfil dos jovens que estão conectados. Entre as informações coletadas, ele apresenta o número de horas que eles passam na internet, a faixa etária, local de onde acessam e outros dados.

6- Videoaulas sobre uso ético da internet

As videoaulas discutem o uso responsável da internet. Divididas em três módulos, elas abordam (1) as transformações tecnológicas e novas formas de se relacionar, (2) as oportunidades e perigos do ciberespaço e (3) as questões relacionadas à sexualidade, como exposição íntima e o aliciamento de crianças e adolescentes.

7- Cartilha sobre bullying na rede

No ambiente on-line, as chamadas brincadeiras de mau gosto podem ganhar espaço e se propagar com velocidade. Para trabalhar essa questão, a cartilha ‘Bullying não é brincadeira’ traz exemplos, dicas e formas de prevenir essas situações, ajudando estabelecer princípios de uma cultura de paz na internet.

Segurança-Internet-Dicas-601x275

Ampliando a discussão

Como forma de apoio, a SaferNet Brasil disponibiliza um canal on-line que, das 13h às 19h, promove orientações em tempo real para professores que desejam compartilhar informações, ouvir dicas sobre como trabalhar os conteúdos em sala de aula e tirar dúvidas com psicólogos sobre formas de lidar com casos de cyberbullying, exposição dos alunos na internet, entre outros.

Os professores e as escolas que se interessarem mais pelo assunto também podem solicitar cursos, palestras e oficinas com temáticas envolvendo prevenção a violações contra direitos humanos na internet.

Veja no SITE PORVIR: http://porvir.org/porfazer/7-dicas-para-falar-de-internet-segura-na-escola/20140411 

 

Isso não é engraçado!

Alerta muito importante publicado no Blog da Bióloga Karlla. Leiam e alertem seus amigos, vizinhos, filhos…

Isso não é engraçado!

Jogo do desmaio: a brincadeira entre os adolescentes que pode levar a morte

%d blogueiros gostam disto: