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Convite Curso On-line

Para Professores:

Estou fazendo um primeiro levantamento de interesse em um curso que estou querendo montar. Todo on-line e sem prazo para acabar. Claro, de início “0800”!

Este curso será sobre novas tecnologias e inovação em educação.  Pensando nos seguintes temas:

  • Como é o aluno do século XXI?
  • Quais metodologias inovadoras posso usar e adaptar para eles?
  • Como pensar em um design de conteúdos?
  • Como usar as novas tecnologias em meu fazer pedagógico?

Para qualquer Professor de ensino Fundamental e Médio, convido a preencher o formulário abaixo de pré-inscrição. Lembre-se de ter um e-mail @gmail ativo para esse fim.

Clique na imagem abaixo para ter acesso ao formulário.

Para Professores_

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Formação de Professores

Ando me arriscando nesse campo e gostando. Trocar ideias com meus pares e ter outro olhar… é muito legal.

Minha experiência como Professora de sala de aula e como Coordenadora de Ciências Naturais, me dá uma certa autoridade. No entanto, não é só isso que me chama atenção. Ser parte de um processo, de procurar diferentes caminhos, me dá um novo gás.

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Professor é uma profissão atropelada. Temos que nos atualizar constantemente, estamos vivendo no olho do furacão das mudanças, mas, por outro lado, temos que trabalhar em 2 ou 3 escolas diferentes para sobreviver. O tempo é curto. O que não podemos nunca fazer é fossilizar. E aí que está meu ponto polêmico.

Claro que não estou generalizando, mas alguns Professores ( novos, por vezes!) estão quadradinhos. “Sempre fiz assim! Sempre se aprendeu assim! Eu aprendi assim e não morri!” E assim, ficamos na mesma. Esperamos por resultados diferentes, fazendo o mesmo.

As salas lotadas, os alunos pouco interessados, as condições ruins… São o cenário. É o que temos. Não estou dizendo que temos que engolir esse sapo. Mas o que fazer enquanto o melhor dos mundos não acontece? Parar? Esperar que o Governo mude? Ou criar demandas? Fazer pequenas revoluções em sala de aula?

Sou Professora da Rede Municipal Carioca desde 1994. O cenário não é o ideal. Mas sempre procurei fazer o melhor! Se precisasse dar aulas no pátio, para ter mais espaço, ia para o pátio. Se a escola não tinha laboratório, levava a experiência para dentro de sala. Se não tinha internet, montava a aula em casa e dava aula o mais interativa possível. Para quê? Para ensinar! Simples assim.

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Depois, meu trabalho ia aparecendo e a direção da escola ( ou instâncias maiores) percebia as necessidades. Demanda criada e eu ia colocando as pessoas na área de desconforto. Veja bem, não fazia para isso, fazia para ensinar. Meu objetivo sempre é atingir o aluno. Se para isso tenho que encher a paciência dos outros… Vamos lá!

Não pense também que a Rede Particular lhe dá tudo. A maioria das escolas particulares é extremamente tradicional. Inovar é um jogo de paciência. Já fui demitida com essa justificativa: “Você inova demais. Talvez daqui a 10 anos, vamos te querer como Profissional!”

Bom… O que tenho visto nas formações e o que me incomoda muito é a sensação de falar para um grupo ( não quero generalizar) que me vê como a direção dessa escola: “Isso só poderá ser feito daqui a 10 anos!” Se esperarmos as condições ideais de pressão e temperatura, vamos combinar outra atividade? Vamos tomar um Chopp?

Se para ser um Professor que faça a diferença em sala de aula, temos que montar aulas em casa ou levar um material diferente para a sala; faremos. Não sei se você concorda, mas amo quando percebo que consegui chegar lá com os alunos. Ser Professor é uma escolha. E você, o que escolhe?

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Pesquisa de Projeto de Vida

Será que o que ensinamos em sala de aula realmente prepara o aluno para o que vem depois?

Pesquisa feita com jovens que terminaram o ensino médio mostra que há uma desconexão entre o que é ensinado nas escolas e os conhecimentos e habilidades exigidos na vida adulta. A pesquisa Projeto de Vida – O papel da Escola na Vida dos Jovens, da Fundação Lemann.

Se quiser saber mais, clique na imagem abaixo:

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Para mim, não foi muito surpreendente mas corrobora tudo que imaginava.

Uma Palestra para Pensar, Professor!

Esse é um vídeo que mexe com muitas ideias que temos.

Veja a comparação que o palestrante Mario Sérgio Cortella faz: educação e cozinhar. Não importa o tipo de fogão que a pessoa usa para fazer a comida, o que importa é que ela saiba fazer a comida. E é claro que a tecnologia muda o jeito que a gente monta a aula: uma aula expositiva é diferente de uma aula com várias tarefas em grupos diferentes.

E a pergunta que não quer calar: o que se quer com o cozido? Quais são seus objetivos com aquela aula?

Cortei a palestra, pois ela é longa. Vale a pena assisti-la por inteiro, mas vamos começar por essa parte?

Para ver a versão completa, clique aqui: Palestra do Professor Mario Cortella

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Como montar um Terrário?

O terrário é um modelo de um ambiente fechado. Podemos trabalhar com os alunos conceitos como ecossistemas, parte biónica e abiótico. Além de trabalharmos observação, registro e conclusão.

Acho que em cada sala de aula poderia ter um terrário desde o 1o ano de ensino fundamental. Veja algumas sugestões:

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A mudança é iminente!

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Sou formada pela escola antiga, uma escola que era basicamente assim: o Professor fala, o aluno ouve, toma nota e faz prova. Uma escola baseada na memória, não tínhamos acesso à quantidade de informações que hoje temos e nem com tanta facilidade. A solução dada: memorizar.

Não estou aqui desqualificando a escola antiga, afinal ela nos formou e nos colocou onde estamos. Para ser inteiramente sincera, sou fruto de uma escola muito tradicional que me deu certas habilidades e de uma escola ultra vanguardista ( até para os moldes hoje), que me deu outras habilidades. 

Mas a verdade é que estamos, nestes dias, vivendo um processo forte de ruptura de velhos processos. Estamos no olho do furacão, o que torna difícil um olhar mais claro de tudo. O que vou contar aqui são as minhas percepções e o tanto que venho ouvindo sobre o assunto.

Todos afirmam que a escola vai ter que mudar, mas não é mudar pouco, é mudar de verdade. Temos que, serei aqui radical, refazer essa escola. 

Vamos analisar, a sala de aula do século XIX e a de agora. A própria organização dos alunos não mudou e pior a organização da aula também não. Já vi turmas organizadas com um aluno atrás do outro e super cooperativa. O aluno falava, o outro retrucava e o Professor estava ali para organizar aquilo tudo. E já vi turmas organizadas em semi círculo, ouvindo o Professor e copiando do quadro.

A organização espacial da sala de aula não nos garante inovação.

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Inovação não requer somente computadores ou outra tecnologia de ponta na sala de aula. Talvez, tenhamos que pensar diferente para alcançar outros resultados. Que tal apresentar um problema no qual a turma tenha que dar a solução? Um problema próximo da turma, da comunidade, sem respostas prontas.

Ou que tal dar uma mostra de onde você quer chegar para depois debater com a turma aquele tema?O aluno não precisa receber tudo embrulhado e acabado. Que tal a turma construir junto com você, Professor, os conceitos necessários?

Dá mais trabalho? Fica menos organizado? Mais descentralizado? Sim. Mas será que não queremos fazer igual para obter resultados diferentes?

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Celular em Sala de Aula: pode ou não pode?

“Não usem o celular na minha aula! Eu não usarei e vocês também não!”- essa era a minha ordem no primeiro dia de aula. Sem tempo para discussões, era uma das minhas regras que eu não abria mão. 

Detestava e ainda detesto quando estava explicando e um celular tocava para… sei lá! Por vezes, era o próprio responsável do aluno para falar com ele. O mais incrível era que os responsáveis achavam que aquilo era um ato natural. 

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Mas um dia, estava eu lá tentando descrever um animal. Todos que me conhecem sabem que sou terrível em desenho e quanto mais eu explicava, mais os alunos ficavam curiosos. Até que um deles levantou o dedo e me sugeriu… “e se eu fizesse uma busca no meu celular pela imagem do Kakapo? Posso, Professora?” 

Respondi que podia e quem quisesse poderia fazer. Foi um reboliço, todos procuraram e quem não tinha, olhava no celular do outro. Mais um paradigma quebrado: Por que não usar o celular em sala?

Claro! Tive que amadurecer, ler, negociar com a Direção da Escola e com os alunos. O uso do celular em sala deve ser visto para fins pedagógicos. Ainda acho o fim, aluno receber ligações de qualquer outra pessoa!  Se os pais ou responsáveis querem falar ( precisam desesperadamente falar), que liguem para a secretaria da escola. Vamos combinar que em algum tempo passado, não havia celular e os nossos pais conseguiam falar com a gente. 

Porém, se usarmos com cuidado, dá samba. Expliquei para as minhas turmas como usaria o celular, que o momento de usar o celular era aquele momento e não era para buscar outras coisas. Quem não podia usar o celular, sentaria junto a um colega para não perder a aula. Expliquei aos pais, avisava à Direção… Tudo bem planejado. Neste momento, não improvise.

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Vamos pensar nos motivos que nos levam a usar o celular em sala? Claro que os motivos que nos fazem proibir são vários, mas pense nisso:

O celular é o prolongamento do braço

O aluno leva toda a informação consigo, a movimenta, intercambia, compartilha em rede, fora e dentro da classe. Desta forma, aprende de maneira intuitiva, mesmo sem estar consciente disso. O celular é a chave para os estudantes. “Chegará um dia em que o professor dirá aos alunos no início da aula: ‘Liguem os celulares’, em vez de mandar desligá-los”, explica o diretor de educação da Fundação Santillana, Mariano Jabonero. Há tempo já se dizia que o mouse do computador tinha se transformado no prolongamento do braço das novas gerações de crianças e jovens. Mas hoje seu celular o é ainda mais.

Aplicativos contribuem na educação

A classe não é mais o único lugar onde se aprende. O uso de aplicativos educacionais como complemento das disciplinas começa a ser uma realidade. E as iniciativas de empreendedores para criá-los são cada vez mais numerosas. O setor calcula que atualmente existam mais de 80 mil apps educativos. São gratuitos e ajudam a aumentar a motivação do aluno. Muitos professores e especialistas insistem em sua utilidade durante a aula. Os conteúdos vêm de fora da classe, na qual entram pela tecnologia através dos celulares e outros suportes.

Professores também estão familiarizados

O professor sabe usar a tecnologia como o aluno. “O tópico de que os alunos usam mais a tecnologia e estão mais familiarizados com ela do que os professores se rompeu”, lembra Jabonero. Essa premissa, que era repetida incansavelmente há anos, não é mais verdadeira. Todo mundo usa a tecnologia em sua vida cotidiana e profissional, seja para enviar mensagens, navegar, jogar, ouvir música ou alguns, inclusive, para ensinar. Sem mencionar que muitos professores que hoje atuam na educação não universitária já pertencem a gerações que nasceram na era tecnológica.

Recursos digitais já estão disponíveis

A transformação da educação pela tecnologia tem três pés: os recursos digitais com os quais se dotam a classe e os alunos (desde as lousas digitais aos computadores), o acompanhamento do professorado e um currículo digitalizado. E os recursos já não são a matéria pendente, ressaltam os especialistas. De fato, 85% dos centros secundários nos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômicos) já em 2012 estavam dotados de computadores de mesa; 41% de portáteis e 11% de tablets, segundo dados da organização. Os passos seguintes são ampliar o currículo digital, assim como o acompanhamento e o apoio do professorado no ensino com esses materiais.

Investimento geral em tecnologia é cada vez maior

O gasto público em tecnologia cresce nos países mais avançados, apesar de diminuir o gasto em educação. Países como EUA ou Inglaterra seguiram essa linha em plena crise. Mas nem sempre o investimento em tecnologia para a educação se traduziu em uma melhora dos resultados dos alunos. De fato, alguns países que menos investem nela (como Finlândia, Japão ou Coreia do Sul) saem nos primeiros lugares das provas Pisa, assim como outros que, pelo contrário, investem muito nela (como Cingapura, Países Baixos ou Estônia).

Pensemos juntos… E agora, como você, Professor, vê o uso de celulares em sala?

Por que a escola precisou formar robôs?

Essa apresentação não é minha e sim do Professor Carlos Nepomuceno.

Acho que vale pensarmos em cima disso: no momento que tivemos um aumento expressivo na população, como a escola se adaptou a isso? Que escola precisamos? É essa que temos? Essa escola está cumprindo o papel que se destina? 

Como Professora vejo que nossa escola está formando alunos pouco críticos, repetindo um blá blá blá quase pré histórico e esses meninos estão pouco a vontade com a escola. Pasteurizamos tudo. Vamos pensar sem pré- conceitos?


 

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A geração que está ai…

Por acaso ou não, essa propaganda apareceu para mim e vem corroborar a nossa noção desta geração nativa digital. Quase intuitiva, percebe como se usa esses gadgets. Estamos com ela, estamos educando essa geração para um mundo que não sabemos como será e esses meninos pedem nossa intermediação.

Veja até o fim e observe a carinha do menino. Essa é a mesma cara que nossos alunos fazem ao lidar com essa tecnologia, do tipo: não é óbvio?

Em busca de mais Interação

Percebo que não dá mais para ser uma ilha. Estamos em uma época de interação e cooperação, quem quiser se esconder em uma ilha, ensimesmado, poderá correr dois riscos: ou morrer de sede e fome ou ser dragado por uma onda.

Percebo, também, que o Dicas está sendo usado por Professores. Isso pra mim é um desafio. E lá vão as minhas dúvidas: o que esses Profissionais buscam? O que querem? Como querem?

Na busca dessas respostas, fico a imaginar: os professores querem novas formas de dar aulas, ideias, inovações e muitos buscam interação. Ufa! Temos em mãos Profissionais do século  XXI. Como ajudá-los então?

Descobri um aplicativo, totalmente ao acaso, que permite aos Professores trocarem mensagens seguras entre Professores / Responsáveis/ Alunos: o Remind

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Confesso que ainda estou aprendendo a usar o recurso, mas tive uma ideia. Em busca de mais Interação criei uma Turma ( é assim que o aplicativo chama ) para Professores do Dicas e estou convidando os Professores que estão interessados, usarem esse recurso. Vamos aprender juntos? Trocar ideias, cooperar, reinventar…

Para isso, você tem que baixar para o seu celular o aplicativo e mandar via e-mail uma mensagem para se inscrever.  Anote, o endereço da turma Professores Dicas: 3588a@mail.remind.com.

Coloque no e-mail o seu nome, o seu Município/ Estado e que matéria você leciona.  Note que essa turma é só para Professores, se você é aluno… é outro papo. Agora, se você é aluno de Universidade de Licenciatura ou de Pedagogia, vale!

Aberto o convite, estou lhe esperando!

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