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Perigo de Não se Vacinar

Em 1998, o  médico britânico Andrew Wakefield publicou na conceituada revista científica The Lancet, que a vacina Tríplice causaria o autismo. Bastou isso para as pessoas pararem de vacinar seus filhos contra doenças que matam:  caxumba, sarampo e rubéola.

Em 2015, uma pesquisa feita durante dez anos com mais de 95 mil crianças, comprovou que a vacina não tem qualquer ligação com o autismo. O estudo foi publicado no Jama, importante publicação médica norte-americana. Na verdade o médico estava envolvido com um escritório de advocacia que planejava ações contra a indústria farmacêutica. O médico teve a licença cassada pela Conselho Britânico de Medicina.

Mas o estrago já estava feito… e por incrível que pareça aqui no Brasil também. Vejo campanhas ainda sendo feitas nos Facebooks da vida. Essas doenças são perigosas e estão voltando com toda virulência em alguns lugares. Por seleção natural, os que não se vacinam estão criando condições ideais para criar uma cepa ( um grupo de vírus, neste caso) muito resistentes.

A decisão de não vacinar apresenta riscos para todo o grupo de convívio e aumenta as chances de surto de doenças. “A criança entra na creche e o corpo dela tem contato com um ambiente hostil. A vacina é o que nos salva”, explica Damaris Gomes Maranhão, consultora em Saúde e Bem-Estar em creches e pré-escolas e professora de Gestão e Formação em Educação Infantil do Instituto Superior de Educação Vera Cruz. “O risco não é só para os filhos cujos pais se negam a vacinar, mas também para a criança que não é vacinada porque tem uma enfermidade que impede o uso de determinadas substâncias medicamentosas. Ela precisa ficar protegida pelo o que chamamos de imunidade de rebanho”, completa.

Imunidade de rebanho

Vale notar que a cadeia do processo infeccioso pode ser interrompida quando um agente não encontra um hospedeiro suscetível. Isso pode ocorrer quando existir na população uma elevada proporção de imunes ao agente.
Imunidade de rebanho ou imunidade coletiva é a resistência de um grupo ou população à introdução e disseminação de um agente infeccioso.

Imunidade+de+Rebanho+ou+coletiva+ou+de+grupo-

 

Então, pais e responsáveis: vacinem seus filhos. Pelo bem deles, dos amigos e da população.

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Sempre leio o que me escrevem no Blog. Para mim, este retorno é essencial e norteia o que faço aqui no Dicas.

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Obrigada.

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Qual será o Uber da Educação?

Vejo o Uber como uma alternativa para o transporte. E como toda novidade, tem seus seguidores e admiradores,e, do outro lado os opositores. Mas o que quero me ater é a razão do Uber aparecer e estar crescendo. Minha percepção é que apareceu uma lacuna no serviço autorizado ( táxi) e o Uber entrou nesta oportunidade. Serviço melhor, motoristas atenciosos, pontuais e, por vezes, mais baratos.

File illustration picture showing the logo of car-sharing service app Uber on a smartphone next to the picture of an official German taxi sign in Frankfurt, September 15, 2014. A Frankfurt court earlier this month instituted a temporary injunction against Uber from offering car-sharing services across Germany. San Francisco-based Uber, which allows users to summon taxi-like services on their smartphones, offers two main services, Uber, its classic low-cost, limousine pick-up service, and Uberpop, a newer ride-sharing service, which connects private drivers to passengers - an established practice in Germany that nonetheless operates in a legal grey area of rules governing commercial transportation. REUTERS/Kai Pfaffenbach/Files (GERMANY - Tags: BUSINESS EMPLOYMENT CRIME LAW TRANSPORT)

O Uber chegou para preencher um vazio do péssimo serviço dos táxis que, ao menos aqui no Rio de Janeiro, somos submetidos. Não quero entrar no debate de que é ou não legal, no entanto, vejo o Uber como um serviço disruptivo, que se auto regula.  Avaliamos o serviço e nesse  momento, estamos criando uma trilha que outros poderão seguir. O serviço funciona porque tem o olho do cliente e ele prima (ao menos na teoria) por manter a qualidade, ou, vai desaparecer.

Vamos para a Educação, então. Acompanho as escolas particulares e públicas aqui na minha cidade maravilhosa. Converso com os alunos e pais. O que tenho visto é que a escola atual deixa enormes lacunas. Ou não forma e não prepara para nada ou delega aos pais uma boa parte da formação do aluno.

Observo escolas onde o aluno comparece as aulas para saber o que vai cair na prova e vai para casa estudar. Leia estudar como: os pais contratam uma outra escola na forma de professores particulares para ensinar o que a escola não ensinou.

Do outro lado observo escolas que são depósitos de crianças, o aluno está lá mas nada acontece para a sua formação. Não vejo diferenças entre as duas escolas, a única diferença está na família das crianças: em uma escola a família, de alguma maneira supre o que a escola não dá e na outra escola, a família não pode ou não faz isso. Aqui temos uma lacuna, a escola não faz aquilo que deveria está fazendo. Por vezes, a escola cobra caro para formar o aluno e não faz o seu papel.

prosconsHomeSchooling

As razões são muitas e daria outro post aqui. Mas, percebo que o pior é sentir que os alunos estão na escola porque é uma fase para passar. O que fazer? Estão ali entediados, tristes, sofrendo bullying,… Claro que há exceções, mas no todo vejo isso. A escola não está servindo nem para a família e nem para o aluno. Qual seria a alternativa?

Um movimento bem intenso está aparecendo aqui no Brasil e no mundo. A educação em casa, talvez, seja um dos Ubers da educação. Mais barato, melhor qualidade e o olho do cliente/ responsável regula a sua qualidade. O lado ruim desta maneira de educar é que aqui no Brasil, para obter certificado, tem que se matricular em uma escola. E o papel conta aqui neste pais. Outro lado ruim é que as famílias mais bem instruídas terão possibilidade de instruir melhor, aumentando o abismo entre as classes sociais.

Mas o lado bom é que, pelo testemunho dos próprios pais e crianças, essa forma de educar está cumprindo o seu papel. Os meninos aprendem, ficam mais confiantes e se envolvem mais na sua formação. Trocando em miúdos: os alunos aprendem e gostam de aprender.

O que quero é mexer em um monstrinho: a escola como instituição de formação está falida. Temos que repensar na escola, nessa nova geração, neste currículo, neste fazer cotidiano que estamos lidando nas escolas. Não defendo o homeschooling mas vejo nesse movimento um pedido de socorro da sociedade por uma educação de qualidade.

Pais, entendam o cérebro de seu adolescente!

Sou mãe também e meu filho está saindo da adolescência. Eita, tempo complicado, não é?

Um filho não vem com manual e nosso adolescente de plantão fica diferente a cada dia. Parece que acorda diferente do que dormiu e ai a gente tem vontade de perguntar: ” O que aconteceu com o(a) meu ( minha) menino(a)?”

Bom… já ouvi de um educador que a criança vem sim com um manual de instruções, eles pedem limites, clamam por liberdades, por responsabilidades… o complicado é saber ” ler” esses sinais.

Talvez, a neurociência nos ajude. Cada vez mais, temos mais informações sobre o funcionamento deste é órgão maravilhoso e que pouco conhecemos.

Veja aqui alguns fatos que foram descobertos sobre o cérebro do adolescente:


 

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  1. Período crítico de desenvolvimento: 

    Vagamente definida como o período entre 11 a 19 anos, a adolescência é considerada um período crítico de desenvolvimento – e não apenas na aparência.

    “O cérebro continua a mudar ao longo da vida, mas há grandes saltos no desenvolvimento durante a adolescência”, explica Sara Johnson.

    E assim como um adolescente pode passar por um processo de crescimento desajeitado, ele pode também adquirir novas habilidades cognitivas e competências durante essa fase da vida, conta Sheryl Feinstein, autora da obra “Dentro do Cérebro Adolescente: Ser Pai é um Trabalho em Progresso”

  2.  Cérebro ainda florescendo:  

    Os cientistas costumavam pensar que apenas bebês possuíam uma superabundância de conexões neuronais, que são “podadas” em um arranjo mais eficiente ao longo dos três primeiros anos de vida.

    No entanto, estudos de imagens cerebrais feitos nos últimos anos descobriram que uma segunda explosão de brotamento neuronal acontece logo antes da puberdade. O pico ocorre aos 11 anos para as meninas e aos 12 nos meninos.

    As experiências de adolescentes – desde ler romances de vampiros até aprender a dirigir – moldam esta nova massa cinzenta, seguindo principalmente a estratégia de “use ou esqueça”, diz Johnson. A reorganização estrutural continua até os 25 anos de idade, apesar de pequenas mudanças permanecerem por toda a vida.

  3. Novas competências mentais:  

    Devido ao aumento da massa cerebral, o cérebro adolescente se torna mais interligado e ganha poder de processamento, explica Johnson.

    “Adolescentes começam a ter as habilidades computacionais e de tomada de decisão de um adulto, caso tenham determinado tempo e acesso à informação”, diz.

    Porém, no calor do momento, suas decisões podem ser excessivamente influenciadas pela emoção, tendo em vista que seus cérebros confiam mais no sistema límbico (o banco emocional do cérebro) do que o córtex pré-frontal, mais racional, conta Feinstein.

    “Esta dualidade de competência do adolescente pode ser muito confuso para os pais”, comenta Johnson. Isso significa que, por vezes, os adolescentes fazem coisas estranhas como socar a parede ou dirigir rápido demais, mas quando perguntados da razão, eles não conseguem achar motivos racionais para seus atos.

  4. Birras adolescentes:  

    Adolescentes estão no meio da aquisição de novos conjuntos de habilidades incríveis, especialmente quando se trata de comportamento social e pensamento abstrato.

    Entretanto, eles ainda não são bons em usar essas novas capacidades mentais. E quem acaba sendo os cobaias? Principalmente, os pais. Muitos adolescentes veem o conflito como um tipo de autoexpressão e podem ter dificuldade para se concentrar em uma ideia abstrata ou para compreender o ponto de vista dos outros.

    Assim como quando se lida com as birras de primeira infância, os pais precisam se lembrar de que o comportamento teen “não é uma afronta pessoal”, aconselha Johnson.

    “Eles estão lidando com uma enorme quantidade de informações sociais, emocionais e cognitivas, e têm habilidades subdesenvolvidas para lidar com isso. Eles precisam de seus pais – as pessoas com o cérebro adulto mais estável – para ajudá-los, mantendo a calma, ouvindo-os e sendo bons modelos”, acrescenta Feinstein.

     

  5.  Emoções intensas:  

    “A puberdade é o início de mudanças importantes no sistema límbico”, diz Johnson, referindo-se à parte do cérebro que não só ajuda a regular o ritmo cardíaco e os níveis de açúcar no sangue, mas também é fundamental para a formação de memórias e emoções.

    Parte do sistema límbico, a amídala liga as informações sensoriais às respostas emocionais. O seu desenvolvimento, juntamente com as alterações hormonais, pode dar origem a novas experiências intensas de raiva, medo, agressividade (inclusive para si mesmo), excitação e atração sexual.

    Ao longo da adolescência, o sistema límbico está sob maior controle do córtex pré-frontal, a área logo atrás da testa, associada com o planejamento, o controle de impulsos e o pensamento de ordem superior.

    Enquanto outras áreas do cérebro começam a ajudar a processar a emoção, os adolescentes mais velhos ganham mais equilíbrio nesta área. Até lá, porém, muitas vezes eles são mal-interpretados por professores e pais, diz Feinstein.

    “Você pode ter todo o cuidado possível e ainda assim causar choro ou raiva porque eles simplesmente interpretam mal o que você diz”, completa

  6.  O prazer de ter amigos:  

    À medida que os adolescentes se tornam melhores no pensamento abstrato, sua ansiedade social aumenta, de acordo com pesquisas.

    O raciocínio abstrato torna possível considerar as perspectivas a partir dos olhos do outro. Os adolescentes podem usar esta nova habilidade para especular sobre o que os outros estão pensando deles. Em particular, a aprovação dos amigos tem se mostrado altamente gratificante para o cérebro adolescente, conta Johnson, e pode ser a razão pela qual adolescentes são mais propensos a correr riscos quando outros adolescentes estão ao redor.

    Amigos também fornecem aos adolescentes uma oportunidade para aprender habilidades como negociação de compromisso e planejamento em grupo. “Eles estão praticando habilidades sociais de adultos em um ambiente seguro, e realmente não são bons nisso no começo”, conta Feinstein. Assim, mesmo que tudo que eles façam seja conversar com seus amigos, os adolescentes estão trabalhando duro para adquirir habilidades importantes para a vida.

  7.   A percepção de riscos:

    “Os freios são acionados um pouco mais tarde do que o acelerador do cérebro”, compara Johnson, referindo-se ao desenvolvimento do córtex pré-frontal e o sistema límbico, respectivamente.

    Ou seja, “os adolescentes precisam de doses mais elevadas de risco para sentir a mesma quantidade de emoção dos adultos”, explica.

    Juntas, essas alterações podem tornar os adolescentes vulneráveis ​​ao envolvimento em comportamentos de risco, tais como uso de drogas, envolvimento em brigas, etc. Ao final da adolescência, aproximadamente dos 17 anos em diante, a parte do cérebro responsável pelo controle dos impulsos e pela perspectiva de longo prazo ajuda os adolescentes a refletir melhor sobre alguns dos comportamentos que eles tiveram no meio da adolescência.

  8.   A importância (ainda) grande dos pais: 

    Segundo Feinstein, um levantamento com adolescentes revelou que 84% pensa muito em sua mãe e 89% em seu pai. E mais de três quartos das adolescentes gostam de passar tempo com seus pais: 79% curtem a presença da mãe e 76% gosta de se divertir com o pai.

    Uma das tarefas da adolescência é a separação da família, o que cria uma certa autonomia, observa Feinstein, mas isso não significa que os adolescentes não precisam mais dos pais – mesmo que digam o contrário.

    “Eles ainda necessitam de algum apoio e procuram seus pais para fornecer esse apoio”, explica. “Um pai que decide tratar o filho de 16 ou 17 anos como um adulto está se comportando de forma injusta e condenando-o ao fracasso na vida adulta”.

    Uma das melhores maneiras de ser um bom pai para um adolescente, além de ser um bom ouvinte, é ser um bom modelo, especialmente ao lidar com o estresse e outras dificuldades da vida. Os adolescentes estão constantemente tentando descobrir como superar esses novos desafios, e observar os pais nessas situações é natural.

  9. A necessidade (ainda) grande de sono:  

    É um mito que os adolescentes precisam de menos sono que as crianças. Ambos necessitam de 9 a 10 horas por noite, embora a maioria não atinja a marca desejada. Parte do problema é uma mudança no ritmo circadiano durante a adolescência. “Faz sentido para o corpo do adolescente levantar mais tarde e ficar acordado até mais tarde”, diz Johnson.

    Porém, devido aos horários das aulas, muitos adolescentes acumulam o débito de sono e “tornam-se cada vez mais prejudicados cognitivamente”, comenta Johnson. A privação de sono só agrava o mau humor e atrapalha a tomada de decisão. Além disso, o sono auxilia na reorganização crítica do cérebro adolescente

  10. “Eu sou o centro do universo – e este universo não é bom o suficiente!”:   

    As alterações hormonais na puberdade têm enormes efeitos no cérebro, uma das quais é o estímulo à produção de mais receptores de ocitocina.

    Enquanto a ocitocina é frequentemente descrita como o “hormônio do vínculo afetivo”, a maior sensibilidade aos seus efeitos no sistema límbico também tem sido associada à sensação de autoconsciência, fazendo com que um adolescente realmente pense que todos estão olhando para ele. Segundo pesquisadores, esses sentimentos atingem o pico em torno dos 15 anos de idade.

    Embora isso possa fazer com que um adolescente pareça egocêntrico (e em sua defesa, eles têm que enfrentar muita coisa acontecendo ao mesmo tempo), as mudanças no cérebro adolescente podem igualmente impulsionar alguns dos esforços mais idealistas enfrentados pelos jovens ao longo da história.

    “É a primeira vez que eles estão vendo a si mesmos no mundo”, diz Johnson. Seu sentido de maior autonomia abre os olhos para o que está além de suas famílias e da escola. “Eles estão se perguntando talvez pela primeira vez que tipo de pessoa querem ser e que tipo de lugar querem que o mundo seja”, acrescenta.

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Alguns alunos estão neste caminho!

Como criar um deliquente ?

É duro, mas muitos pais estão fazendo exatamente isso: criando pessoas que estão a margem da sociedade ( marginais). Sei que isso não é fácil de escrever, de falar , de ler ou ouvir! Mas estamos criando uma sociedade muito perigosa: desonesta, egoísta, sem o mínimo de generosidade…

Claro, tem solução! Toda criança e adolescente quer limites, gosta de entender as regras para cumprir! Não sejam amiguinhos dos seus filhos, Pais. Sejam Pais! Claro que na medida do possível, amigos. Porém tem uma hora que temos que negar, chamar atenção, dizer que está errado… nada de cumplicidade! É fácil? Claro que não! Mas se amamos nossos filhos, temos que dar limites. Ninguém nasce sabendo, são os Pais que têm que ensinar!

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