Anúncios
Skip to content

As Redes Sociais e a Educação.

Em um mundo complexo, com 7 bilhões de habitantes e com ( quase todos) acesso as redes sociais…

O que fazemos nas escolas?

Desconectamos os alunos do mundo. É um dos poucos momentos do dia, que nosso aluno está desconectado. Mas você pode estar pensando: mais uma ideia de maluco.

Vamos pensar juntos?

Não precisamos ser disruptivos, mas podemos ser incrementais.

As redes sociais estão no dia-a-dia de nossos alunos. Devagar, podemos pensar em usar isso ao nosso favor e fazer com que eles aprendam e interajam via os Faces da vida. Mais que isso: podemos trabalhar com o nosso aluno o jeito de lidar com essas mídias.

Quantos de nós não repassam notícias sem saber a veracidade dos fatos? Ou leem o cabeçalho de um post e já entram em uma do “não concordo’? Ou colocam coisas em sua timeline que podem depor contra o seu perfil profissional? Por que não trabalhar isso em sala?

Foco na solução e no interesse dos alunos.

E se houvesse uma maneira de integrar o uso das redes sociais ao sistema de ensino das escolas, de forma segura e funcional?

Esta proposta surge pelo fato de que as redes sociais modificaram a maneira como nos comunicamos e nos relacionamos. Aliadas aos smartphones, elas passaram a fazer parte do nosso dia a dia, podendo ser acessadas em qualquer lugar, a qualquer hora. Também por isso, podem ser uma importante ferramenta de comunicação, principalmente para instituições de ensino. A questão é que, se utilizadas de forma errada, as redes sociais podem criar grandes problemas para a Escola.

Segue a proposta com algumas Dicas:

Clique na imagem:


socialmedia_tree

 

Para baixar o PDF, Clique aqui: Redes Sociais e Educação

Anúncios

Recursos e Metodologias Inovadoras em Educação

Curso para Professores

Steps to Succulent Succulents

Ofereci esse curso para Professores e fiz uma pré-inscrição. Recebi alguns interessados e resolvi começar logo. Vamos lá ?

Para aqueles que preencheram o formulário com e-mail @gmail, já mandei o convite.

Mas para aqueles que não estão convidados:

  • dê uma busca no classroom da google.
  • entre com seu e-mail @gmail.
  • e no alto da tela na sua direita procure o símbolo +.
  • escolha participar da turma.
  • e coloque o código: 14f51

Seja bem-vindo.

Quase em um filme de fixação…

Um implante cerebral permite movimentos de um tetraplégico

Essa semana, passei o olho por essa notícia. Quando falo passei o olho, não é força de expressão, quando vi a notícia pensei: qual é a novidade? 

Bom, olhando mais atentamente, há uma novidade ! E que novidade! 

20150522131229_660_420

Pacientes tetraplégicos são aquelas pessoas que sofreram alguma lesão na coluna, perdendo os movimentos das pernas e braços. 

Erik Sorto,californiano, foi atingido por uma bala aos 21 anos na medula espinal e perdeu os movimentos dos braços e pernas. E agora, com 34 anos, uma prótese colocada no seu cérebro lhe permitiu que ele pegasse um copo e tomasse um gole de cerveja. Fantástico! Mas como isso foi feito.

Alguns experimentos semelhantes já foram feitos. O paciente ganhava um capacete ou um exoesqueleto que permitiam um movimento artificial. Desta maneira a pessoa tinha que pensar o passo a passo do movimento: tenho que levantar o braço, esticar, abaixar, abrir os dedos… Porém, agora a novidade está em onde essa prótese foi implantada.

Os pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (CalTech) desenvolveram esse sistema de implante cerebral. A tecnologia funciona do seguinte modo: os chips neurais são implantados no córtex parietal frontal — uma região do cérebro que pode ser estimulada para fazer com que os membros se movimentem. É importante dizer que essa região não é responsável pelo movimento em si, mas pela “intenção do movimento”, podendo enviar impulsos para outros setores cerebrais com a função.

22112159598324

Assim, o chip não foi colocado na área que controla o movimento e sim na área da intenção. O paciente precisa só pensar em executar o movimento e esse é feito de maneira mais natural. É claro que as pesquisas não acabam aqui, mas é um avanço substancial.

Como os próprios pesquisadores afirmam, isso ainda está um pouco longe de ser totalmente natural — pois exige uma repetição bem grande em testes até que a atividade se torne fácil de ser executada —, mas já é um avanço muito interessante. Para poder jogar “pedra, papel ou tesoura”, por exemplo, o paciente teve que praticar mais de 6 mil vezes até a tarefa ficar simples.

Para entender melhor, veja o vídeo ( em inglês):

%d blogueiros gostam disto: