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Energéticos: o que fazem?

Essas bebidas que prometem energia, estímulo, força… Na verdade, como agem essas bebidas?

A base, que realmente dá um estímulo a mais, dos energéticos é a cafeína. Essa substância também é encontrada no café, chá e refrigerantes. A cafeína age no Sistema Central e ativa o estado de alerta, pois bloqueia a recepção da adenosina. É  considerada uma droga e também causar dependência química.

Fora a cafeína, as outras substâncias encontradas nestas bebidas não fazem nada ( pelo menos é o que dizem as pesquisas até agora). Nada está comprovado. O que estamos ingerido nos energéticos da vida podia ser encontrado em um bom e nutritivo copo de café com leite.

Os estudos novos dizem que estes energéticos têm ” a quantidade de cafeína encontrada em bebidas energéticas, segundo o estudo, pode ser até 14 vezes maior do que em relação a outros produtos. O estimulante costuma ser associado a convulsões, diabetes, problemas cardíacos e desordens comportamentais.” Ou seja: um perigo mesmo.

Talvez esse seja mais um caso onde a propaganda é mais forte que os fatos científicos.

Outro grande perigo é a mistura destes enérgicos e bebidas alcóolicas. Essas “misturebas” causam em algumas pessoas taquicardia e isso é extremamente perigoso. Há relatos de adolescentes indo parar no hospital por causa destes ” coquetéis” !

Pesquisas vêm comprovando que o consumo de álcool com energéticos pode estimular o alcoolismo, dar mais disposição para beber (a pessoa fica mais tempo em uma balada ou bar bebendo, por exemplo) e tornar o indivíduo mais suscetível aos problemas relativos ao consumo de álcool (machucam-se mais ou sofrem mais acidentes, necessitam de ajuda médica ou enfrentam problemas sexuais).

Alexandre Clemente Chame, de 36 anos, percebeu alguns desses sintomas após abusar na dose de energéticos em uma casa noturna. “Não costumo beber destilado, mas como meus amigos tinham comprado uma garrafa, resolvi tomar a bebida com energético para acompanhar. Percebi principalmente que fiquei até mais tarde na balada, costumo ir embora mais cedo, e acabei esticando até umas cinco da manhã. Daí bebi bem mais que de costume. No dia seguinte, a ressaca foi pior. Na hora até pensei: ‘esse negócio’ ajuda a não bater o carro na volta porque eu parecia estar mais desperto, mas depois percebi que poderia ter sido até pior, pois eu achava que estava normal para dirigir”. ( Leia em Misturar álcool com energético é um perigo para o coração)

Então: Cuide-se !

Estudo Dirigido para o Ensino Médio

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Panetone de Caneca

Qualquer um pode fazer!

 

Fotossíntese é Animal

Quando a gente estuda na escola a diferença entre animais e vegetais, os Professores falam: Animais não fazem a Fotossíntese. Será?

Elysia timida, o nome científico desta espécie de lesma-do-mar, foi descrita pela primeira vez no início do século XIX.Ela é uma lesma que se alimenta de algas ( até aqui nada de novo…). Mas elas são movidas a “energia solar”. 

 Bruno Jesus ( um pesquisador Português) achou estranho elas serem verdes. E com o tempo, se descobriu que essa Lesma do mar “rouba”os cloroplastos ( organelas da célula das plantas) para usarem a clorofila, fazendo a fotossíntese. Em um momento de “fome  extrema”, a Elysia faz a fotossíntese como uma planta faria.

Elysia timida faz parte de um grupo designado por lesmas-do-mar movidas a energia solar, que é conhecido há bastante tempo.Ela se alimenta de uma alga (Acetabularia acetabulum), vive em profundidades baixinhas e em zonas onde há muita luz. Porém, agora está se descobrindo que ela está fabricando esse cloroplasto ( que no animal recebeu o nome de Cleptoplasto).

Barreiras quebradas

Até há pouco tempo, não se sabia como as fábricas de energia das plantas se mantinham em funcionamento dentro das lesmas. “Estes animais conseguem não só pôr os cloroplastos dentro das suas células – o que já é impressionante -, como pô-los a funcionar”, sublinha Bruno Jesus. Como é isto possível?

Nas plantas, os cloroplastos estão sob o comando de genes que se encontram no núcleo das células vegetais. Mas, uma vez ingeridos pelas lesmas, como é que são postos a trabalhar?

O mistério foi esclarecido de vez em 2008, por uma equipe norte-americana, que encontrou genes do núcleo celular de uma alga  dentro do núcleo das células de uma lesma-do-mar. Afinal, ao longo da evolução, alguns genes do núcleo celular das algas tinham sido transferidos para o das lesmas. Este tipo de transferência de genes já era conhecido entre bactérias – “mas não entre um animal e uma planta”, sublinha Gonçalo Calado. “Isto foi uma grande inovação.”

Veja o vídeo da Lesma do mar movida a luz do Sol:

Projeto Genoma !

Uma introdução!

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easel.ly

Vídeo super legal sobre Microrganismos

Para rir um Pouco!

Achei um site super legal. Tem um nome lindinho, mas tem um humor super inteligente. Acesse  e vamos rir um pouco neste final de 2011 : Bichinhos de Jardim!

Só para você ter uma amostra do Site, escolhi três tirinhas para dar água na boca:

 

 

Noite de Eclipse Lunar

Os povos antigos diriam que um monstro estava engolindo a Lua. Por essa razão, faziam barulho para espantar o monstro.

Nesta noite, tivemos uma eclipse lunar. E eu sempre me encanto ao ver uma. A palavra eclipse vem de grego e quer dizer desmaio / abandono. É como se a luz tivesse abandonado a Lua.

Mas o que é uma eclipse lunar ?

É quando a Terra entra no meio da Lua e do Sol. A sombra da Terra é projetada sobre a Lua. Como nosso satélite reflete a luz do Sol, o que a gente vê no eclipse é a sombra da nossa Terra.

O movimento que a Lua realiza em torno da Terra e o movimento que a Terra realiza em torno do Sol, não se dão no mesmo plano. O plano de órbita lunar tem uma inclinação de 5 graus em relação ao plano de órbita da terrestre.
Estas órbitas têm dois pontos de contato: os nodos lunares. Quando a Lua, em seu movimento, alinha-se com a Terra e o Sol e está próxima aos nodos ocorrem os eclipses, pois, nestas ocasiões, os astros estão praticamente num mesmo plano e as sombras que projetam no espaço podem atingir o outro astro. Dependendo da fase lunar, veremos então ou o Sol ou a Lua eclipsados. Os eclipses solares ocorrem durante a fase Nova, e os lunares, durante a Lua Cheia.


E os povos antigos estavam errados?

A impressão é de que a Lua está sendo devorada mesmo. Os Chineses falavam de um dragão. Os escandinavos de SkollHati, dois lobos. Na mitologia Hindu era  o demônio Rahu que perseguia o Sol e a Lua.

Mas se você parar para pensar, eles não estavam errados. Era o que dava para saber com o conhecimento da época. Hoje em dia, sabemos bem mais. E no futuro saberemos mais ainda.

Acabo com um trecho da música de Chico Buarque e Tom Jobim:

Imagina
Hoje à noite
A lua se apagar
Quem já viu a lua Cris?
Quando a lua começa a murchar

Lua cris
É preciso gritar e correr

(Imagina – Chico Buarque / Tom Jobim)

Em tempo: Lua Cris é a Lua em Eclipse!

Olha que lindinho!!!

Um dos menores sapo do mundo:


Descoberto nas florestas da Ilha de Bornéu, no sudeste asiático, em meio as plantas carnívoras o menor anfíbio do mundo. Esse é um adulto, do tamanho de uma ervilha, e tem entre 10,6 mm e 12,8 mm.

Os cientistas chamaram de Microhyla nepenthicola, o sapinho e descobriram que ele deposita seus ovos nas laterais da planta carnívora e os girinos crescem no líquido acumulado no interior da planta.

Por serem tão pequeninos foi difícil de descobri-lo. O sapinho foi monitorado pelo coaxar ( que é o “canto ” característico do macho dos sapos chamando as fêmeas) que começa ao entardecer próximo das plantas carnívoras.

Tem ainda muito o que se estudar sobre essa espécie. E imagina a quantidade de espécies que não conhecemos e que irão se extinguir antes que tenhamos tempo de conhecer.

Lembre-se que os sapos estão entrado em extinção talvez pelo aquecimento global. Então, viva a descoberta.

Genoma Artificial – O que é isso ?

No dia 20 de maio de 2010 li uma notícia que ao mesmo tempo me espantou, me animou e me causou certo medo: ” Cientistas criaram a Primeira Célula Artificial!”

Isso ocorreu no laboratório do cientista J. Craig Vente e a ideia é bem revolucionária, apesar de não ser nova, para a área. Por que revolucionária ? O próprio Craig Vente explica:

É uma ferramenta muito poderosa para tentar projetar o que desejamos que a biologia faça. Temos uma ampla gama de aplicações em mente

E o que é isso ? Quais são as aplicações para essa técnica ? Vamos lá?

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Lineu – Taxonomia

Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti.

Você é capaz de reconhecer esses nomes ? Se é, você deve conhecer uma pessoa que viveu entre os anos de 1707-1778. O seu nome é Carolus Linnaeus ( ou Carlos Lineu). Lineu foi um botânico, zoólogo e médico sueco. E criou uma nomenclatura para os seres vivos, quer dizer : ele bolou um jeito de se escrever os nomes dos seres vivos de maneira que todos as pessoas ( que conhecem os nomes científicos) pudessem reconhecer que ser vivo está se referindo.


Por essa razão quando falamos de Aedes aegypti, sabemos que é o mosquito que transmite a dengue.

A nomenclatura proposta por Lineu atribui a cada espécie viva um nome duplo – ou binomial – de origem latina, no qual a primeira parte representa o gênero e os dois nomes representam a espécie. A espécie do homem é Homo sapiens, por exemplo.

Mas não foi só isso que Lineu fez! Ele é considerado ‘pai da taxonomia moderna’. Mas o que é taxonomia?

Taxonomia (do Grego verbo τασσεῖν ou tassein = “para classificar” e νόμος ou nomos = lei, ciência, administrar) é a ciência que agrupa os seres vivos por suas semelhanças e diferenças. É ela que nos diz que um cão é mais próximo de um lobo, do que de uma ameba.

A taxonomia lineana começou a ser desenvolvida em 1735, quando foi lançado pela primeira vez seu livro Systema Naturae (“Sistema da natureza”), que teve outras doze edições. Nessa obra, Lineu estabeleceu sua organização dos seres nos reinos animal, vegetal e mineral.  Hoje em dia usamos a classificação em 5 reinos: animal, vegetal, dos fungos ( ou fungi) , protista e monera.

Mas sem a metodologia e o pensamento de Lineu , nunca chegaríamos a essa classificação.

Para saber mais leia:

Qual é a importância de se usar nome científico ?

Os Cinco Reinos

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