Anúncios
Skip to content

Dieta Low Carb

Tenho visto nas redes sociais essas “dietas da moda”! E fico realmente preocupada com a maneira com que são postos esses milagres nutricionais. Palavras de ordem são colocadas sem a mínima preocupação com o que vai acontecer com o corpo da pessoa.

Secar, redefinir, alterar o metabolismo… mas o que realmente está acontecendo com o seu corpo? Você já se perguntou?

Esse artigo vai mostrar o contraponto. Sempre acho que tudo tem que ter um equilíbrio. Nada pode ser extremado. Mas agora, nestes dias estranhos, vivemos no tudo ou nada.

Dietas como dieta paleo, dieta cetogênica, dieta lchf, dieta atkins, whole 30 etc… têm o mesmo princípio: menos carboidratos na alimentação com a finalidade de perda mais rápida e acentuada de peso e medidas.  Os carboidratos são os combustíveis rápidos do nosso organismo. Para todas as atividades do nosso corpo, mesmo dormir, temos que ter energia. E uma maneira rápida de obtenção de energia é pelos carboidratos: massas, açúcar, álcool, … são esses que darão energia rápida e fácil para o nosso corpo.

Quando restringimos nosso corpo dos carboidratos, ele vai usar a gordura acumulada. Pronto: fácil e simples. Secamos ! Mas…

Como tudo requer equilíbrio, se a pessoa não for bem orientada ( ou mesmo bem orientada), pode ter alguns problemas neste tipo de dieta.

dietas-da-moda1

Segundo nutricionistas:

Ao evitar o carboidrato, a gente entra em um estado chamado cetose: quando acaba a gordura consumida, o organismo passa a usar a gordura corporal como combustível. Esse estado leva a alterações neurológicas, causando irritação, ansiedade, alterações intestinais e mal estar. Na falta de carboidrato, o corpo acumula muitas substâncias tóxicas e altera o intestino

Nosso corpo pode dar alguns sinais como:

  1. O carboidrato é a principal fonte de energia para o cérebro
    Mal-estar, dor de cabeça e dificuldade de concentração são os principais sintomas das dietas restritivas. Tudo porque o cérebro utiliza a glicose vinda dos carboidratos para ter mais energia. A pessoa que adere a esse cardápio também pode ficar mal-humorada, uma vez que o nutriente participa da produção de serotonina, o neurotransmissor que estimula o bom humor.2. O carboidrato fornece energia para a prática de atividades físicas
    Muito importante para a prática de exercícios físicos, a falta de carboidrato pode refletir em fadiga, mal-estar e tontura, o que pode prejudicar o desempenho, principalmente de atividades aeróbicas como corrida, caminhada e natação, que demandam uma grande quantidade de energia.

    3. Dietas restritivas não funcionam a longo prazo
    Quem já fez algum tipo de dieta para emagrecer nota a dificuldade de manter o peso. Entre 3 e 6 meses, muitos cardápios oferecem grandes resultados, mas depois desse período a perda de peso pode ficar estagnada, e até ocasionar no ganho do peso perdido. Manter o peso na balança está alinhado com hábitos saudáveis e com a mudança no estilo de vida.

    4. Dificuldade de adaptação
    Dietas muito restritivas demandam a retirada de alimentos tradicionais da cultura brasileira, como pães, massas, cereais e leguminosas. Alimentação que não respeita a cultura alimentar certamente pode gerar frustração.

    5. Mau funcionamento do intestino
    As fibras, essenciais ao bom funcionamento do intestino, estão presentes em diversos alimentos fontes de carboidratos, como pães integrais, macarrão integral, tubérculos (como a batata-doce, mandioca) e frutas. Na dieta low carb, o consumo desses alimentos fica muito restrito e pode comprometer a quantidade de fibras ingeridas diariamente. Se o intestino não funciona bem, você terá maior a retenção de líquidos, inchaço, mau humor e dificuldade de perder peso.

 

Procure um especialista.

perigo-das-dietas-restritivas-4

Não caia no conto de fadas que pode fazer milagres.

Esse tipo de dieta funciona a curto prazo, mas terá um momento em que você vai ter que ingerir carboidrato e o efeito sanfona vai acontecer.

Muitos especialistas dizem que o ideal é fazer essa dieta por 15 dias e fazer uma reeducação alimentar. Além de tudo, vamos ser sensatos… ninguém vai ficar indo para o resto da vida em festas com um pote de plástico debaixo do braço com opções low carb.

 

Anúncios

Meninas fazendo Ciências

Há algum tempo tenho perguntado: Por que as meninas não fazem Ciências?

E também criei um espaço para debates no artigo “Escreva a sua Opinião”. 

Algumas respostas me chamaram atenção e queria compartilhar com você.

Sinceramente não sei. Meus melhores alunos em ciência e biologia são as meninas, são dedicadas, estudam bem mais que os meninos. Sempre procuro mostrar biografias de mulheres cientistas de todas as épocas. A maioria sempre diz que quer fazer medicina, ed física, nutrição, enfermagem, biologia.

Haroldo Gré Da Silva


Na minha humilde opinião acredito que seja porque todo cientista é visto como louco, professor pardal, e uma atividade geralmente associada a nerds, e de perfil masculino. As meninas precisam quebrar estes paradigmas.

Leandro Tissiano

Que bom que o Haroldo tem essa experiência. Vivo isso também, mas as pesquisas mostram o contrário e a visão é aquela que o Leandro nos dá.

E você o que acha?

ciencias_menina-cientista

Celular em Sala de Aula: pode ou não pode?

“Não usem o celular na minha aula! Eu não usarei e vocês também não!”- essa era a minha ordem no primeiro dia de aula. Sem tempo para discussões, era uma das minhas regras que eu não abria mão. 

Detestava e ainda detesto quando estava explicando e um celular tocava para… sei lá! Por vezes, era o próprio responsável do aluno para falar com ele. O mais incrível era que os responsáveis achavam que aquilo era um ato natural. 

celular-sala

Mas um dia, estava eu lá tentando descrever um animal. Todos que me conhecem sabem que sou terrível em desenho e quanto mais eu explicava, mais os alunos ficavam curiosos. Até que um deles levantou o dedo e me sugeriu… “e se eu fizesse uma busca no meu celular pela imagem do Kakapo? Posso, Professora?” 

Respondi que podia e quem quisesse poderia fazer. Foi um reboliço, todos procuraram e quem não tinha, olhava no celular do outro. Mais um paradigma quebrado: Por que não usar o celular em sala?

Claro! Tive que amadurecer, ler, negociar com a Direção da Escola e com os alunos. O uso do celular em sala deve ser visto para fins pedagógicos. Ainda acho o fim, aluno receber ligações de qualquer outra pessoa!  Se os pais ou responsáveis querem falar ( precisam desesperadamente falar), que liguem para a secretaria da escola. Vamos combinar que em algum tempo passado, não havia celular e os nossos pais conseguiam falar com a gente. 

Porém, se usarmos com cuidado, dá samba. Expliquei para as minhas turmas como usaria o celular, que o momento de usar o celular era aquele momento e não era para buscar outras coisas. Quem não podia usar o celular, sentaria junto a um colega para não perder a aula. Expliquei aos pais, avisava à Direção… Tudo bem planejado. Neste momento, não improvise.

como-usar-smartphones-na-sua-sala-de-aula-noticias

Vamos pensar nos motivos que nos levam a usar o celular em sala? Claro que os motivos que nos fazem proibir são vários, mas pense nisso:

O celular é o prolongamento do braço

O aluno leva toda a informação consigo, a movimenta, intercambia, compartilha em rede, fora e dentro da classe. Desta forma, aprende de maneira intuitiva, mesmo sem estar consciente disso. O celular é a chave para os estudantes. “Chegará um dia em que o professor dirá aos alunos no início da aula: ‘Liguem os celulares’, em vez de mandar desligá-los”, explica o diretor de educação da Fundação Santillana, Mariano Jabonero. Há tempo já se dizia que o mouse do computador tinha se transformado no prolongamento do braço das novas gerações de crianças e jovens. Mas hoje seu celular o é ainda mais.

Aplicativos contribuem na educação

A classe não é mais o único lugar onde se aprende. O uso de aplicativos educacionais como complemento das disciplinas começa a ser uma realidade. E as iniciativas de empreendedores para criá-los são cada vez mais numerosas. O setor calcula que atualmente existam mais de 80 mil apps educativos. São gratuitos e ajudam a aumentar a motivação do aluno. Muitos professores e especialistas insistem em sua utilidade durante a aula. Os conteúdos vêm de fora da classe, na qual entram pela tecnologia através dos celulares e outros suportes.

Professores também estão familiarizados

O professor sabe usar a tecnologia como o aluno. “O tópico de que os alunos usam mais a tecnologia e estão mais familiarizados com ela do que os professores se rompeu”, lembra Jabonero. Essa premissa, que era repetida incansavelmente há anos, não é mais verdadeira. Todo mundo usa a tecnologia em sua vida cotidiana e profissional, seja para enviar mensagens, navegar, jogar, ouvir música ou alguns, inclusive, para ensinar. Sem mencionar que muitos professores que hoje atuam na educação não universitária já pertencem a gerações que nasceram na era tecnológica.

Recursos digitais já estão disponíveis

A transformação da educação pela tecnologia tem três pés: os recursos digitais com os quais se dotam a classe e os alunos (desde as lousas digitais aos computadores), o acompanhamento do professorado e um currículo digitalizado. E os recursos já não são a matéria pendente, ressaltam os especialistas. De fato, 85% dos centros secundários nos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômicos) já em 2012 estavam dotados de computadores de mesa; 41% de portáteis e 11% de tablets, segundo dados da organização. Os passos seguintes são ampliar o currículo digital, assim como o acompanhamento e o apoio do professorado no ensino com esses materiais.

Investimento geral em tecnologia é cada vez maior

O gasto público em tecnologia cresce nos países mais avançados, apesar de diminuir o gasto em educação. Países como EUA ou Inglaterra seguiram essa linha em plena crise. Mas nem sempre o investimento em tecnologia para a educação se traduziu em uma melhora dos resultados dos alunos. De fato, alguns países que menos investem nela (como Finlândia, Japão ou Coreia do Sul) saem nos primeiros lugares das provas Pisa, assim como outros que, pelo contrário, investem muito nela (como Cingapura, Países Baixos ou Estônia).

Pensemos juntos… E agora, como você, Professor, vê o uso de celulares em sala?

Propaganda Equivocada

Essa propaganda é do governo federal para o carnaval 2015.

O que ela deixa a entender é que ao fazer o teste, se evita a AIDS. Bom, sabemos que o teste do HIV tem que ser feito, mas o que evita mesmo a transmissão da AIDS é o uso de camisinha ( preservativo) e que a transmissão ocorre por meio do sangue/ sêmen contaminados.

A propaganda é totalmente equivocada, se pensarmos que ela é voltada para o público jovem. Testar a vida ? Como assim? Sempre falo para os meus alunos para não jogarem dados com a própria vida.

A AIDS ainda não tem cura e mata. A parte da população mais atingida são os jovens, que exatamente se acham inatingíveis. Esses meninos e meninas acham que têm que viver tudo agora, em uma urgência desafiadora. E é isso que os causa vulneráveis.

Cuidado, Meninos e Meninas! Não testem a vida, é um bem preciso e vocês podem perder tudo em uma noite. Mesmo com o teste. Você testou e a outra pessoa? Somente o teste não garante nada. Use o preservativo.

Cuidem-se.

pega

 

Pais, entendam o cérebro de seu adolescente!

Sou mãe também e meu filho está saindo da adolescência. Eita, tempo complicado, não é?

Um filho não vem com manual e nosso adolescente de plantão fica diferente a cada dia. Parece que acorda diferente do que dormiu e ai a gente tem vontade de perguntar: ” O que aconteceu com o(a) meu ( minha) menino(a)?”

Bom… já ouvi de um educador que a criança vem sim com um manual de instruções, eles pedem limites, clamam por liberdades, por responsabilidades… o complicado é saber ” ler” esses sinais.

Talvez, a neurociência nos ajude. Cada vez mais, temos mais informações sobre o funcionamento deste é órgão maravilhoso e que pouco conhecemos.

Veja aqui alguns fatos que foram descobertos sobre o cérebro do adolescente:


 

3

  1. Período crítico de desenvolvimento: 

    Vagamente definida como o período entre 11 a 19 anos, a adolescência é considerada um período crítico de desenvolvimento – e não apenas na aparência.

    “O cérebro continua a mudar ao longo da vida, mas há grandes saltos no desenvolvimento durante a adolescência”, explica Sara Johnson.

    E assim como um adolescente pode passar por um processo de crescimento desajeitado, ele pode também adquirir novas habilidades cognitivas e competências durante essa fase da vida, conta Sheryl Feinstein, autora da obra “Dentro do Cérebro Adolescente: Ser Pai é um Trabalho em Progresso”

  2.  Cérebro ainda florescendo:  

    Os cientistas costumavam pensar que apenas bebês possuíam uma superabundância de conexões neuronais, que são “podadas” em um arranjo mais eficiente ao longo dos três primeiros anos de vida.

    No entanto, estudos de imagens cerebrais feitos nos últimos anos descobriram que uma segunda explosão de brotamento neuronal acontece logo antes da puberdade. O pico ocorre aos 11 anos para as meninas e aos 12 nos meninos.

    As experiências de adolescentes – desde ler romances de vampiros até aprender a dirigir – moldam esta nova massa cinzenta, seguindo principalmente a estratégia de “use ou esqueça”, diz Johnson. A reorganização estrutural continua até os 25 anos de idade, apesar de pequenas mudanças permanecerem por toda a vida.

  3. Novas competências mentais:  

    Devido ao aumento da massa cerebral, o cérebro adolescente se torna mais interligado e ganha poder de processamento, explica Johnson.

    “Adolescentes começam a ter as habilidades computacionais e de tomada de decisão de um adulto, caso tenham determinado tempo e acesso à informação”, diz.

    Porém, no calor do momento, suas decisões podem ser excessivamente influenciadas pela emoção, tendo em vista que seus cérebros confiam mais no sistema límbico (o banco emocional do cérebro) do que o córtex pré-frontal, mais racional, conta Feinstein.

    “Esta dualidade de competência do adolescente pode ser muito confuso para os pais”, comenta Johnson. Isso significa que, por vezes, os adolescentes fazem coisas estranhas como socar a parede ou dirigir rápido demais, mas quando perguntados da razão, eles não conseguem achar motivos racionais para seus atos.

  4. Birras adolescentes:  

    Adolescentes estão no meio da aquisição de novos conjuntos de habilidades incríveis, especialmente quando se trata de comportamento social e pensamento abstrato.

    Entretanto, eles ainda não são bons em usar essas novas capacidades mentais. E quem acaba sendo os cobaias? Principalmente, os pais. Muitos adolescentes veem o conflito como um tipo de autoexpressão e podem ter dificuldade para se concentrar em uma ideia abstrata ou para compreender o ponto de vista dos outros.

    Assim como quando se lida com as birras de primeira infância, os pais precisam se lembrar de que o comportamento teen “não é uma afronta pessoal”, aconselha Johnson.

    “Eles estão lidando com uma enorme quantidade de informações sociais, emocionais e cognitivas, e têm habilidades subdesenvolvidas para lidar com isso. Eles precisam de seus pais – as pessoas com o cérebro adulto mais estável – para ajudá-los, mantendo a calma, ouvindo-os e sendo bons modelos”, acrescenta Feinstein.

     

  5.  Emoções intensas:  

    “A puberdade é o início de mudanças importantes no sistema límbico”, diz Johnson, referindo-se à parte do cérebro que não só ajuda a regular o ritmo cardíaco e os níveis de açúcar no sangue, mas também é fundamental para a formação de memórias e emoções.

    Parte do sistema límbico, a amídala liga as informações sensoriais às respostas emocionais. O seu desenvolvimento, juntamente com as alterações hormonais, pode dar origem a novas experiências intensas de raiva, medo, agressividade (inclusive para si mesmo), excitação e atração sexual.

    Ao longo da adolescência, o sistema límbico está sob maior controle do córtex pré-frontal, a área logo atrás da testa, associada com o planejamento, o controle de impulsos e o pensamento de ordem superior.

    Enquanto outras áreas do cérebro começam a ajudar a processar a emoção, os adolescentes mais velhos ganham mais equilíbrio nesta área. Até lá, porém, muitas vezes eles são mal-interpretados por professores e pais, diz Feinstein.

    “Você pode ter todo o cuidado possível e ainda assim causar choro ou raiva porque eles simplesmente interpretam mal o que você diz”, completa

  6.  O prazer de ter amigos:  

    À medida que os adolescentes se tornam melhores no pensamento abstrato, sua ansiedade social aumenta, de acordo com pesquisas.

    O raciocínio abstrato torna possível considerar as perspectivas a partir dos olhos do outro. Os adolescentes podem usar esta nova habilidade para especular sobre o que os outros estão pensando deles. Em particular, a aprovação dos amigos tem se mostrado altamente gratificante para o cérebro adolescente, conta Johnson, e pode ser a razão pela qual adolescentes são mais propensos a correr riscos quando outros adolescentes estão ao redor.

    Amigos também fornecem aos adolescentes uma oportunidade para aprender habilidades como negociação de compromisso e planejamento em grupo. “Eles estão praticando habilidades sociais de adultos em um ambiente seguro, e realmente não são bons nisso no começo”, conta Feinstein. Assim, mesmo que tudo que eles façam seja conversar com seus amigos, os adolescentes estão trabalhando duro para adquirir habilidades importantes para a vida.

  7.   A percepção de riscos:

    “Os freios são acionados um pouco mais tarde do que o acelerador do cérebro”, compara Johnson, referindo-se ao desenvolvimento do córtex pré-frontal e o sistema límbico, respectivamente.

    Ou seja, “os adolescentes precisam de doses mais elevadas de risco para sentir a mesma quantidade de emoção dos adultos”, explica.

    Juntas, essas alterações podem tornar os adolescentes vulneráveis ​​ao envolvimento em comportamentos de risco, tais como uso de drogas, envolvimento em brigas, etc. Ao final da adolescência, aproximadamente dos 17 anos em diante, a parte do cérebro responsável pelo controle dos impulsos e pela perspectiva de longo prazo ajuda os adolescentes a refletir melhor sobre alguns dos comportamentos que eles tiveram no meio da adolescência.

  8.   A importância (ainda) grande dos pais: 

    Segundo Feinstein, um levantamento com adolescentes revelou que 84% pensa muito em sua mãe e 89% em seu pai. E mais de três quartos das adolescentes gostam de passar tempo com seus pais: 79% curtem a presença da mãe e 76% gosta de se divertir com o pai.

    Uma das tarefas da adolescência é a separação da família, o que cria uma certa autonomia, observa Feinstein, mas isso não significa que os adolescentes não precisam mais dos pais – mesmo que digam o contrário.

    “Eles ainda necessitam de algum apoio e procuram seus pais para fornecer esse apoio”, explica. “Um pai que decide tratar o filho de 16 ou 17 anos como um adulto está se comportando de forma injusta e condenando-o ao fracasso na vida adulta”.

    Uma das melhores maneiras de ser um bom pai para um adolescente, além de ser um bom ouvinte, é ser um bom modelo, especialmente ao lidar com o estresse e outras dificuldades da vida. Os adolescentes estão constantemente tentando descobrir como superar esses novos desafios, e observar os pais nessas situações é natural.

  9. A necessidade (ainda) grande de sono:  

    É um mito que os adolescentes precisam de menos sono que as crianças. Ambos necessitam de 9 a 10 horas por noite, embora a maioria não atinja a marca desejada. Parte do problema é uma mudança no ritmo circadiano durante a adolescência. “Faz sentido para o corpo do adolescente levantar mais tarde e ficar acordado até mais tarde”, diz Johnson.

    Porém, devido aos horários das aulas, muitos adolescentes acumulam o débito de sono e “tornam-se cada vez mais prejudicados cognitivamente”, comenta Johnson. A privação de sono só agrava o mau humor e atrapalha a tomada de decisão. Além disso, o sono auxilia na reorganização crítica do cérebro adolescente

  10. “Eu sou o centro do universo – e este universo não é bom o suficiente!”:   

    As alterações hormonais na puberdade têm enormes efeitos no cérebro, uma das quais é o estímulo à produção de mais receptores de ocitocina.

    Enquanto a ocitocina é frequentemente descrita como o “hormônio do vínculo afetivo”, a maior sensibilidade aos seus efeitos no sistema límbico também tem sido associada à sensação de autoconsciência, fazendo com que um adolescente realmente pense que todos estão olhando para ele. Segundo pesquisadores, esses sentimentos atingem o pico em torno dos 15 anos de idade.

    Embora isso possa fazer com que um adolescente pareça egocêntrico (e em sua defesa, eles têm que enfrentar muita coisa acontecendo ao mesmo tempo), as mudanças no cérebro adolescente podem igualmente impulsionar alguns dos esforços mais idealistas enfrentados pelos jovens ao longo da história.

    “É a primeira vez que eles estão vendo a si mesmos no mundo”, diz Johnson. Seu sentido de maior autonomia abre os olhos para o que está além de suas famílias e da escola. “Eles estão se perguntando talvez pela primeira vez que tipo de pessoa querem ser e que tipo de lugar querem que o mundo seja”, acrescenta.

    10

Dieta Perigosa

Já vi muita gente que acha que vale tudo para emagrecer! Dietas nada saudáveis que negam ao corpo o mínimo necessário para a sua sobrevivência, pessoas que morrem de fome com comida ao seu alcance, … certamente tem algo podre no ar!

Mas essa … Bom, me falem o que acham!

Será que vale tudo para manter a forma? A dieta do algodão é bastante perigosa.

A ideia é a seguinte: as meninas americanas andam pegando aquelas bolinhas de algodão, molhando em suco e engolindo! A lógica é que o algodão embebido no suco dá a sensação duradoura de saciedade. Especialistas afirmam, porém, que a prática pode causar sérios problemas de obstrução intestinal e desnutrição.

Vejam bem, se algodão fosse para comer, estaria nas estantes de comida.  O algodão que se compra é 100% puro, raramente. Na maioria dos casos, ele é feito com poliéster e contém muitos elementos químicos. Koskie ( Brandi Koskie é a responsável pelo site Diets in Review ) explicou que nossas roupas também são feitas com poliéster e que comer algodão seria a mesma coisa que comer uma camiseta.

E esse algodão forma o que é conhecido como bezoar, que nada mais é do que uma pedra, no trato intestinal – e ter uma pedra grande e dura no intestino não deve ser exatamente seu maior sonho de consumo. Essas pedras podem chegar a obstruir completamente o intestino, sendo que em alguns casos são necessárias intervenções cirúrgicas para amenizar o problema – sem falar, é claro, no risco de morte.

Pode-se morrer fazendo tal dieta!!!

Bem, com isso eu nem preciso falar mais nada! Acho que o padrão de beleza  que estão nos impondo é perverso. Não caiam nessa, meninas! Uma coisa é ser saudável, outra é tentar ser o que você não é ! E você é linda do jeito que é !

 

O Uso de Animais no Laboratório

Antes de tudo, revelo uma coisa: Amo animais! Acho que me especializei em Botânica porque nunca me acostumei a lidar com os cobaias no Laboratório.

Diante de tanta polêmica e tantos pedidos para acabarem com experimentos com animais, peço que reflitam comigo. As experiências com cobaias não são feitas de qualquer maneira, existe lei ( Lei Arouca) e protocolos bem rígidos para isso.  Um dos procedimentos que está nos protocolos é evitar a dor e sofrimento destes animais, portanto não é para produzir sofrimento nestes animais.

O que me deixa muito preocupada é que um monte de curas de doenças muito graves dependem deste procedimento. Por vezes, a droga funciona na cultura de tecidos ( no tubo de ensaio), mas não funciona no organismo inteiro. E ai? Como testar? Direto no ser humano? E em quem? Que tipo de pessoa faria isso?

Talvez, no calor de sua emoção, você pense: eu faria para salvar um animal. Friamente, você faria? E não adianta um dúzia de pessoas fazerem, tem que ser muitas ( milhares ) testadas.

O caminho intermediário entre uma cura e o teste, passa pelos animais. Mas volto a sublinhar: nada é feito sem os devidos cuidados.

Se você toma uma aspirina ou um tilenol para dor de cabeça, ou usa um metiolate para um ferimento… saiba que esses simples medicamentos passaram por cobaias para entrarem no mercado. Se é contra o uso de animais, não faça uso deles: nem vacine seus filhos e animais de estimação.

Sabe o que é: temos que ter o devido equilíbrio para tudo, até no momento de nos arvorarmos em amigos dos animais. Sou contra o uso de animais para o teste de cosméticos, mas a favor do uso ( dentro da Lei) de cobaias para testes com drogas que curam ou que melhoram a qualidade de vida das pessoas.

Evolução para o Ensino Médio

Notas de aula sobre Evidências da Evolução:

Parte 1:

Parte 2:

Exercícios para Estudo com Dicas para encaminhamento das respostas:

evolucao

Para baixar, clique aqui:

Parte 1 – Evidências da Evolução

Parte 2 – Evidências da Evolução

Lista de Exercício com Dicas

Uma epidemia de TDAH ?

Antes de você se aventurar neste Post aviso: Não sou especialista no assunto! Não sou psicóloga ou psiquiatra ! Sou somente uma Professora que observa ( e muito) os meus alunos!

Depois de alguns anos ( mais ou menos 10) estou achando que vivemos uma epidemia de meninos com TDAH ( Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade). Chega muito aluno nas minhas mãos já com esse diagnóstico , medicado e tem que ser observado. Muitos realmente são casos disso. Outros… tenho lá minhas dúvidas!

Quando a metade da turma tem TDAH, a luz vermelha acende! O que está havendo?

Um aluno com essa síndrome realmente não para, não se aquieta, nem com trabalhos lúdicos! Algumas coisas o prendem, mas por longos 5 minutos ! Outras, nem por 2 segundos!

Mas outros alunos, diagnosticados como TDAH, medicados com a Ritalina, não se comportam assim. São hiperativos e com falta de atenção em algumas atividades, outras são mais organizados e menos hiperativos. “Tá” certo, são alunos medicados. Mas o primeiro grupo também é!

E ai vem a Professora aqui com a pergunta: talvez seja mais fácil medicar do que dar limites. Sei de casos de pessoas “diagnosticadas” em uma conversa de 30 minutos com o médico. E não se tem um diagnóstico sério desta síndrome em minutos! Sei de responsáveis que andam de médico em médico para ter o diagnóstico correto ( tic!) para o filho.

Com anos de sala de aula, vejo com preocupação isso acontecer! E não é só minha a preocupação, muitos outros profissionais da saúde falam o mesmo: no lugar do limite, Ritalina ! Será que essa é a solução ?

Um pouco sobre Fossilização

O Homem Grávido

Foi em 2008, o transexual americano Thomas Beatie anunciou estar grávido de uma menina.

0021

Beatie era uma mulher que fez um tratamento com hormônios e pode ser reconhecido como homem. Mas manteve todos os órgãos femininos, exceto as glândulas mamarias. Ele se casou com uma mulher que sofreu uma histerectomia ( retirada do útero).

Ai… o casal quis ter seus filhos. Ele fez um tratamento e por inseminação artificial teve 3 filhas.

Esse caso pode nos causar estranheza, mas por outro lado nos faz pensar. Antigamente, mulher e homem tinham papeis bem marcados na sociedade. A Ciência está subvertendo essa lógica. Qual é o papel da mulher? E do homem? Bartie é do sexo masculino ou feminino?

Estamos vivendo uma revolução. Hora de pensar!

 

Respostas Animadas

1 2 6
%d blogueiros gostam disto: