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Novas Tarefas

Perdão. Estava muito atarefada e descuidei da nossa sala de aula.

Novas tarefas lá. Quem quiser pode entrar, mas tem que ter um email @gmail.

Procure no Classroom Google a minha sala de aula ( Ciências 1 – Seres Vivos). O código para entrar é : jghy0p  syfupfh

Ou faça uma inscrição aqui: 

Está dando erro mandar os convites então siga as instruções:

  1. Entre em : https://edu.google.com/intl/pt-BR/products/productivity-tools/classroom/ 
  2. Faça o login em sua conta @gmail.
  3. Depois na tela do Classroom procure no canto superior direito o +.
  4. Clique nele vai e escolha participar de uma turma.
  5. Insira o código: syfupfh

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Sala de Aula Invertida ou Flipped Classroom

Pensando no tempo em sala de aula.

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Fizemos uma pesquisa para um tema para um artigo aqui no Dicas. O tema escolhido fui a Sala de Aula Invertida.

Vamos começar por uma definição.

Nela, o aluno estuda os conteúdos básicos antes da aula, com vídeos, textos, arquivos de áudio, games e outros recursos. Em sala, o professor aprofunda o aprendizado com exercícios, estudos de caso e conteúdos complementares. Esclarece dúvidas e estimula o intercâmbio entre a turma. ( G1 – Andréa Ramal http://g1.globo.com/educacao/blog/andrea-ramal/post/sala-de-aula-invertida-educacao-do-futuro.html)

Ou seja: inverte-se a lógica. Normalmente, o aluno assiste a aula, assimila o conteúdo e faz um exercício de fixação em casa. Na sala de aula invertida, o aluno faz toda a preparação da aula em casa ( ou na escola mesmo). Vê vídeos, lê alguma coisa, ouve… Depois em sala de aula, há o debate, tira-se dúvidas e o Professor tem tempo de aprofundar o conteúdo.

Gosto de pensar que é pensar no que é importante para se trabalhar em sala de aula.

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Um ponto importante que temos que levar em conta é o que o aluno vai fazer sem a sua supervisão. Tem que ser algo que ganhe a atenção do aluno, mas não pode ser óbvio demais ( para gerar  debate depois!). Complicado? Nem tanto.

Já fiz isso. Montei uma aula aqui no Blog com a ajuda do Moodle. O bom é que eu monitorava o aluno: o que ele viu, quanto tempo passou no Moodle, o que ele fez, os “erros” que cometeu… Em sala, ia nos pontos que estava fracos e os meninos viam com muitas questões.

Mas fiz coisas mais simples: mostrei um vídeo para os alunos em sala ( detalhe eles nunca tinham dito contato com a matéria), depois reuni a turma em grupos, e, eles listaram o que tinham achado legal e as dúvidas. Em outra aula, eu misturei os grupos e o papo continuou. Por fim, listamos as dúvidas e as coisas que eles levantaram. E eu sistematizei tudo.

Veja o vídeo que usei. Detalhe não usei todo pois ficou cansativo para a turma, mas passei quase a metade.

Também temos alguns mitos que podemos pensar na hora de montar nossa aula. Aqui estão o 7 mitos sobre a sala de aula invertida:

Mito 1: Salas de Aula Invertidas estão essencialmente relacionadas com a disponibilização de aulas expositivas em vídeos online. Desmitificado: Salas de Aula Invertidas podem se valer da disponibilização de aulas expositivas em vídeos online e fazer com que os estudantes realizem o “trabalho de casa” em aula, porém elas podem, e devem, ser muito mais que isso. Métodos baseados em pesquisa em ensino para inverter sua aula incluem o Ensino sob Medida (Just-in-time Teaching) e a Instrução pelos Colegas (Peer Instruction).

Mito 2: Você precisa inverter sua aula inteira. Desmitificado: Você pode inverter apenas um conceito ou um tópico, alguns, ou todos. Quando você está começando com o ensino invertido é uma boa ideia selecionar apenas um conjunto de conceitos principais, ou tópicos, que são mais difíceis para os estudantes e partir desse ponto.

Mito 3: Os estudantes irão adorar não ter aulas expositivas em sala de aula. Desmitificado: Embora a maioria de nós já tenha presenciado uma sala de aula cheia de alunos entediados, quase adormecidos ao assistirem nossas exposições orais, ao tentar inverter sua aula você poderá enfrentar resistências por parte dos estudantes, especialmente, quanto à exigência por mais aulas do tipo expositivas. Veja este post com algumas dicas de como lidar com isso.

Mito 4: Salas de Aula Invertidas são a última tendência educacional. Desmitificado: A primeira inovação incitada para a cobertura de informação fora de sala de aula e práticas orientadas apareceram em torno do final do século XIX, com o método de estudos de caso. Gravações prévias de exposições orais, para serem assistidas fora de sala de aula, aparecem na literatura por volta do ano 2000 DC.

Mito 5: Existe apenas uma maneira de inverter uma aula. Desmitificado: De acordo com Bergmann e Sams 2012, existem diversas maneiras de inverter uma aula e não apenas uma. Bergmann recentemente postou sua definição aqui. Ele ratifica “veja, não há apenas uma maneira de inverter uma aula e é nisso que reside um dos pontos fortes desta metodologia.” A Instrução pelos Colegas é, sem dúvidas, nossa maneira favorita de inverter a sala de aula. Entretanto, nos também somos grandes fãs da metodologia ensino baseadas no trabalho em grupo (team-based learning) e no desenvolvimento de projetos (Project-based learning).

Mito 6: Salas de Aulas Invertidas substituem docentes por computadores. Desmitificado. Esse não é realmente o caso. Em uma sala de aula invertida, os professores são essenciais e realizam as mesmas tarefas que fariam em ambientes de ensino tradicional, tais como auxiliar a aprendizagem dos estudantes, selecionar e cobrir conteúdos e avaliar o desempenho dos estudantes. A diferença mais importante é que em uma sala de aula invertida aproveita-se de forma diferente as competências do professor dentro e fora do ambiente escolar. A aprendizagem invertida opera a partir do pressuposto de que a cobertura de conteúdo ocorre principalmente fora da sala de aula e deve ser uma tarefa compartilhada com os alunos ao invés de um trabalho exclusivo do professor.

Mito 7: Os estudantes não irão trabalhar fora de sala de aula, mesmo valendo nota. Desmitificado: Um membro da rede Instrução pelos colegas, Prof. Ives Araujo, também pensou dessa forma. Então, por um semestre ele avaliou o comprometimento e o engajamento de seus estudantes em atividades prévias às aulas durante um curso com duração de um semestre. Em média, a grande maioria dos estudantes realizou as atividades prévias e demonstrou grande esforço. Leia aqui como ele mediu isso. Desde então, ele passou a observar o mesmo tipo de engajamento nas salas de aula do ensino médio. No entanto, encontramos a necessidade de atribuir notas como fator de incentivo para a realização das atividades.

(http://blog.peerinstruction.net/7-mitos-sobre-a-sala-de-aula-invertida-desmitificados/)

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Boa aula!

A Borracha é um Erro em aula?

Segundo o cientista cognitivo Guy Claxton, professor visitante do Kings College London, no Reino Unido, a borracha deveria ser banida da escola.

O que o cientista defende é que motivamos a vergonha do erro. Como se o erro fosse para ser escondido. Sempre mostrei para meus alunos que, em uma correção, a gente deve apontar o erro e consertar. Observo que os meninos, apagam o que erraram e copiam, cegamente, do quadro o correto. Com o passar do tempo, na hora que vão estudar, esses alunos não olham com cuidado o erro para não errar mais. O que está errado, não é ruim em si, podemos e devemos compreender onde erramos e porque erramos.

Teacher cleaning chalkboard with duster --- Image by © Royalty-Free/Corbis

Teacher cleaning chalkboard with duster — Image by © Royalty-Free/Corbis

E para o Professor? O erro aponta um caminho para ser trilhado. Se uma turma quase que inteira está errando em determinado conceito, é hora de refazermos o caminho. Trabalhando de novo a habilidade por outro caminho, podemos desfazer o conceito errado.

“Observar os enganos cometidos por eles é uma parte essencial do trabalho de um bom professor”, acrescenta Coe. “É preciso ver as tentativas feitas para chegar à resposta para orientar melhor o aluno.”

Em sua proposta, Claxton defende que, ao negar ter cometido erros, os estudantes não estão sendo preparados para o mundo, onde enganos são cometidos – e é preciso conviver com as consequências disso.

O mal não está no objeto, na borracha, e sim acharmos que temos que acertar de primeira. Quantas vezes, temos que fazer e refazer alguma coisa até acertarmos? 

E mais: em Ciências, muitas descobertas vieram de erros. A comunidades_carentesescola deveria ser um laboratório de erros. Por que não se perguntar no momento que o aluno erra? Por que ele errou? O que aconteceu? A sua resposta me indica qual caminho?

E por que não ensinarmos ao nosso aluno a fazer perguntas parecidas no momento do erro? Fácil? Não! Mas isso é mais importante do que colocar o aluno para decorar a Tabela Periódica.

Para saber mais: A Borracha deveria ser Banida de sala de aula?

Aula da Célula para os Órgãos

A leitora Analee Borges do Dicas me pediu para ajudar em uma aula sobre Células, Tecidos e Órgãos.

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Bom, estou partindo do princípio que a turma é de 5o ano ( mas pode der do 4o!) e que os meninos já saibam diferenciar o que está vivo e o que não está.

Para começar pergunte aos meninos se eles sabem do que são feitos: pele, sangue, músculos, líquidos… Pode sair mais coisas! Peça para eles olharem para a parede da sala e pergunte do que é feita a parede: cimento, areia, tinta, tijolos…

E pergunte: “Se a gente tirar os tijolos da parede? O que sobra???” Quase nada! Eu sei que essa comparação é velha mas compare os tijolos com as pequenas partes do nosso corpo, e , o nome dessas partes é célula. Explique que a célula está viva ( olha a importância de se saber diferenciar o ser vivo do não vivo) e que faz o mesmo que fazemos: se alimenta, joga fora os restos, produz energia…

Se puder, mostre as células de uma cebola ao microscópio ou use um microscópio virtual  para mostrar as células.

Em outra aula, explique que as aulas se juntam. Novamente compare para ficar mais fácil. Compare com a escola. Uma turma tem características só delas, com alunos parecidos e juntos. A turma é feita de alunos. Os alunos são as células. Um conjunto de células formam o tecido. Várias turmas juntas formam uma escola. Compare a escola com o órgão.

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Comparar é facilitar a a compreensão dos alunos. Pense que nessa idade é mais fácil se o aluno tiver algo concreto para perceber esses conceitos.

Transportes Passivos

Aula Síntese para o 1o ano do Ensino Médio

Para abrir a aula clique no link :  http://prezi.com/ut8kxln9tur7/transportes-passivos-membrana-citoplasmatica/

Vai abrir uma janela como essa aqui embaixo. Para ver o que você quiser clique com o mouse onde lhe interessa, que vai abrindo o que você selecionou. Para voltar a tela inicial, clique fora de onde você selecionou.

Fácil!

Respirando para Viver

Introdução:

A respiração é o processo pelo qual qualquer organismo vivo absorvem o gás oxigênio e eliminam o gás carbônico. Isso ocorre em organismos de respiração aeróbica. 

Assim , há as trocas gasosas de oxigênio ( O2) e gás carbônico (CO2). Para isso, nos seres humanos encontramos um sistema respiratório complexo, que retira do ar inspirado ( que entra no corpo) o oxigênio e filtra do sangue o  gás carbônico.

Com o oxigênio e a glicose ( obtida no processo de digestão) o nosso corpo obtém a energia que precisamos para viver. Essa energia é “armazenada” em uma molécula chamada de ATP (trifosfato de adenosina ) . 

Então, dentro das células de nosso corpo o oxigênio (O2) vai reagir com a glicose (C6H12O6), e, vai dar a energia, a água ( H20) e o gás carbônico ( CO2). Observe a fórmula abaixo:

C6H12O6 + O2 -> 6 CO2 + 6 H2O + energia

Sistema Respiratório

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Jogo de Perguntas – Professores

Para o Professor que é de ensino fundamental e quer rever conceitos de manéira lúdica… Ai vai uma Dica.

Entre no “Dicas de Ciências- Professor” e veja um Jogo bem divertido. É só clicar : Jogo de Perguntas.

Divirta -se com os seus alunos!

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