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Sexo, Gênero e Orientação Sexual

Vou tocar em um ponto ou em vários pontos altamente delicado. Mas tenho a mania de colocar a mão nos temas polêmicos. Por causa da ideologia dos gêneros, tenho lido textos que fazem uma confusão enorme entre definições como sexo, gênero e orientação sexual. Isso torna qualquer debate insano, pouco construtivo ou colaborativo.

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Vamos tentar entender esses termos, para depois construirmos algo menos radical. Acho que qualquer visão radical, torna tudo mais nebulosa. O caminho do meio, neste caso, é o melhor.

Dito isso, vamos aos conceitos:

Sexo é o que somos biologicamente. O que nossos genes traçam no nosso corpo. É pura e simplesmente o que nos indica os órgãos reprodutores em nosso corpo: pênis, homem e vagina, mulher.

Gênero é uma construção da sociedade. É o que a sociedade diz sobre o que é próprio do comportamento do Homem e o da Mulher. Por exemplo, na nossa sociedade é impróprio para dois homens darem dois beijinhos ao se encontrarem. Já para as mulheres, esse tipo de comportamento é próprio.

Orientação sexual é a escolha de cada sexo  com quem irão se relacionar. Tem um grupo de pessoas que preferem namorar pessoas de outro sexo ( heterossexuais); outras, preferem namorar pessoas de seu próprio sexo ( homossexuais) e, por fim, têm pessoas que preferem ambos os sexos (bissexuais).

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Veja que não estou fazendo juízo de valor de nenhum desses conceitos e é ai que, talvez, tenhamos que pensar melhor. Quando vejo um homem mais atencioso, menos mal educado… tenho que pensar que ele “não gosta da fruta?”E se ele for homossexual? O que tem ?

Quando uma menina é pequena ( e portanto, eu acredito, não têm sua orientação sexual formada) gosta de brincar de carrinho… não quer dizer que ela vire uma “cabra macho”! Talvez, seja o caso da gente desconstruir estereótipos ( meninos gostam de azul e meninas de rosa) e construir uma sociedade mais gentil, menos preconceituosa, mais aberta ao diferente… Sem desrespeito ao que cada família acredita. E é ai que a família entra.

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A escola dá o acesso a diversidade e a família mostra valores, entre eles o respeito ao diferente. É uma linha tênue, delicada e facilmente podemos cair para tudo vale ou tudo é feio.

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Gravidez na Adolescência e Anticoncepcional

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Em 2013, mais de meio milhão de bebês nasceram de mães adolescentes no Brasil. As pesquisas mostram que crianças entre 10 ( não digitei errado é 10 mesmo) e 18 anos engravidam.

Nesta época em que se debate tanto sobre aborto, não vejo ninguém falar na prevenção. Como evitar? Qual o melhor método? Onde encontramos?

A educação sexual tem que acontecer. Não é só uma visão biológica ao meu ver. Você que é adolescente tem que se perguntar o que quer, como será sua primeira vez, com quem será, onde será. Vejo uma banalização do ato sexual. Qualquer um faz, com qualquer um,  em qualquer momento e lugar. Não querendo ser quadrada: Você tem que se deitar, sabendo como vai se levantar no dia seguinte.

Se você é responsável por alguém ou se é responsável por você mesmo ( espero que seja), fique de olho nessa informação.

Nessa semana, a Academia Americana de Pediatria lançou novas recomendações para evitar a gravidez precoce. A diretriz indica o uso de métodos contraceptivos de ação prolongada para adolescentes, como o DIU e o implante hormonal subcutâneo, que é colocado sob a pele. Segundo a academia, são métodos seguros.

A vantagem do método anticonceptivo de longa ação é que não depende de nosso comportamento, ou seja: Não dá para esquecer de tomar todos os dias. Veja alguns exemplos:

Anel vaginal mensal – é um pequeno anel flexível ique libera hormônios que inibem a ovulação. A usuária o insere na vagina como um absorvente interno, o deixa por três semanas. Depois de uma semana de descanso, coloca um novo.

Dispositivo intrauterino (DIU) – é um dispositivo de polietileno ou cobre que é posicionado dentro da cavidade uterina e cria um ambiente nada amigável para os espermatozoides, agindo como um espermaticida ou evitando que eles cheguem até as tubas uterinas.

Sistema intrauterino (SIU) – é um dispositivo como o DIU, porém conta com hormônios que inibem o crescimento do endométrio e torna o ambiente desfavorável para a concepção. O SIU faz com que o muco cervical fique espesso, e isso dificulta a viagem dos espermatozoides para fertilizar o óvulo.

Adesivo cutâneo semanal – é um adesivo que permanece na pele durante sete dias, e deve ser trocado depois desse período. A cada três semanas, deve existir uma semana de descanso. A forma de ação conta com a liberação gradual de hormônios na corrente sanguínea.

Anticoncepcional injetável – é uma injeção hormonal com duração variável. Existem as com duração mensal ou trimestral, mas somente o médico poderá indicar a ideal. A injeção é intramuscular e a dose pode ser aplicada na farmácia.

Implante subcutâneo – é um pequeno tubo implantado no antebraço por meio de uma microcirurgia com anestesia local. Ele age liberando pequenas doses de hormônios na circulação.

Importante:

Tem que consultar um médico sempre que você iniciar sua vida sexual e para usar tais métodos.

Meninos, vocês são responsáveis também pela sua parceira. Poste não engravida. Para ter neném necessita de um homem e de uma mulher. Acompanhe sua namorada ou parceira nessa jornada.

A camisinha é indispensável. Só ela, previne as DSTs ( como a AIDS). O anticoncepcional ( como o nome diz) só evita a gravidez.

Por isso, use a camisinha sempre!

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Dica para professora iniciante

Uma leitora minha, a Barbara Fernandes, me mandou pelo email esse pedido de ajuda:

Olá!! Tudo bem? Comecei a dar aulas de Ciências no início desse ano e gostaria de uma ajudinha, se possível. Tenho uma turma de 8° ano bem difícil. Desinteressados, só querem saber de usar o celular e aula que é bom nada. Exercícios? Só se valer ponto, raros são os que fazem por conta própria (dou um jeito de premiá-los). Tem sido um desafio fazer com que eles me escutem. Pode me ajudar? (…) Um abraço e sucesso!

Achei que poderia compartilhar o pedido com todos porque já fui uma Professora iniciante e lembro-me com muita clareza dessa angustia.


Cara Barbara, não se angustie. E se isso lhe deixa mais calma: tenho esses questões até hoje ( 21 anos depois!)!

Vamos por partes:

Nossos alunos são difíceis mesmo. Temos que trabalhar em um terreno hostil, por um lado sabemos o quão importante é para esse menino a formação acadêmica e por um outro tudo conspira contra a atenção deste publico. A sala de aula é um terreno chato, uma pessoa fala ( infelizmente é você ou eu!) esperando que um monte de meninos escutem calma e placidamente. Começa ai o nosso “malhar em ferro frio!” Não dá mais para ser só isso! O aluno tem que ser fiscado pelo nosso fazer. O problema é que temos um público que paga pelo produto e não quer esse produto. Talvez, e é talvez mesmo porque não sei se é bem isso, o produto esteja fora da validade. O que sinto é que a lógica da sala de aula tem que ser virada de cabeça para baixo. Esse aluno já tem um saber não formatado. Ele busca o que é de interesse dele na internet. Acontece que nem sempre aquilo que interessa o aluno é aquilo que temos para oferecer. Rompa com isso.

Coloque o aluno como protagonista. “Perca”um tempo vendo o que lhe interessa. Eles se interessam por exemplo em debates, polêmicas, .. No começo é difícil, uma zona em sala, mas vai entrando em acordos. Coloque para eles que determinadas coisas, não há jeito,  eles têm que aprender. E outras eles podem trazer para a sala de aula. Coloque-os para lerem coisas na Internet ou mesmo nas Redes Sociais que eles gostem. Tem piadas e sensos comuns no Facebook que são maravilhosas para dar aulas. Coloque esse doce para que eles se encantem.

Encantar… como é difícil!

Ai vem a história dos pontos. E ai vem também o que ensinamos implicitamente ou descaradamente para esses meninos: tudo que eles fazem, serão premiados! A escola ( como instituição) faz isso bem! Quebre isso com papos. Nem sempre vai dar para premiar. Mas se os alunos estiverem emocionalmente envolvidos, não haverá a necessidade do prêmio. E esse envolvimento pode ser com essas práticas acima.

Meu problema é que não tenho receita de bolo. Mas não dá mais para lutar contra essas tecnologias. O celular é quase uma continuidade do corpo deles. No entanto, entre em um acordo mútuo. É essencial que você seja o exemplo, basta o Professor usar o celular uma vez em sala de aula para atender uma ligação para que qualquer acordo se quebre. Eu nem levo o aparelho para a sala e falo para eles: “Quando eu atendi o celular em sala?” A resposta é nunca… dai….

Por outro lado, promova o uso dos smarts em determinada aula. Vou lhe contar um caso: estava explicando sobre Classificação de Seres Vivos no 7o ano e usei meu exemplo do Kakapo. Se eu falo que vi um documentário sobre o Kakapo, o que vocês me diriam?- falava pros meninos. Eles fizeram aquela cara de que diabos ela está falando. Expliquei que o Kakapo era uma ave e que por essa classificação dava pra tirar algumas características do bicho. Mas os alunos continuavam a querer mais características da ave e por mais que eu descrevesse não dava conta. Até que um menino me falou: posso usar o Celular para ver o bicho. Combinei com eles que por um tempo deixaria eles buscarem imagens do Kakapo. Foi uma animação só.

O problema é que não temos formação para fazer isso. É um momento de inspiração que temos ali e aqui, quase por intuição, testamos. Algumas coisas darão errado e outras super certo. Coragem, Professora! Só pelo fato de você externar as dúvidas, vejo que já é uma super mega Professora! Triste daquele que só tem certezas!

Beijos!

10603569_861627267188565_1866526911618207405_n Para outras dúvidas me mande um email pelo meu Portifólio. 

Pais, entendam o cérebro de seu adolescente!

Sou mãe também e meu filho está saindo da adolescência. Eita, tempo complicado, não é?

Um filho não vem com manual e nosso adolescente de plantão fica diferente a cada dia. Parece que acorda diferente do que dormiu e ai a gente tem vontade de perguntar: ” O que aconteceu com o(a) meu ( minha) menino(a)?”

Bom… já ouvi de um educador que a criança vem sim com um manual de instruções, eles pedem limites, clamam por liberdades, por responsabilidades… o complicado é saber ” ler” esses sinais.

Talvez, a neurociência nos ajude. Cada vez mais, temos mais informações sobre o funcionamento deste é órgão maravilhoso e que pouco conhecemos.

Veja aqui alguns fatos que foram descobertos sobre o cérebro do adolescente:


 

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  1. Período crítico de desenvolvimento: 

    Vagamente definida como o período entre 11 a 19 anos, a adolescência é considerada um período crítico de desenvolvimento – e não apenas na aparência.

    “O cérebro continua a mudar ao longo da vida, mas há grandes saltos no desenvolvimento durante a adolescência”, explica Sara Johnson.

    E assim como um adolescente pode passar por um processo de crescimento desajeitado, ele pode também adquirir novas habilidades cognitivas e competências durante essa fase da vida, conta Sheryl Feinstein, autora da obra “Dentro do Cérebro Adolescente: Ser Pai é um Trabalho em Progresso”

  2.  Cérebro ainda florescendo:  

    Os cientistas costumavam pensar que apenas bebês possuíam uma superabundância de conexões neuronais, que são “podadas” em um arranjo mais eficiente ao longo dos três primeiros anos de vida.

    No entanto, estudos de imagens cerebrais feitos nos últimos anos descobriram que uma segunda explosão de brotamento neuronal acontece logo antes da puberdade. O pico ocorre aos 11 anos para as meninas e aos 12 nos meninos.

    As experiências de adolescentes – desde ler romances de vampiros até aprender a dirigir – moldam esta nova massa cinzenta, seguindo principalmente a estratégia de “use ou esqueça”, diz Johnson. A reorganização estrutural continua até os 25 anos de idade, apesar de pequenas mudanças permanecerem por toda a vida.

  3. Novas competências mentais:  

    Devido ao aumento da massa cerebral, o cérebro adolescente se torna mais interligado e ganha poder de processamento, explica Johnson.

    “Adolescentes começam a ter as habilidades computacionais e de tomada de decisão de um adulto, caso tenham determinado tempo e acesso à informação”, diz.

    Porém, no calor do momento, suas decisões podem ser excessivamente influenciadas pela emoção, tendo em vista que seus cérebros confiam mais no sistema límbico (o banco emocional do cérebro) do que o córtex pré-frontal, mais racional, conta Feinstein.

    “Esta dualidade de competência do adolescente pode ser muito confuso para os pais”, comenta Johnson. Isso significa que, por vezes, os adolescentes fazem coisas estranhas como socar a parede ou dirigir rápido demais, mas quando perguntados da razão, eles não conseguem achar motivos racionais para seus atos.

  4. Birras adolescentes:  

    Adolescentes estão no meio da aquisição de novos conjuntos de habilidades incríveis, especialmente quando se trata de comportamento social e pensamento abstrato.

    Entretanto, eles ainda não são bons em usar essas novas capacidades mentais. E quem acaba sendo os cobaias? Principalmente, os pais. Muitos adolescentes veem o conflito como um tipo de autoexpressão e podem ter dificuldade para se concentrar em uma ideia abstrata ou para compreender o ponto de vista dos outros.

    Assim como quando se lida com as birras de primeira infância, os pais precisam se lembrar de que o comportamento teen “não é uma afronta pessoal”, aconselha Johnson.

    “Eles estão lidando com uma enorme quantidade de informações sociais, emocionais e cognitivas, e têm habilidades subdesenvolvidas para lidar com isso. Eles precisam de seus pais – as pessoas com o cérebro adulto mais estável – para ajudá-los, mantendo a calma, ouvindo-os e sendo bons modelos”, acrescenta Feinstein.

     

  5.  Emoções intensas:  

    “A puberdade é o início de mudanças importantes no sistema límbico”, diz Johnson, referindo-se à parte do cérebro que não só ajuda a regular o ritmo cardíaco e os níveis de açúcar no sangue, mas também é fundamental para a formação de memórias e emoções.

    Parte do sistema límbico, a amídala liga as informações sensoriais às respostas emocionais. O seu desenvolvimento, juntamente com as alterações hormonais, pode dar origem a novas experiências intensas de raiva, medo, agressividade (inclusive para si mesmo), excitação e atração sexual.

    Ao longo da adolescência, o sistema límbico está sob maior controle do córtex pré-frontal, a área logo atrás da testa, associada com o planejamento, o controle de impulsos e o pensamento de ordem superior.

    Enquanto outras áreas do cérebro começam a ajudar a processar a emoção, os adolescentes mais velhos ganham mais equilíbrio nesta área. Até lá, porém, muitas vezes eles são mal-interpretados por professores e pais, diz Feinstein.

    “Você pode ter todo o cuidado possível e ainda assim causar choro ou raiva porque eles simplesmente interpretam mal o que você diz”, completa

  6.  O prazer de ter amigos:  

    À medida que os adolescentes se tornam melhores no pensamento abstrato, sua ansiedade social aumenta, de acordo com pesquisas.

    O raciocínio abstrato torna possível considerar as perspectivas a partir dos olhos do outro. Os adolescentes podem usar esta nova habilidade para especular sobre o que os outros estão pensando deles. Em particular, a aprovação dos amigos tem se mostrado altamente gratificante para o cérebro adolescente, conta Johnson, e pode ser a razão pela qual adolescentes são mais propensos a correr riscos quando outros adolescentes estão ao redor.

    Amigos também fornecem aos adolescentes uma oportunidade para aprender habilidades como negociação de compromisso e planejamento em grupo. “Eles estão praticando habilidades sociais de adultos em um ambiente seguro, e realmente não são bons nisso no começo”, conta Feinstein. Assim, mesmo que tudo que eles façam seja conversar com seus amigos, os adolescentes estão trabalhando duro para adquirir habilidades importantes para a vida.

  7.   A percepção de riscos:

    “Os freios são acionados um pouco mais tarde do que o acelerador do cérebro”, compara Johnson, referindo-se ao desenvolvimento do córtex pré-frontal e o sistema límbico, respectivamente.

    Ou seja, “os adolescentes precisam de doses mais elevadas de risco para sentir a mesma quantidade de emoção dos adultos”, explica.

    Juntas, essas alterações podem tornar os adolescentes vulneráveis ​​ao envolvimento em comportamentos de risco, tais como uso de drogas, envolvimento em brigas, etc. Ao final da adolescência, aproximadamente dos 17 anos em diante, a parte do cérebro responsável pelo controle dos impulsos e pela perspectiva de longo prazo ajuda os adolescentes a refletir melhor sobre alguns dos comportamentos que eles tiveram no meio da adolescência.

  8.   A importância (ainda) grande dos pais: 

    Segundo Feinstein, um levantamento com adolescentes revelou que 84% pensa muito em sua mãe e 89% em seu pai. E mais de três quartos das adolescentes gostam de passar tempo com seus pais: 79% curtem a presença da mãe e 76% gosta de se divertir com o pai.

    Uma das tarefas da adolescência é a separação da família, o que cria uma certa autonomia, observa Feinstein, mas isso não significa que os adolescentes não precisam mais dos pais – mesmo que digam o contrário.

    “Eles ainda necessitam de algum apoio e procuram seus pais para fornecer esse apoio”, explica. “Um pai que decide tratar o filho de 16 ou 17 anos como um adulto está se comportando de forma injusta e condenando-o ao fracasso na vida adulta”.

    Uma das melhores maneiras de ser um bom pai para um adolescente, além de ser um bom ouvinte, é ser um bom modelo, especialmente ao lidar com o estresse e outras dificuldades da vida. Os adolescentes estão constantemente tentando descobrir como superar esses novos desafios, e observar os pais nessas situações é natural.

  9. A necessidade (ainda) grande de sono:  

    É um mito que os adolescentes precisam de menos sono que as crianças. Ambos necessitam de 9 a 10 horas por noite, embora a maioria não atinja a marca desejada. Parte do problema é uma mudança no ritmo circadiano durante a adolescência. “Faz sentido para o corpo do adolescente levantar mais tarde e ficar acordado até mais tarde”, diz Johnson.

    Porém, devido aos horários das aulas, muitos adolescentes acumulam o débito de sono e “tornam-se cada vez mais prejudicados cognitivamente”, comenta Johnson. A privação de sono só agrava o mau humor e atrapalha a tomada de decisão. Além disso, o sono auxilia na reorganização crítica do cérebro adolescente

  10. “Eu sou o centro do universo – e este universo não é bom o suficiente!”:   

    As alterações hormonais na puberdade têm enormes efeitos no cérebro, uma das quais é o estímulo à produção de mais receptores de ocitocina.

    Enquanto a ocitocina é frequentemente descrita como o “hormônio do vínculo afetivo”, a maior sensibilidade aos seus efeitos no sistema límbico também tem sido associada à sensação de autoconsciência, fazendo com que um adolescente realmente pense que todos estão olhando para ele. Segundo pesquisadores, esses sentimentos atingem o pico em torno dos 15 anos de idade.

    Embora isso possa fazer com que um adolescente pareça egocêntrico (e em sua defesa, eles têm que enfrentar muita coisa acontecendo ao mesmo tempo), as mudanças no cérebro adolescente podem igualmente impulsionar alguns dos esforços mais idealistas enfrentados pelos jovens ao longo da história.

    “É a primeira vez que eles estão vendo a si mesmos no mundo”, diz Johnson. Seu sentido de maior autonomia abre os olhos para o que está além de suas famílias e da escola. “Eles estão se perguntando talvez pela primeira vez que tipo de pessoa querem ser e que tipo de lugar querem que o mundo seja”, acrescenta.

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Drogas- a pior viagem !

Veja os vídeos e comente depois :

Adolescente : Goste de você mesmo!

Gostar da gente, se respeitar, respeitar o que sentimos e achamos; isso é parte da nossa auto-estima. E é complicado fazer isso! Dizer não ao grupo ou ao namorado( ou namorada). Fazer diferente e ser zoado por isso. Nossa como é difícil.

Nessa fase da adolescência, o grupo com quem andamos tem muita força. A galera é quem dita os rumos: o que ouvir, como andar, com quem andar, como se vestir… Já não temos identidade própria, somos o que o grupo é . E na vontade de ser aceito pelos amigos, fazemos besteira.

É assim quando provamos uma droga ( nem que seja cigarro ou cerveja). É assim quando transamos e depois descobrimos que não era bem aquilo que queríamos. É assim que ofendemos e nos deixamos ofender. O melhor remédio para se evitar isso é se gostar. Pensar no que é legal para você. Se você está fazendo aquilo por você ou pelo outro. É parar de pensar no que os outras vão achar. E se achar!

É fácil? Não. É bem difícil. Ainda mais com tudo que ouvimos e vemos. Na TV, nas músicas, nos vídeos, na internet,… em tudo; somos bombardeados com as coisas ditas normais. É normal engravidar na adolecência ? É normal ser viciado em drogas ? É normal dirigir tão bêbado que não consiguimos ficar de pé ? É normal um pai ou mãe perder um filho por causa das drogas? É normal uma menina cuidar de um bebê no lugar de estudar ? Será ?

Não acho nada disso normal. Por isso pare e pense! Pare e analise o que você tem que fazer! E se goste, se ame e se respeite. Também respeite o outro, o seu igual, a sua galera… mas nunca perca de vista que você é muito mais importante nisto tudo.

Educação Sexual

O tema que ganhou em nossa pesquisa foi a Educação Sexual. E como o combinado estou postando sobre o assunto.

A melhor forma que pensei em abordar esse assunto, foi colocando perguntas comuns ( que ouço nas minhas aulas) e responder. É claro que o assunto não vai se esgotar aqui, por isso façam mais perguntas. E , na medida do possível, eu respondo!

Então…

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Ser Adolescente !

O que é ser adolescente ?

Você já ouviu alguém falar : “Ah… ele está na fase da “aborrecência”?” E você já se sente adolescente ?

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a adolescência é a fase entre os 10 anos até os 19 anos. É uma fase de mudanças e descobertas. O seu corpo está crescendo e ficando diferente. As suas emoções estão a mil! Um dia você se sente o máximo, depois se sente a pior das criaturas.

É assim mesmo. É nesta fase que você descobre quem você realmente é . Começa a gostar de coisas que não gostava antes e a achar horrível aquilo que, a um ano atrás, era maravilhoso ! Na adolescência , você descobre a sua “turma de amigos,” a sua “tribo” e vê que os Pais não são mais aquela compania para tudo. Embora, lembre-se que os seus Pais são os seus melhores conselheiros!

Você vai querer mudar o mundo, vai se inconformar com as injustiças, vai gostar do novo… vai criar uma identidade própria. Por isso , curta essa fase maravilhosa! Ela não voltará mais. Descubra-se ! Mas fique longe das drogas, do álcool, seja responsável! O adolescente acaba entrando em furadas, quando se sente o todo poderoso. No melhor estilo: “Não vai acontecer comigo!” Mas acontece.

Gravidez indesejada, envolvimento com drogas, acidentes pelo uso de bebida alcoólica,… são alguns dos perigos que estão em seu caminho. Cuide-se, seja responsável consigo e com os outros, e , descubra a vida que tem pela frente !

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