Anúncios
Skip to content

Pais, entendam o cérebro de seu adolescente!

Sou mãe também e meu filho está saindo da adolescência. Eita, tempo complicado, não é?

Um filho não vem com manual e nosso adolescente de plantão fica diferente a cada dia. Parece que acorda diferente do que dormiu e ai a gente tem vontade de perguntar: ” O que aconteceu com o(a) meu ( minha) menino(a)?”

Bom… já ouvi de um educador que a criança vem sim com um manual de instruções, eles pedem limites, clamam por liberdades, por responsabilidades… o complicado é saber ” ler” esses sinais.

Talvez, a neurociência nos ajude. Cada vez mais, temos mais informações sobre o funcionamento deste é órgão maravilhoso e que pouco conhecemos.

Veja aqui alguns fatos que foram descobertos sobre o cérebro do adolescente:


 

3

  1. Período crítico de desenvolvimento: 

    Vagamente definida como o período entre 11 a 19 anos, a adolescência é considerada um período crítico de desenvolvimento – e não apenas na aparência.

    “O cérebro continua a mudar ao longo da vida, mas há grandes saltos no desenvolvimento durante a adolescência”, explica Sara Johnson.

    E assim como um adolescente pode passar por um processo de crescimento desajeitado, ele pode também adquirir novas habilidades cognitivas e competências durante essa fase da vida, conta Sheryl Feinstein, autora da obra “Dentro do Cérebro Adolescente: Ser Pai é um Trabalho em Progresso”

  2.  Cérebro ainda florescendo:  

    Os cientistas costumavam pensar que apenas bebês possuíam uma superabundância de conexões neuronais, que são “podadas” em um arranjo mais eficiente ao longo dos três primeiros anos de vida.

    No entanto, estudos de imagens cerebrais feitos nos últimos anos descobriram que uma segunda explosão de brotamento neuronal acontece logo antes da puberdade. O pico ocorre aos 11 anos para as meninas e aos 12 nos meninos.

    As experiências de adolescentes – desde ler romances de vampiros até aprender a dirigir – moldam esta nova massa cinzenta, seguindo principalmente a estratégia de “use ou esqueça”, diz Johnson. A reorganização estrutural continua até os 25 anos de idade, apesar de pequenas mudanças permanecerem por toda a vida.

  3. Novas competências mentais:  

    Devido ao aumento da massa cerebral, o cérebro adolescente se torna mais interligado e ganha poder de processamento, explica Johnson.

    “Adolescentes começam a ter as habilidades computacionais e de tomada de decisão de um adulto, caso tenham determinado tempo e acesso à informação”, diz.

    Porém, no calor do momento, suas decisões podem ser excessivamente influenciadas pela emoção, tendo em vista que seus cérebros confiam mais no sistema límbico (o banco emocional do cérebro) do que o córtex pré-frontal, mais racional, conta Feinstein.

    “Esta dualidade de competência do adolescente pode ser muito confuso para os pais”, comenta Johnson. Isso significa que, por vezes, os adolescentes fazem coisas estranhas como socar a parede ou dirigir rápido demais, mas quando perguntados da razão, eles não conseguem achar motivos racionais para seus atos.

  4. Birras adolescentes:  

    Adolescentes estão no meio da aquisição de novos conjuntos de habilidades incríveis, especialmente quando se trata de comportamento social e pensamento abstrato.

    Entretanto, eles ainda não são bons em usar essas novas capacidades mentais. E quem acaba sendo os cobaias? Principalmente, os pais. Muitos adolescentes veem o conflito como um tipo de autoexpressão e podem ter dificuldade para se concentrar em uma ideia abstrata ou para compreender o ponto de vista dos outros.

    Assim como quando se lida com as birras de primeira infância, os pais precisam se lembrar de que o comportamento teen “não é uma afronta pessoal”, aconselha Johnson.

    “Eles estão lidando com uma enorme quantidade de informações sociais, emocionais e cognitivas, e têm habilidades subdesenvolvidas para lidar com isso. Eles precisam de seus pais – as pessoas com o cérebro adulto mais estável – para ajudá-los, mantendo a calma, ouvindo-os e sendo bons modelos”, acrescenta Feinstein.

     

  5.  Emoções intensas:  

    “A puberdade é o início de mudanças importantes no sistema límbico”, diz Johnson, referindo-se à parte do cérebro que não só ajuda a regular o ritmo cardíaco e os níveis de açúcar no sangue, mas também é fundamental para a formação de memórias e emoções.

    Parte do sistema límbico, a amídala liga as informações sensoriais às respostas emocionais. O seu desenvolvimento, juntamente com as alterações hormonais, pode dar origem a novas experiências intensas de raiva, medo, agressividade (inclusive para si mesmo), excitação e atração sexual.

    Ao longo da adolescência, o sistema límbico está sob maior controle do córtex pré-frontal, a área logo atrás da testa, associada com o planejamento, o controle de impulsos e o pensamento de ordem superior.

    Enquanto outras áreas do cérebro começam a ajudar a processar a emoção, os adolescentes mais velhos ganham mais equilíbrio nesta área. Até lá, porém, muitas vezes eles são mal-interpretados por professores e pais, diz Feinstein.

    “Você pode ter todo o cuidado possível e ainda assim causar choro ou raiva porque eles simplesmente interpretam mal o que você diz”, completa

  6.  O prazer de ter amigos:  

    À medida que os adolescentes se tornam melhores no pensamento abstrato, sua ansiedade social aumenta, de acordo com pesquisas.

    O raciocínio abstrato torna possível considerar as perspectivas a partir dos olhos do outro. Os adolescentes podem usar esta nova habilidade para especular sobre o que os outros estão pensando deles. Em particular, a aprovação dos amigos tem se mostrado altamente gratificante para o cérebro adolescente, conta Johnson, e pode ser a razão pela qual adolescentes são mais propensos a correr riscos quando outros adolescentes estão ao redor.

    Amigos também fornecem aos adolescentes uma oportunidade para aprender habilidades como negociação de compromisso e planejamento em grupo. “Eles estão praticando habilidades sociais de adultos em um ambiente seguro, e realmente não são bons nisso no começo”, conta Feinstein. Assim, mesmo que tudo que eles façam seja conversar com seus amigos, os adolescentes estão trabalhando duro para adquirir habilidades importantes para a vida.

  7.   A percepção de riscos:

    “Os freios são acionados um pouco mais tarde do que o acelerador do cérebro”, compara Johnson, referindo-se ao desenvolvimento do córtex pré-frontal e o sistema límbico, respectivamente.

    Ou seja, “os adolescentes precisam de doses mais elevadas de risco para sentir a mesma quantidade de emoção dos adultos”, explica.

    Juntas, essas alterações podem tornar os adolescentes vulneráveis ​​ao envolvimento em comportamentos de risco, tais como uso de drogas, envolvimento em brigas, etc. Ao final da adolescência, aproximadamente dos 17 anos em diante, a parte do cérebro responsável pelo controle dos impulsos e pela perspectiva de longo prazo ajuda os adolescentes a refletir melhor sobre alguns dos comportamentos que eles tiveram no meio da adolescência.

  8.   A importância (ainda) grande dos pais: 

    Segundo Feinstein, um levantamento com adolescentes revelou que 84% pensa muito em sua mãe e 89% em seu pai. E mais de três quartos das adolescentes gostam de passar tempo com seus pais: 79% curtem a presença da mãe e 76% gosta de se divertir com o pai.

    Uma das tarefas da adolescência é a separação da família, o que cria uma certa autonomia, observa Feinstein, mas isso não significa que os adolescentes não precisam mais dos pais – mesmo que digam o contrário.

    “Eles ainda necessitam de algum apoio e procuram seus pais para fornecer esse apoio”, explica. “Um pai que decide tratar o filho de 16 ou 17 anos como um adulto está se comportando de forma injusta e condenando-o ao fracasso na vida adulta”.

    Uma das melhores maneiras de ser um bom pai para um adolescente, além de ser um bom ouvinte, é ser um bom modelo, especialmente ao lidar com o estresse e outras dificuldades da vida. Os adolescentes estão constantemente tentando descobrir como superar esses novos desafios, e observar os pais nessas situações é natural.

  9. A necessidade (ainda) grande de sono:  

    É um mito que os adolescentes precisam de menos sono que as crianças. Ambos necessitam de 9 a 10 horas por noite, embora a maioria não atinja a marca desejada. Parte do problema é uma mudança no ritmo circadiano durante a adolescência. “Faz sentido para o corpo do adolescente levantar mais tarde e ficar acordado até mais tarde”, diz Johnson.

    Porém, devido aos horários das aulas, muitos adolescentes acumulam o débito de sono e “tornam-se cada vez mais prejudicados cognitivamente”, comenta Johnson. A privação de sono só agrava o mau humor e atrapalha a tomada de decisão. Além disso, o sono auxilia na reorganização crítica do cérebro adolescente

  10. “Eu sou o centro do universo – e este universo não é bom o suficiente!”:   

    As alterações hormonais na puberdade têm enormes efeitos no cérebro, uma das quais é o estímulo à produção de mais receptores de ocitocina.

    Enquanto a ocitocina é frequentemente descrita como o “hormônio do vínculo afetivo”, a maior sensibilidade aos seus efeitos no sistema límbico também tem sido associada à sensação de autoconsciência, fazendo com que um adolescente realmente pense que todos estão olhando para ele. Segundo pesquisadores, esses sentimentos atingem o pico em torno dos 15 anos de idade.

    Embora isso possa fazer com que um adolescente pareça egocêntrico (e em sua defesa, eles têm que enfrentar muita coisa acontecendo ao mesmo tempo), as mudanças no cérebro adolescente podem igualmente impulsionar alguns dos esforços mais idealistas enfrentados pelos jovens ao longo da história.

    “É a primeira vez que eles estão vendo a si mesmos no mundo”, diz Johnson. Seu sentido de maior autonomia abre os olhos para o que está além de suas famílias e da escola. “Eles estão se perguntando talvez pela primeira vez que tipo de pessoa querem ser e que tipo de lugar querem que o mundo seja”, acrescenta.

    10

Anúncios

Educoteca

Novidades na Rede:

Agora, não tem mais razão de não querer ler. Vê só que maravilha: Educoteca tem livros interativos e em PDF tudo lindinho ” pra” você leitor !

Ler é abrir janelas, viajar sem sair do lugar, não precisa de passagem e nem de bagagem pesada. Vamos lá?

Visite e me conte depois!

Verticalização

Já escrevi sobre esse tema . Mas vou explorar mais um pouco neste post.

Sou Professora de uma escola particular no Rio de Janeiro que tem propostas ótimas. Fui aluna deste colégio e sou fruto destas propostas. Esse colégio se chama Don Quixote e pelo nome já dá para adivinhar que tipo de pessoa é formada ali: Os sonhadores, os inconformados e os que lutam contra “os moinhos de vento!”

Uma destas propostas é verticalizar. É assim:

Propomos um tema para o projeto e dividimos todos os segmentos em grupos. Cada grupo tem ao menos 2 alunos de cada ano. Então no turno da manhã, temos grupos com alunos de 6o, 7o, 8o , 9o anos e de Ensino Médio. Cada grupo tem alunos de todas as turmas.

O tema deste ano no Projeto foi Palavra de Honra. “Qual Palavra eu vou empenhar para fazer um Brasil melhor?” Isso que foi discutido e apresentando por cada grupo em forma de Jornal da TV.

A grande vantagem de uma Verticalização é trabalhar com o diferente. Os alunos de 6o e 7o anos têm que ter voz e vez como os de Ensino Médio. Os alunos de Ensino Médio aprendem que os menores têm muito o que ensinar. E essa mistura dá muito certo. No fim temos um grupo unido, trabalhando, fazendo, ousando… E é uma das estratégias para evitar o bullyng.

Veja bem: se o aluno se vê trabalhando com o menino de outra turma. Ouvindo, valorizando e respeitando este menino; ele não tem como fazer o bullyng. Como maltratar seu colega de grupo ?

Neste ano de 2010, nós tivemos excelentes resultados na verticalização. Os alunos do Colégio don Quixote empenharam a sua palavra para que esse país “mostre a sua cara”! E aprenderam a “com viver”. Aprenderam a esperar a sua vez, a respeitar o diferente, a respeitar o tempo do outro, a assumir suas limitações e a ser responsável por suas ações.

Verticalizar no fundo é ensinar ao aluno que cada um tem seu valor e que ninguém é totalmente desprovido de habilidades.

Doe um Livro

O nome da Campanha diz tudo. Talvez aquele livro que você tem e que a muito foi esquecido na prateleira, faça alguém feliz. Por isso, doe um livro neste Natal.

A Campanha já está do Twitter ( @doeumlivro) e tem muitos seguidores, inclusive eu! Vá no site – http://doeumlivro.com.br/ – ou envie um email para contato@doeumlivro. Vale qualquer livro, exceto os didáticos.

Vamos lá ?

Essa é para se divertir!

Gato mais feio da Inglaterra encontra um lar!

Leia mais no G1 : Planeta Bizarro

Futebol, atrito e altitude.

Vamos aos fatos ?

Quem nunca ouviu falar que a Seleção Brasileira de Futebol sofreu para jogar em uma cidade cuja altitude é elevada ? Como por exemplo na cidade do México, com a altitude de 3.000-3.600 m acima do nível do mar, para onde os jogadores têm que ira bem antes do jogo acontecer.  Vamos ver o que acontece ?


Continue Reading →

Um Poema!

Um poema para enfeitar a alma e refletirmos um pouco:

Eu sei, mas não devia

(Marina Colasanti)

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.

E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.

E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.

As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.

Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães,
a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.

Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.

Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo
e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se
da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta,
de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Não se acostume com as injustiças, com os medos, com a infelicidade, com a falta de oportunidades….

Não se poupe para não chorar e assim perder o que a vida te proporciona. Arrisque-se para ter coisas legais e para ser uma pessoa melhor! Coragem…

Blogs Voluntários II

Vírus e Segurança na Internet

Cuidado com os emails que recebe!

Cuidado com os links que você clica !

Cuidado com as mensagens que você vê !

Cuidado… Cuidado…

Mas … Qual é a razão de tantos cuidados?

Tem muita coisa legal na Internet. Uma delas é que tem de tudo, de tudo mesmo! Uma receita, um texto legal, uma imagem,coisas para comprar, fazer e ver. Mas também… Tem pessoas mal intencionadas. 

Tem gente ( ou grupos de pessoas) que monta um programinha que se instala em seu computador e que pode fazer miséria: destruir seus arquivos, pegar informações suas ( contas, senhas, dados,..) ou até tomar conta de seu email e ficar mandando pra todo mundo cópias dele mesmo. São os vírus!

E como um vírus se instala? Ele pode vir por um email de uma amiga que te mandou aquela apresentação linda de slides , que veio do amigo do amigo do vizinho da namorada do melhora amigo da fulana que não mora mais no Brasil… Sabe como é… passou por tanta gente, que não se sabe mais com o vírus foi instalado. Ou pode ser que um vídeo ou um link mandado por alguém ( que nem sabe que está infectado) ,via sites de relacionamento ( como o Orkut), venha com esse programinha maldito.

O vírus é auto-executável. Quer dizer: toda vez que você liga o computador ou entra em seu banco ou acessa o seu email… ele dará o ar de sua graça e começará a fazer o que foi programado a fazer: roubar senhas, mandar mensagens,… E pior de tudo… você não percebe e quando percebe.. já foi.

Se seu computador está lento e se seu banco te pede informações mais de uma vez ( quando o comum é pedir uma vez só) … barbas de molho! Pode ser vírus. Uma boa dica é ter um anti vírus – uma vacina – como o AVG ou Norton, para evitar infecções.

Outra dica, além de ter um bom anti vírus, é suspeitar: não abra mensagens suspeitas. Evite abrir apresentações e anexos em seu email – a não ser que venha de fonte muito confiável, mas lembre-se da história da mensagem que seu amigo lhe mandou,  que recebeu do amigo da namorada do vizinho, que recebeu do tio do amigo , que recebeu da mãe… Você já nem sabe onde andou aquilo. E muito cuidado com os sites de relacionamentos – como o Orkut- apesar de eles mesmos pedirem para a gente se cuidar e de eles criarem listas de spam… Barbas de molho com estes sites.

Aqui vai uma lista de tipos de vírus:

“Vírus – o vírus é um pequeno trecho de programa que se sobrepõe ao programa real. Um vírus pode atacar programas, como um programa de planilhas. Cada vez que o programa de planilha é executado, o vírus também o é, tendo a chance de se reproduzir (atacando outros programas) ou causar destruição.” ( HowStuffWorks)


  • Vírus de e-mail – um vírus de e-mail circula em mensagens de e-mail, geralmente replicando-se com o envio automático para dezenas de outras vítimas tiradas do catálogo de endereços do e-mail.
  • Worms – o worm é um trecho de um programa que utiliza redes de computadores e falhas de segurança para se replicar. Uma cópia de um worm procura por uma outra máquina na rede que possua uma falha de segurança específica. Ele se copia na outra máquina utilizando-se da falha de segurança e então começa a se replicar a partir da outra máquina também.
  • Cavalo de tróia – o cavalo de tróia é simplesmente um programa de computador. O programa alega fazer uma coisa (pode fingir ser um jogo), mas em vez disso ele causa danos quando é executado (ele pode apagar seu disco rígido). Cavalos de tróia não se replicam automaticamente.

Movimento Blogs Voluntários

Participem

Blog Voluntário


“O Movimento Blog Voluntário está de volta para agitar a blogosfera em torno de uma boa causa. 


Dia Global do Voluntariado Jovem, na verdade, são três. Dias 24, 25 e 26 de abril, pessoas do mundo inteiro trabalham para melhorar o ambiente global e local. 

No ano passado, com objetivo de dar uma mexida na Internet, realizamos o Dia Global do Voluntariado Jovem também no mundo on-line, com o Movimento Blog Voluntário, uma ação voltada ao combate do analfabetismo digital. 

Com o sucesso do Movimento Blog Voluntário 2008 ampliamos as ações para 2009. Funciona assim, os blogs escreverm posts para ajudar pessoas iniciantes no mundo virtual. Esse ano nós reuniremos os melhores posts em um e-book, livro em PDF, que funcionará como um guia para essa galera. 

Ctrl C + Ctrl V nessa idéia! E faça a diferença na vida de muita gente. “

 

Saiu na Veja online

Saiu uma matéria de um pouquinho do meu trabalho na Veja online.

Quem quiser dar uma conferida : http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/papel-professor-manter-se-antenado-430583.shtml

 

%d blogueiros gostam disto: