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Gigogas nas Praias da Barra da Tijuca

Gigogas chegam à Praia da Barra

Todos os anos é a mesma notícia, talvez mais contundente ou mais veemente, só que é uma verdade: essas plantas aquáticas se espalham pelas praias da Barra e Recreio no Rio de Janeiro.

A planta em si, não é o problema. O problema é que ela indica uma grave poluição no complexo lagunar de Jacarepaguá.

Complexo Lagunar de Jacarepaguá

O que são as Gigogas?

Gigoga, Aguapé, Iguapé, Mururé, Camalote, Rainha-dos-lagos, Jacinto-d’água, Baroneza, Murumuru, Pavoa, Pareci. Em cada canto que ela aparece recebe um nome diferente, mas todos eles denominam a mesma planta: a Eichhornia crassipes.

São plantas aquáticas filtradores, que absorvem os restos orgânicos que estão diluídos na água para fazer a fotossíntese. Ela também auxilia na alimentação e reprodução de diversas espécies aquáticas. Suas raízes são utilizadas como alimento, proteção para pequenos peixes e serve como locais de desova.

Quando há abundância destes restos orgânicos, elas se reproduzem muito.

Qual é o problema?

O “boom” de reprodução da Gigoga é uma resposta ao grande derramamento de esgoto sem tratamento nestas lagunas. Significa que o Complexo Lagunar está lotado de cocô, na linguagem informal. Isso mostra que as lagunas estão morrendo, a taxa de oxigênio está baixa e algumas espécies podem estar em risco de extinção.

#FICAADICA

Muita Gigoga na praia é um sinal de alerta, sinal que as lagunas estão morrendo e portanto estamos perdendo a batalha na proteção do meio ambiente.

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Especiação

Uma dúvida que vem aparecendo é essa:

Como surgem as novas espécies?

Assista a explicação abaixo.

Em tempo: a explicação está bem resumida para responder exatamente a pergunta feita.

Ciências para Crianças Pequenas

Não há nada mais espetacular que ver as caras de espanto e a curiosidade das crianças pequenas quando são expostas aos experimentos de ciências. Os pequenos são “perguntadores” e no fim, Ciências conta com isso: perguntas que ainda não têm respostas.

Minha proposta é tornar isso um hábito nas salas de educação infantil. Faça da sua aula um espaço de experimentação e observação. Observar é uma atividade que deve ser orientada. E os nossos pequenos alunos devem começar desde cedo.

Um dos objetivos de aprendizagem na Educação Infantil que está na BNCC é :


(EI03ET02) Observar e descrever mudanças em diferentes materiais, resultantes de ações sobre eles, em experimentos envolvendo fenômenos naturais e artificiais.

BNNC – Educação Infantil

Sugestão de experimentos:

Vou sugerir dois experimentos simples. Faça em sua sala de aula e converse com os alunos. Deixe os meninos e meninas se expressarem. Deixe-os falar e registre suas ideias. As explicações têm que ser dadas lavando em conta a idade e a maturidade da turma. Mas explique.

Cuidado: água quente

O que é polinização?

Essa é outra pergunta recorrente no Dicas.

Para entender, veja o vídeo abaixo:

Células Haploide e Diploide

É uma dúvida recorrente, então vamos à ela:

Qual é a diferença entre células haploide e diploide?

Veja o vídeo abaixo e tire as suas dúvidas…

Gêmeos Semi-idênticos

Um fenômeno raro que tem explicação

Essa semana esse acontecimento bem raro na ciência apareceu de todas as maneiras. E eu não poderia ficar de fora desta explicação.

É muito raro acontecer este caso, mas a natureza testa a nossa curiosidade. Você quer entender este caso de gêmeos semi-idênticos? Veja o vídeo abaixo e deixe seus comentários.

Para ajudar, veja o infográfico abaixo:

Clique aqui e acesse a matéria da BBC

Plano de Aula – 9º ano

Quais as condições para haver vida na Terra? E se você criasse um planeta, ele teria condições para você e seus amigos viverem nele?

Essas são perguntas usuais que todo aluno já se fez. E se você as fizessem para eles? Nessa aula temos que ter em mente uma das competências da BNCC ( Base Nacional Comum Curricular):


Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

Competência Geral 4

Muito mais que ” achismos”, devemos trabalhar fatos científicos que ajudem o aluno a ter argumentos sólidos. Isso é Ciência.

Habilidade trabalhada na aula:

A habilidade escolhida para essa aula é:

(EF09CI16) Selecionar argumentos sobre a viabilidade da sobrevivência humana fora da Terra, com base nas condições necessárias à vida, nas características dos planetas e nas distâncias e nos tempos envolvidos em viagens interplanetárias e interestelares.

Habilidade do 9º ano de Ciências do Ensino Fundamental

Para isso baixe o plano de aula e a sugestão de Slides:

Plano de aula

Plano de aula -8º ano

Alinhado com a BNCC

Muitas pessoas têm me pedido mais planos de aula alinhados com a Base Curricular. Acho que esses planos podem servir somente de sugestão, de inspiração…

A grande novidade da Base, ao menos no que tange as Ciências, é a ideia de espiral no conteúdo. O conteúdo, de certa maneira, vai e volta mas as habilidades tornam-se mais complexas.

Neste caso, vamos trabalhar a seguinte habilidade:

(EF08CI14) Relacionar climas regionais aos padrões de circulação atmosférica e oceânica e ao aquecimento desigual causado pela forma e pelos movimentos da Terra.

8º ano do ensino fundamental

Vamos partir de duas experiências e da discursão de como se formam as correntes marinhas. Veja, que essa habilidade não se esgotará nessas aulas. Podemos retornar à ela em outros momentos

Material para Baixar:

Plano de Aula

Fichas dos Experimentos

Apresentação sobre as correntes marinhas:

Plano de Aula e BNCC

Um pedido de uma Professora querida da Rede Conectando Saberes…

Uma das coisas que mais prezo em minha profissão é a troca de ideias. A gente aprende a ser professor com essa prática, quase na sala dos professores com seus pares.

Aqui a ideia é pegar uma habilidade da BNCC e montar um plano de aula. Vamos lá?

A habilidade é essa:


(EF07CI02) Diferenciar temperatura, calor e sensação térmica nas diferentes situações de equilíbrio termodinâmico cotidianas

7º ano

Sempre que posso parto de uma experiência para começar a aula. Faça a experiência do vídeo abaixo com os alunos. Você pode dividir em grupos ou montar um experimento só e pedir ajuda de voluntários, que irão relatar o que está acontecendo.

O importante aqui é não entregar o jogo. Não explique o que vai acontecer, deixe acontecer

Cuidado: temos que usar a água morna mas não muito quente para não queimar ninguém.

A partir desse vídeo podemos usar o plano de aula abaixo juntamente com a sugestão de ficha de anotação.

Plano de aula.

Ficha Individual de Anotação ( aluno)

Importante:

Essa aula foi pensada para 3 tempos de 50 minutos cada: a parte do experimento e construção de conceitos de Calor, Temperatura e Sensação térmica em 2 tempos de 50 minutos cada. E a parte de Homeotermia e Heterotermia no outro tempo de 50 minutos.

E esse plano de aula já deixa o gancho para outra habilidade na BNCC:


(EF07CI04) Avaliar o papel do equilíbrio termodinâmico para a manutenção da vida na Terra, para o funcionamento de máquinas térmicas e em outras situações cotidianas.

7º ano

Plano de Aula – Primeiro Dia

O que fazer?

Aula é sempre um momento de reinventar. Por mais anos que tenhamos, por mais estrada percorrida,… sempre teremos aquele frio na barriga.

No post sobre sugestões de planos de aula, muitos pedidos foram feitos mas o que mais me chamou atenção foi: ” preciso sair da mesmice no primeiro dia de aula!”

O plano que está em anexo tem essa ideia. Saía da mesmice.

Uma sugestão de Plano de Aula

Em grupos de 4 ou 5 alunos que eles mesmos escolham, você pode perceber já no primeiro dia de aula um pouco de cada um: os líderes, os organizados, os que escrevem, os que observam, os tímidos…

Deixe o grupo escolher a função de cada um:

  • Líder( L): que toma conta do tempo, faz com que o trabalho flua.
  • “Perguntador” (P): o único do grupo que pode perguntar para você ( isso organiza a bagunça). Ele vai reunir as perguntas e fazer para você. Combine como será feito.
  • Mediador (M): aquele que faz com que cada um tenha vez e voz.
  • Repórter / Escritor ( R/E): aquele que vai falar pelo grupo no final de cada etapa e fazer anotações. Pode ser um ou dois alunos ( neste último caso cada um com uma função diferente)

Explique as funções e os deixe escolher. Esse é o momento de mapear os Líderes naturais da sala. Se eles se conhecem, esse etapa se dá de maneira rápida. Se não, pode levar mais tempo.

Use o Plano de Aula como Guia, mas nunca como uma Grade:

Adapte o plano de aula que criei. Ele tem três etapas bem definidas:

  • A apresentação de cada aluno para o grupo. Mesmo se conhecendo faça perguntas que, geralmente, não são feitas em sala: o que você gosta? O que te irrita? Quem são seus melhores amigos? Como se sente na escola?
  • Uma tempestade de lembranças do que sabem em Ciências. Essa parte, deixe-os livres para perceberem o que sabem. Mesmo que os conceitos/palavras não correspondam ao correto.
  • O que levo de Ciências no meu cotidiano? Aqui eles devem ligar o que sabem ao que fazem. Uma coisa é saber, outra é transferir para o seu dia-a-dia.

A cada etapa, deixe um tempo para o Repórter levar para outro grupo o que debateram. Peça para não repetirem de grupo.

No final…

Peça para cada Repórter de cada grupo relatar as conclusões tiradas em cada etapa.

Escreva no quadro os tópicos importantes para que todos vejam.

Nunca esqueça…

Você é o mediador. Não corrija muito pois essa é a etapa de diagnóstico.

Material para baixar:


Plano de aula.

Folha de Planejamento para as suas anotações .

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