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Aprovada a BNCC

É um orgulho imenso ter sido parte desta onda. Sabemos que em qualquer país onde a educação funcionou, existe uma base curricular por trás dele.

O nosso país é imenso, temos uma diversidade imensa de culturas mas temos o dever de dar equidade para a educação. Todos os meninos e todas as meninas têm que ter o direito de aprender o básico e por isso a Base Nacional Curricular Comum é de suma importância.

Ontem, dia 15 de dezembro de 2017, ela foi aprovada e teremos o ano de 2018 para reestruturar os currículos para em 2019, efetivamente, acontecer nas escolas.

Longo caminho…

Mas o que é a base?

A Base é o mesmo que o Currículo?

Não, a BNCC diz onde chegar e o que se espera do nosso aluno ao terminar o ensino fundamental. A parte que foi aprovada agora vai até o 9º ano.

O Currículo é como isso será feito. Claro que a Base não dará conta de tudo e por isso temos que cuidar para cada município ter um currículo bem feito.

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A Base só serve para o ensino público?

Não, a base tem força de lei e serve para qualquer rede pública e particular.

Neste ponto é interessante pensarmos que nossos alunos da rede pública terão que aprender o mesmo que o da rede particular.

Pais e responsáveis terão clareza do que o filho tem direito de aprender em cada ano de escolaridade.

Mas a Base vai engessar o Professor…

Nunca. A BNCC foi pensada para 60% do ano letivo, os outros 40% serão preenchidos por cada singularidade de cada lugar.

E lembre que é uma Base, é onde vamos chegar … o como caberá a cada currículo.

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E o Professor ? Não foi consultado?

Sim! A sociedade como um todo pode contribuir. Eu mesma ajudei a fazer a BNCC. Claro que ela não é a salvação da lavoura mas é um passo importante para termos um educação de qualidade para todos e todas.

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LINKS para Saber Mais:

Portal do MEC – BNCC

Guias para Implantação da BNCC

O que você precisa saber sobre a Base?

O que você achou sobre a informações dadas?

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Uma pesquisa de Opinião

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As Redes Sociais e a Educação.

Em um mundo complexo, com 7 bilhões de habitantes e com ( quase todos) acesso as redes sociais…

O que fazemos nas escolas?

Desconectamos os alunos do mundo. É um dos poucos momentos do dia, que nosso aluno está desconectado. Mas você pode estar pensando: mais uma ideia de maluco.

Vamos pensar juntos?

Não precisamos ser disruptivos, mas podemos ser incrementais.

As redes sociais estão no dia-a-dia de nossos alunos. Devagar, podemos pensar em usar isso ao nosso favor e fazer com que eles aprendam e interajam via os Faces da vida. Mais que isso: podemos trabalhar com o nosso aluno o jeito de lidar com essas mídias.

Quantos de nós não repassam notícias sem saber a veracidade dos fatos? Ou leem o cabeçalho de um post e já entram em uma do “não concordo’? Ou colocam coisas em sua timeline que podem depor contra o seu perfil profissional? Por que não trabalhar isso em sala?

Foco na solução e no interesse dos alunos.

E se houvesse uma maneira de integrar o uso das redes sociais ao sistema de ensino das escolas, de forma segura e funcional?

Esta proposta surge pelo fato de que as redes sociais modificaram a maneira como nos comunicamos e nos relacionamos. Aliadas aos smartphones, elas passaram a fazer parte do nosso dia a dia, podendo ser acessadas em qualquer lugar, a qualquer hora. Também por isso, podem ser uma importante ferramenta de comunicação, principalmente para instituições de ensino. A questão é que, se utilizadas de forma errada, as redes sociais podem criar grandes problemas para a Escola.

Segue a proposta com algumas Dicas:

Clique na imagem:


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Para baixar o PDF, Clique aqui: Redes Sociais e Educação

Currículo e Competências Socioemocionais

São Paulo deu o primeiro passo!

Que inveja!

Montou um currículo que inclui as Competências Socioemocionais nele. E mais… já pensou em formação de Professores. Porque vamos combinar… não somos formados para isso. Aprendemos teorias, correntes filosóficas, muito blá, blá, blá… Mas não somos preparados para lidar com tais competências.

Mas o que é isso?

Competências Socioemocionais…

Sentir, ter empatia, ser resiliente, curioso(a), focar em um objetivo, ser criativo(a), trabalhar em equipe… tudo isso se espera de um profissional. Do que adianta o cara saber muito de um processo altamente específico, de calcular como funciona uma peça e não saber compartilhar o seu conhecimento com outro? Ou um líder que sabe muito de seu cargo, das leis, mas não tem nenhuma simpatia pelo que o outro sente?

Isso tudo pode ser trabalhado na escola. Não como uma matéria específica mas como parte transversal de todas.

As competências socioemocionais são habilidades que você pode aprender; são habilidades que você pode praticar; e são habilidades que você pode ensinar

Veja algumas competências que estão relacionadas ao Socioemocional.

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O Big Five

Entre os psicólogos, tem crescido o reconhecimento de que é possível analisar a personalidade humana em cinco dimensões, conhecidas como Big Five:

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Trabalhar para que o aluno ganhe um pouco de cada uma dessas dimensões pode ser uma ajuda. Não que o menino de tímido vá virar um astro do rock. Mas ele pode aprender a trabalhar essa timidez. Podemos sim ajudar nossos alunos nisso.

Por exemplo: já tive alunos altamente resistentes ao novo. Eles tinham medo de errar, então não arriscavam. Com cuidado, fui mostrando que errar não era coisa tão feia assim. E meu primeiro passo era mostrar que eu errava e portanto… tudo bem. Depois, comecei a propor novidades e coloca-los como meus ajudantes no meu pensar.

Cada dia eles se mostravam mais abertos ao novo.

Também trabalhei a resiliência. Todos eles tinham uma enorme dificuldade de lidar com suas falhas e aquilo atrapalhava em projetos novos. Fui tirando esses meninos da zona de conforto: não deixava mais eles sentarem nos mesmos lugares em sala, ou trabalharem em um mesmo grupo… claro que lentamente.

Aproxime-se do seu (sua) aluno(a)…

Nada é mais prazeroso que sentar e escutar seu (sua) aluno(a). Mas se o currículo só vê o menino como um repositório de conteúdo… a gente fica meio preso. O cognitivo e o socioemocional têm que andar junto.

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Então, enquanto nosso currículo não nos facilita ( aliás os pensantes em educação nunca o fazem, com raríssimas exceções) explore as possibilidades.

Professores de Ciências têm uma carta na manga. Já experimentou conversar sobre as angústias e as delícias de ser adolescentes com seus alunos? Pare e ousa. O que eles sentem e querem não é muito diferente do que sentíamos e queríamos. O pano de fundo mudou, mas os atores sentem o mesmo.

Converse com eles e gaste esse tempo em ouvir.

A BNCC comum nos dá uma ajuda.

A versão atual da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) defende o desenvolvimento integral dos estudantes, não apenas a aprendizagem de conteúdos. Nessa perspectiva, as socioemocionais devem ser estimuladas enquanto se trabalha os saberes curriculares com a turma. Elas estão citadas nos itens que compõem as competências gerais e também nas específicas. Em Matemática, por exemplo, estão listados tópicos como: enfrentar situações-problema; investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente; agir individual ou cooperativamente com autonomiaresponsabilidade flexibilidade; interagir com seus pares de forma cooperativa; sentir-se seguro da própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções.

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Em Ciências Naturais o mesmo acontece:

Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico-tec- nológicas e socioambientais e a respeito da saúde individual e coletiva, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.

Os alunos nos dão a deixa…

Se você, Professor(a), ouvir bem será surpreendido(a). Em uma sala de aula há vários autores prontos para ajudar e criar um ambiente propicio para se ensinar. Dar aula não é a mais ( somente) um exercício de ouvir,  aceitar, repetir e passar para outro tópico.

É muito mais… por isso, ser Professor(a) não é para todos. Ouça o que o seu(sua) aluno(a) diz:

 

 

A Ficha do Bicho

Certa vez, criei isso em uma turma de 5º ano de ensino fundamental. Foi um sucesso. Cada semana, um grupo se encarregava de fazer a ficha de um animal, apresentar e colar no mural.

A ideia aqui é um pouco diferente. Eu farei a ficha, mas quero contribuições de vocês, leitores, para isso preencha o formulário. Seus dados não serão divulgados, a não ser que me autorizem.

Vamos lá?

O bicho de hoje é…

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Calugo

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Sua participação:

Preencha a ficha abaixo. O seu nome pode ser citado aqui.

Sobre herbívoros e carnívoros

Há uma confusão, meio que normal nestes casos, mas a gente pode esclarecer bem rápido. Veja o vídeo e comente!

Para ver em seu celular:

Se inscreva no Canal do Dicas!

O quiz da semana é…

Vamos fazer uma brincadeira?

Você tem que ser rápido(a) nas suas respostas. Vai ter um tempo para responder e responder certo. Vamos lá?

O quiz da semana é sobre Seres Vivos Autotróficos e Heterotróficos . São 5 perguntas e você tem 30 segundos para responder as 5.

No final, coloque nos comentários quantas acertou. Que tal?

Preparado(a)? Clique na imagem abaixo:

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Ideias para o Mão na Massa

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Todo Professor sabe como é: temos que dar uma aula criativa, inovadora, bem planejada… mas.. falta tempo.

A maioria de nós trabalha em um monte de lugares e tem que dar conta de tudo, além da nossa vida privada. Então, sejamos prático. Onde podemos ter ideias?

Ideias prática, sem mi mi mi e blá blá desnecessários.  Um dos sites bem legais é do meu amigo Paulo Adriano Ferrari. O seu site é o Tecnologias para Aprendizagem Criativa e lá tem muita coisa bacana para implementar a Cultura Maker em sala de aula.

Na home do site podemos ler que:

              Este espaço foi pensado com o objetivo de divulgar a possibilidade de usarmos diferentes ferramentas e estratégias como espaços e ambientes de aprendizagem criativa focados na autoria do aluno, relacionando a experiência do entretenimento à possibilidade de desenvolvermos em nossas crianças e jovens competências e habilidades multidisciplinares

              Defendo aqui, um pluralismo epistemológico que abre mão do conteúdo pronto e acabado para se lançar na possibilidade do vazio, da experiência e do interesse de cada um. Falo, não de um vazio determinado e oco de sentido mas, sim, do vazio enquanto terreno fértil para o nascimento do novo, do não pensado, do gerador de novas idéias e novas perguntas. Acredito na ideia de aprender fazendo, unindo o conceito ao físico, a experiencia ao pensado. Defendo uma aprendizagem fundada no interesse daquele que aprende, onde o professor articula, mobiliza e estimula a exploração e a feitura de novas perguntas sobre o mundo .

             Aquele que desejar contribuir com sugestões, críticas e conhecimento, sinta-se em casa.

Fala ai…

Deixe o Dicas com a sua cara… sugira e se surpreenda.

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Aprender é fazer …

Muita gente intui isso, mas o Professor de Ciências sabe que no final se o aluno faz, ele aprende.

Quantas vezes você não está se virando de cabeça para baixo para explicar no quadro um conceito e quando faz a experiência em sala… o aluno diz: “Ah, mas é isso?”

Então… por mais trabalhoso que seja coloque a mão na massa. Eu vou tentar ser ao mesmo tempo sonhadora e pé no chão neste artigo.

Em um futuro próximo…

Adoro imaginar como seria a nossa escola com todos os avanços tecnológicos incorporados à ela. Imaginem, façam esse exercício juntos… Olhem esse vídeo e transponha a experiência para a escola.

 

Se você pensa que isso está muito distante da escola, pode estar certo. Mas temos que olhar para isso e imaginar: o que faríamos com essa tecnologia?

Eu faria muito. Colocaria na minha escola em um ambiente preparado para isso, uma sala grande, uma quadra. Levaria os alunos, deixaria a turma interagir e se divertir. Mas no lugar dos personagens da Disney, eu teria colocado no programa células, átomos, bactérias, dinossauros, insetos, plantas…

Imergir em um mundo totalmente diferente, faz com que o cérebro se ative, estimulando novas sinapses e o menino aprende.

Não levaria a turma com um roteiro pré definido, ou com um questionário… Levaria a turma para uma aula em um outro ambiente e deixaria a magia acontecer.

No aqui e agora…

Bom.. você deve estar pensando: minha escola mal tem giz e você enlouquece com a realidade aumentada. Está certo(a), Professor(a)! Mas temos que nos dar ao direito de fazer diferente e sonhar.

Para fazer diferente, não precisamos de tanto, porém precisamos dos mesmos princípios: experimentar, arriscar e deixar a magia acontecer.

A magia pode acontecer de várias maneiras e com uma simplicidade que só o cientista e a criança conhecem.

 

Vejam que aqui os recursos são simples: uma folha de papel para servir de base, tiras de papel alumínio, uma bateria tipo moeda e uma lâmpada pequena de led.

Pronto… deixe a magia acontecer.

Dependendo da criança, da idade e dos seus objetivos dá para ensinar muita ali.

Por que tem que ter duas tiras de alumínio?

E se eu trocar o alumínio por tiras de borracha?

Por que a menina teve que “virar o Led”?

E se colocarmos mais leds? Funciona?

Formando pessoas que pensam Ciências…

Pensar ciências não é só colocar um conjunto de definições na cabeça dos meninos. Temos que alfabetiza-los cientificamente. Reparem no vídeo. As meninas, incentivadas pela Professora, tentam até conseguir. Uma ajuda a outra, dá palpite e conseguem. A alegria de conseguir é o troféu no fim.

Isso é pensar cientificamente. Usar a capacidade cerebral para fazer e ao fazer, aprender. Ao aprender, poder repetir o que foi feito e relatar.

Por isso, não deixe de sistematizar. Faça pequenos resumos, faça desenhos com os alunos, registros em grupos e individuais.

Assim o cérebro aprende. Deixe as crianças se surpreenderem e deixe a magia acontecer.

“A imaginação muitas vezes conduz-nos a mundos a que nunca fomos, mas sem ela não iremos a nenhum lugar.”

― Carl Sagan

 


Para saber mais: PORVIR – Diário de Inovação

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