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Exercício Resolvido – Genética

Dúvida de um leitor para um exercício de genética do Sistema ABO:

Márcia e Danilo é um casal, e planejam ter um filho, Márcia tem tipo sanguíneo O+ e Danilo tem tipo sanguíneo A-. Danilo apresenta em seu genótipo do tipo sanguíneo um gene recessivo. Qual a probabilidade desse casal ter um menino com o tipo sanguíneo O-?


Veja o Vídeo abaixo e tire as suas dúvidas:

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Dia dos Professores

Uma homenagem para todos os Professores:

O que é?

Seleção Natural?

Veja o vídeo e tire suas dúvidas!

OGM- O que são?

Mais uma dúvida que acho que podemos tirar em um minuto.

Veja o vídeo.

Curta nosso canal no YouTube!

Bingo Científico- Plano de Aula

Uma sugestão para tornar a aula mais animada, fazer uma pequena avaliação ou revisão e ainda colocar a turma para estudar.

Faça um jogo em sua sala de aula. Baixe o plano abaixo e adapte a sua realidade:

Plano de Aula

 

STEM- Por que devemos adotar?

Stem é um termo, em inglês, usado para designar o campo do conhecimento composto por ciências, tecnologia, engenharia e matemática (science, technology, engineering, and mathematics). O acrônimo é utilizado, principalmente, para caracterização de currículos de instituições de ensino ou como forma de dar ênfase às áreas de conhecimento de determinada política pública de educação.

stem logo

Os países que alcançaram excelência no ensino de Ciências e Matemática usaram, em sua maioria esse método de ensino. Experimentar, pensar em projetos, em resolução de problemas, errar e acertar… basicamente é isso. Nossa tradição em ensino de Ciências no Brasil é dar aulas, falar, falar e falar. Os alunos escutam e tomam notas, depois são testados. Isso não é aprender Ciências.

Um método que ajude ao aluno a testar um conceito e aprender; é ensinar Ciências. E a gente ( Professores) temos medo de deixar que as crianças errem, errar é feio, mas errar é fazer Ciências.

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Preparando crianças para empregos do futuro

Nunca é cedo demais para crianças de todas as idades começarem a se preparar para uma carreira profissional, especialmente aquelas que estão interessadas ​​em tecnologia. O mundo em que vivemos hoje continua dependendo cada vez mais de habilidades digitais e as ofertas de trabalho em programação estão em alta demanda. Agora que as carreiras do STEM são um grande foco no mercado, aprender habilidades tecnológicas é essencial para qualquer caminho de carreira bem sucedida. Por isso, listamos os principais motivos de como o ensino de STEM ajuda na futura profissão de seu aluno:

  • Resolução de problemas. É essencial aprender a resolver problemas, pois essa habilidade é um benefício para qualquer profissão. Resolver problemas geralmente inclui muitos testes e erros, permitindo reflexão e análise quando surgem complicações. Quando aprendemos a lidar com a tecnologia, adquirimos a capacidade de entender a importância do sequenciamento, organizando problemas em etapas menores e mais gerenciáveis.
  • Comunicação. Quando as crianças aprendem habilidades tecnológicas, elas mudam positivamente a maneira como são capazes de se comunicar uns com os outros. Com a criação de jogos e aplicativos, desenvolvem-se tanto habilidades técnicas como criativas. Para fazer isso com sucesso, elas são estimuladas a se comunicar com os outros. Quando as crianças estão criando e construindo, suas mentes estão sempre procurando as novas ideias.
  • Desenvolve habilidades essenciais para o futuro. Permite que compreendam melhor uma variedade de assuntos, o que significa que elas poderão se relacionar melhor com o mundo exterior. Oferece aos alunos uma vantagem competitiva porque ajuda na alfabetização de competências essenciais, tais como pensamento crítico, colaboração, liderança, adaptabilidade, empreendedorismo, escrita eficaz, acesso e análise de informações, criatividade, trabalho em equipe, entre muitas outras. Estas competências serão fundamentais para o futuro das crianças.
  • Prepara o caminho para carreiras em demanda. Milhões de trabalhos relacionados às áreas de STEM estarão disponíveis nos próximos anos, com possibilidades ilimitadas que podem literalmente mudar vidas para melhor, e seu aluno pode encontrar soluções para problemas importantes do mundo real.
  • É a alfabetização básica na era digital. As crianças estão crescendo em um mundo muito diferente do que os de seus pais. Uma coisa é saber como usar essas tecnologias, outra, no entanto, é entender a lógica por trás delas. É necessário que compreendam e manipulem o mundo digital que habitam. Os estudantes de hoje devem poder não apenas consumir passivamente tecnologia, mas também compreendê-la e controlá-la, tornando-se parte ativa desta grande mudança digital.

Uma sugestão de onde começar:

A Microsoft disponibilizou planos de aula para serem usados e adaptados com essa metodologia. Entrem no link da imagem abaixo e veja alguns:

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Os Fungos

Esse vídeo é um resumo sobre os fungos para o Ensino Fundamental.

Curta o canal Dicas de Ciências.

Grupos de Estudo

Nessa reta final de Bimestre ou no início do próximo, você, Professor(a), já experimentou  montar grupos de estudo para auxiliar os seus alunos?

Vantagens de um grupo de estudos:

  1. Dar protagonismo ao aluno;
  2. Se a explicação é de aluno para aluno, tudo fica mais fácil;
  3. Dá tempo ao Professor de dar atenção mais individualizada;
  4. Trabalha liderança, organização, capacidade de síntese, empatia, resiliência…

Tipos de Grupos de Estudo:

Podemos montar vários tipos de grupos de estudo ( veja as sugestões abaixo), mas o importante é que se combine o modo de trabalho. Por exemplo, se for com outros colegas de outras disciplinas, como será o material e quem vai organizar. Se for com outras turmas, como será o espaço dos grupos.

Permita que os alunos se envolvam, fica mais fácil para o engajamento.

Sugestões de Tipos de Grupos:

  1. Grupos com uma turma só em uma matéria só.
  2. Grupos de várias turmas e anos em uma matéria só.
  3. Grupos de várias turmas e anos envolvidos em várias matérias.

Em todos os casos, podemos lançar mão de um formulário para começarmos a pensar nos grupos. Veja abaixo a sugestão de formulário.

 

 

Ciências com Sentido

Sarampo e Pólio, doenças facilmente evitáveis se a população se vacinar. Ambos os casos, o Brasil já tinha recebido o certificado de erradicação. Mas…

Estamos vivendo uma situação um tanto escandalosa. Famílias decidem não vacinar os filhos. Não por falta de vacina, mas porque acreditam na Pós -verdade.

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Pós -Verdade

Conjunto de circunstâncias ou contexto em que é atribuída grande importância, sobretudo social, política e jornalística, a notícias falsas ou a versões .verossímeis dos factos, com apelo às emoções e às crenças pessoais, em detrimento de .fatos apurados ou da verdade .objetiva

“pós-verdade”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/p%C3%B3s-verdade [consultado em 07-07-2018].Conjunto de circunstâncias ou contexto em que é atribuída grande importância, sobretudo social, política e jornalística, a notícias falsas ou a versões .verossímeis dos factos, com apelo às emoções e às crenças pessoais, em detrimento de .fatos apurados ou da verdade .objetiva
Ou seja: você acredita no sentimento, na emoção e não nos fatos. Um Movimento Antivacina ganhou força entre os ” naturebas” de plantão e está fazendo o estrago na população. Essa é uma pós verdade que, fora a política, temos que nos vacinar.

Movimento Antivacina

antivacina

O médico britânico Andrew Wakefield, em 1998, espantou a comunidade científica com um estudo publicado na prestigiadíssima revista científica The Lancet. Ele analisou 12 crianças portadoras de autismo, das quais oito manifestaram os primeiros sintomas da síndrome apenas duas semanas após tomarem a tríplice viral, que protege contra caxumba, sarampo e rubéola. Conforme Wakefield, o sistema imunológico delas entrou em “pane” após os estímulos “excessivos” da vacina ao sistema imunológico. Resultados: inflamação do intestino que levaria toxinas ao cérebro. Os resultados apareceram em jornais e tevês do mundo inteiro.

 

Wakefield, no entanto,  pouco a pouco começou a ser desmascarado. Uma série de investigações descobriu que algumas crianças voluntárias do estudo haviam sido indicadas por um escritório de advocacia que queria entrar com ações contra a indústria farmacêutica. Em 2010, a The Lancet retirou o estudo de seu site. No mesmo ano, o Conselho Britânico de Medicina cassou a licença de Wakefield e ele não pôde mais atender pacientes no Reino Unido.  

Mas o estrago havia sido feito. Nos Estados Unidos, por exemplo, o sarampo atingiu 189 pessoas em 2013, após estar erradicado há quase 15 anos, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Para controlar o estrago, vários estados não permitem a matrícula de alunos sem a apresentação da carteira de vacinação completa.

Apesar de toda a tentativa de apagar a falsa pesquisa, tem gente que ainda se referenda a ela para não se vacinar e o pior, não vacinar seus filhos.

Com uma parte da população não vacinada, podemos ter a volta da doença ( no caso do Sarampo isso já está ocorrendo aqui no Brasil) e, com o tempo, criar uma cepa de vírus ultra resistentes, isso tomaria uma população inteira desavisada imunologicamente e estaríamos em maus lençóis.

sarampo

Risco para a População

Entenda que não vacinar seu filho não é uma escolha sua, é uma escolha para a população. 

Se um grupo de vírus encontra as condições ideais de reprodução, essas condições são o corpo de um ser humano não vacinado, ele pode mutar. Essa mutação silenciosa pode ser aquela que o organismo vacinado não está preparado para ” reconhecer”. Então, ocorre a epidemia ou uma pandemia. 

Olhe para esse fato como uma seleção natural dos vírus que se volta contra o nosso corpo. E olhe para a campanha de vacinação como a solução e não como um mal a ser controlado.

E a escola?

pós verdade

Na escola temos que preparar nossos alunos para essas pós verdades. Não existe o eu optei por não vacinar meu filho ou eu não acredito em vacinas ou a teoria da conspiração.

É neste momento que a ciência tem que fazer sentido.

Poliomielite

A poliomielite, também chamada de paralisia infantil ou simplesmente pólio, é uma doença grave que leva o paciente à paralisia. Estima-se que, no final da década de 1980, cerca de 1.000 crianças ficavam paralíticas diariamente, o que chamou a atenção da Organização Mundial da Saúde (OMS), que estabeleceu metas para a erradicação da doença até o ano 2000. No nosso país, o último caso de poliomielite selvagem registrado e confirmado foi em 1989, e o certificado de erradicação foi recebido em 1994.

Polio Rehabilitation Center, at the St. Stevens Hospital.

Causa

É uma doença infectocontagiosa causada por vírus (poliovírus). Passa de pessoa para pessoa ( contágio direto).

Ela geralmente ocorre em crianças de até 5 anos, mas pode surgir em adultos que não tomaram a vacina.

A poliomielite é uma doença muito grave que pode levar à paralisia dos membros inferiores e, no pior dos casos, à morte dos portadores.

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Vírus da Pólio

Prevenção

A prevenção da doença é feita através da vacina oral (2 gotas) e da injeção. É muito importante a vacinação em crianças de até 5 anos, a qual é feita em quatro ou cinco doses.

Ela possui uma eficácia de 95% e combate o vírus por um longo período de tempo. Geralmente, essa vacina não possui efeito colateral, mas se a criança tiver diarreia ou vômito, deve tomar novamente a dose, pois esta pode não ter sido absorvida pelo corpo.

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Volta da Doença

O que assusta qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento em Biologia é o retorno da doença em países como a Venezuela e a Papuásia- Nova Guiné. Neste último país, foi detectado o primeiro caso de poliomielite na Papuásia-Nova Guiné em 18 anos. O vírus foi encontrado num rapaz de seis anos de idade, proveniente da província de Morobe. 

Essa onda de pessoas que resolvem, por conta própria, não vacinar seus filhos ou a si mesmo pode causar um surto grave de doenças que estavam praticamente erradicadas em alguns países, incluindo o nosso.

Se existe um grupo que ainda não foi imunizado, o vírus pode ficar nestas pessoas e mutar, até evoluir em alguma cepa que não tenhamos vacina… e estaremos em uma calamidade pública.

No Brasil…

Enquanto a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) investiga casos de pólio na Venezuela, médicos alertam que no Brasil o importante agora é aumentar a cobertura vacinal contra a doença. Ela já esteve no percentual de 95%, o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mas hoje está reduzida a 77%. O caso da Venezuela chamou a atenção para a queda da cobertura vacinal contra a pólio no país.

Governo e especialistas garantem que não há motivo para alarme porque não há risco, ao que tudo indica, do chamado vírus selvagem, que se alastra. Os casos venezuelanos parecem estar relacionados ao vírus vacinal comum, não mutado, que consegue atingir apenas crianças não vacinadas em casos raros. Mas, ainda assim, estados e municípios foram orientados a intensificar a vigilância e a vacinação.

 

 

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