Meu amigo Blogueiro José Antonio Klaes Roig, do Educa Tube Brasil, me deu umas dessas ideias desafiadoras e maravilhosas, típicas do Zé. 

Como seria uma Educação a lá Star Trek? Uma educação realmente inovadora, diferente, onde o centro seriam as habilidades e não mais o conteúdo em si. Como seria admitir que não podemos mais fingir que nosso aluno está em outro momento?

Vejam os Youtubers da vida. O que faz um Whinderson Nunes ter 23 mil inscritos?  Seus alunos, meus alunos, nossos alunos ouvem esse cara. Quando esse menino entra em uma campanha ( de doar fraldas geriátricas , por exemplo) , ela toma um vulto enorme.

O que está acontecendo? Não estou entrando no mérito do conteúdo, mas da forma. Nossos alunos ouvem e se miram nessa pessoa e a gente fica suando para conseguir 20 minutos de atenção deles.

Vamos lá? Minha hipótese é uma só: envolvimento. Se a gente, envolve e se conecta com eles … “tá dominado!”

Aluno não quer mais ser um repositório, quer se ver na aula e quer ser agente do seu fazer. O ideal, em uma educação Star Trek, era unir tudo em um só pacote: interação, cooperação, empatia, conhecimento… Como nesse vídeo!

 

Já imaginou, você e seus alunos entrarem em uma sala de realidade aumentada e olharem um Tiranossauro rex ? Ou entrarem em uma caravela das grandes navegações? Ou participarem de um encontro com Fernando Pessoa? Uau…

Muitos de vocês devem estar pensando: enlouqueceu! Mas vale a pena imaginar, né? Enquanto isso não acontece, que tal mudar aos poucos? Leve um pouco mais de diálogo para a sala de aula. Descubra os seus alunos Youtubers, você vai ver como eles têm a contribuir com sua aula. Pense em formas de cooperação entre eles… abuse da criatividade.

Star Trek está logo ali, na  sua frente, com os nossos alunos.

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Escrito por Andrea Barreto

Sou professora de Ciências e de Biologia em Escolas da Rede Municipal e Particular do Rio de Janeiro ( Brasil). Elemento de equipe da Educopédia / Rioeduca ( Secretaria Municipal de Educação - RJ)

2 comentários

  1. Quanto mais vejo pessoas engajadas como tu e outros colegas, Andrea, tenho mais certeza que estou na jornada certa. 🙂

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    1. Estamos, Zé! Juntos podemos fazer diferente. Obrigada pela ideia !
      Beijos

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