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Ebola


Diante de todos os noticiários, das informações desencontradas e muita curiosidade, vou escrever um pouco sobre o Ebola. Vamos nós ?


O vírus Ebola é o causador de uma doença chamada Febre Hemorrágica Ebola. 

A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) tratou centenas de pessoas com a doença e ajudou a conter inúmeras epidemias ameaçadoras.
 
“Eu estava coletando amostras de sangue de pacientes. Nós não tínhamos equipamentos de proteção suficientes e eu desenvolvi os mesmo sintomas”, diz Kiiza Isaac, um enfermeiro ugandense. “No dia 19 de novembro de 2007, recebi a confirmação do laboratório. Eu havia contraído Ebola”.
 

Histórico:

A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença.

Morcegos frutívoros são considerados os hospedeiros naturais do vírus Ebola. A taxa de fatalidade do vírus varia entre 25 e 90%, dependendo da cepa.
Primeiramente, o vírus Ebola foi associado a um surto de 318 casos de uma doença hemorrágica no Zaire (hoje República Democrática do Congo), em 1976. Dos 318 casos, 280 pessoas morreram rapidamente. No mesmo ano, 284 pessoas no Sudão também foram infectadas com o vírus e 156 morreram.
 
Há cinco espécies do vírus Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir dos locais de seus locais de origem. Quatro dessas cinco cepas causaram a doença em humanos. Mesmo que o vírus Reston possa infectar humanos, nenhuma enfermidade ou morte foi relatada.
 

Como se contrai:

O Ebola pode ser contraído tanto de humanos como de animais. O vírus é transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluídos corporais.
 
Agentes de saúde frequentemente são infectados enquanto tratam pacientes com Ebola. Isso pode ocorrer devido ao contato sem o uso de luvas, máscaras ou óculos de proteção apropriados.
 
Em algumas áreas da África, a infecção foi documentada por meio do contato com chimpanzés, gorilas, morcegos frutívoros, macacos, antílopes selvagens e porcos-espinhos contaminados encontrados mortos ou doentes na floresta tropical.
 
Enterros onde as pessoas têm contato direto com o falecido também podem transmitir o vírus, enquanto a transmissão por meio de sêmen infectado pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica.
Ainda não há tratamento ou vacina para o Ebola.

O que fazer para se prevenir:

  • Evitar o contato com indivíduos ou animais infectados, não tocando em feridas que estejam sangrando ou em objetos contaminados, usando camisinha em todas as relações sexuais ou não permanecendo no mesmo cômodo que um indivíduo infectado;
  • Não comer frutas roídas, pois podem estar contaminadas com a saliva de animais contaminados, especialmente em locais onde existem morcegos da fruta;
  • Usar roupa especial para proteção individual composta por luvas impermeáveis, máscara, jaleco, óculos, touca e protetor para sapatos, se for necessário o contato próximo com indivíduos contaminados;
  • Evitar frequentar locais públicos e fechados, como shoppings centers, mercados ou bancos em períodos de epidemia;
  • Lavar as mãos com frequência, usando água e sabão ou esfregar as mãos com álcool.

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Sintomas:

No início, os sintomas não são específicos, o que dificulta o diagnóstico.

A doença é frequentemente caracterizada pelo início repentino de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça e inflamação na garganta. Isso é seguido por vômitos, diarreia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo.

 Os sintomas podem aparecer de dois a 21 dias após a exposição ao vírus. Alguns pacientes podem ainda apresentar erupções cutâneas, olhos avermelhados, soluços, dores no peito e dificuldade para respirar e engolir.

Tratamento do vírus Ebola:

O tratamento para o vírus Ebola consiste em manter o paciente hidratado e alimentado, mas não existe um tratamento específico que seja capaz de curar o Ebola. Os pacientes infectados são mantidos em isolamento no hospital para tomar analgésico para diminuir as dores, e antieméticos, para diminuir os vômitos e também para evitar a transmissão da doença para outros.

Pesquisadores estão estudando como criar um medicamento que possa curar o Ebola, mas apesar dos avanços científicos, eles ainda não foram aprovados para serem usados em humanos.

Atenção: 

No Brasil não há casos de Ebola!

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