Genética em Números


Números

https://dicasdeciencias.files.wordpress.com/2012/12/dnahumanoextraterrestre.jpg?w=300

8%

é o aumento médio de produtividade dos agricultores com o uso de grãos transgênicos.

60 milhões de hectares

era a área mundial cultivada com sementes transgênicas no mundo até o fim de 2004. Em 1996, havia 1,7 milhão de hectares.

400

produtos de uso médico têm em sua fórmula organismos geneticamente modificados.

3,7 milhões de dólares

foi o custo do projeto americano para produzir o primeiro clone de animal doméstico, a gata “Cc”, cópia de “Rainbow”.

1936

foi o ano em que o tigre-da-tasmânia, animal típico da Austrália, foi extinto. Cientistas do país querem cloná-lo até 2010. A chance de sucesso é de apenas 10%.

600.000 reais

foi o custo do projeto brasileiro para produzir o primeiro clone a partir de uma célula de animal adulto, o bezerro “Marcolino”.

200 mulheres

se ofereceram como voluntárias para as experiências de clonagem humana do médico italiano Severino Antinori.

276

tentativas de clonar uma ovelha fracassaram antes do nascimento de “Dolly”, na 277ª tentativa, de acordo com o Instituto Roslin, em Edimburgo (Escócia).

99,99%

é o porcentual de semelhança entre todos os seres humanos, do ponto de vista biológico. A diferença entre um negro e um japonês está apenas em uma letra trocada a cada conjunto de 1.000 entre todas que formam nosso código genético.

1%

do DNA humano contém informações químicas que ajudam a definir um ser humano. A estrutura tem partes enormes que parecem absolutamente inúteis aos cientistas.

300 genes

separam o genoma do ser humano do mapa genético do camundongo. Os chimpanzés são primos ainda mais próximos, com diferença ainda menor.

3 bilhões

de pares-bases formam o DNA, onde há informações capazes de encher 200 listas telefônicas de 500 páginas cada uma.

1.000

pesquisadores de vinte países diferentes participaram da empreitada para mapear o genoma humano. O projeto custou cerca de 3 bilhões de dólares.

Frases

“Nosso trabalho abre as portas para usar essas células em vários tipos de transplante e diminuir os riscos de rejeição.”

Moon Shin-yong, cientista sul-coreano, defendendo seu estudo envolvendo o desenvolvimento de células-tronco embrionárias a partir de um embrião humano clonado.

“O Vaticano me comparou a Hitler, mas me considero um Galileu Galilei. É um trabalho importantíssimo para a humanidade, e nós o faremos.”

Severino Antinori, médico italiano conhecido pelo anúncio de que produziria o primeiro clone humano, algo que ainda não fez.

“A única maneira de chegar à perfeição na clonagem é pela prática, pela repetição, por tentativa e erro. Nas experiências com animais isso é perfeitamente aceitável. Mas com seres humanos é antiético agora e será pelas próximas décadas.”

Alan Colman, diretor da PPL Therapeutics, empresa líder na criação de animais geneticamente modificados para produzir remédios.

“A clonagem ainda é uma técnica cheia de falhas, quase uma loteria, na qual se obtêm acertos às vezes por pura sorte. Mas a clonagem humana de fato acontecerá. Isso é inevitável.”

Lawrence Smith, veterinário brasileiro, filho de ingleses, que trabalhou com Ian Wilmut, criador da ovelha Dolly.

“Também a eletricidade demorou a ser usada depois de sua descoberta.”

John Craig Venter, biólogo americano que participou do projeto genoma da empresa Celera.

“Nós temos o livro. Agora precisamos aprender como lê-lo.”

James Watson, co-autor da descoberta da estrutura do DNA, em 1953, ao lado de Francis Crick, sobre o Projeto Genoma.

“Nosso clone abre uma fronteira na melhoria genética das raças animais. Estamos no mercado de agropecuária, não no de filmes de terror.”

Ian Wilmut, cientista responsável pela criação da ovelha “Dolly”.

“Vou fazer pelo menos 500 clones por ano numa clínica em Chicago e, mais tarde, abrirei filiais nos Estados Unidos e em outros países. Se o governo americano tentar me impedir, vou para o México ou qualquer outro país que esteja disposto a me aceitar.”

Richard Seed, pesquisador americano que anunciou planos de clonar humanos pouco depois do surgimento da ovelha “Dolly”. Ele jamais conseguiu cumprir a promessa.

“O amanhã da genética é a criação de animais transgênicos capazes de secretar substâncias úteis ao homem. Clones humanos ficam para muito depois, para o futuro distante.”

Donald Wolf, cientista do Centro de Pesquisas de Primatas da Universidade de Oregon.

in Veja – http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/genetica/numeros_frases.html

 

 

 

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Andrea Barreto

Andrea Barreto

Sou professora de Ciências e de Biologia em Escolas da Rede Municipal e Particular do Rio de Janeiro ( Brasil). Elemento de equipe da Educopédia / Rioeduca ( Secretaria Municipal de Educação - RJ)

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