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Para Professores

grupos.jpgObservo que os alunos têm uma grande dificuldade em trabalhar em Grupos. Às vezes o trabalho em grupo se resume em fragmentar o que tem que ser feito e cada um faz a sua parte. Assim , o trabalho fica capenga e o aluno só aprende aquilo que fez . Acho isso preocupante!

Como resolvi essa questão ? Aqui estão algumas sugestões !

  1. Com muito papo ! Explicando que ao dividir eles ( os alunos) só aprendem uma parte da matéria . E o resto ? Falo sempre : “Para saber o que o colega fez você irá precisar do cérebro do outro . Como vai ser ? “
  2. Fazendo trabalhos em grupo em sala de aula. Assim, fico de olho e não deixo ter a tal divisão. Falo que todos terão que participar de tudo. Claro que quem desenha bem , vai desenhar . Mas o resto do grupo pode, e deve, dar opiniões sobre o desenho, por exemplo.
  3. Fazendo dinâmicas e levando o aluno a perceber que sem o grupo fica mais difícil trabalhar ( ou quase impossível). Aqui, está uma sugestão de dinâmica que já fiz e deu certo:
  • Leve pedacinhos pequenos ( 10 cm ) de barbante para cada aluno. Leve-os para um lugar amplo , fora da sala. Mande fazer um círculo e dê para cada um, um pedaço do barbante.
  • Peça para os alunos segurarem com a mão que escrevem o seu barbante . E mande com uma mão só dar um nó no barbante. Tem gente que consegue, depois de se dobrar todo.
  • Lance perguntas tipo: O que é mais fácil dar um nó com uma mão ou com as duas ?
  • Peça depois para cada aluno pedir ao colega da direita a ajuda para dar outro nó no barbante ( sempre com uma só mão).
  • Converse sobre a importância da cooperação e da ajuda.

Você, professor , como lida com o trabalho em grupo ?

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2 Comments »

  1. Olá,
    Trabalho com educação afetivo-sexual e o grupo é nosso maior instrumento de trabalho. É através da relação estabelecida entre os alunos que podemos intervir nas questões da afetividade e sexualidade.
    Utilizo a metodologia de “Oficinas de Dinâmica de Grupo” sistematiza por Maria Lucia Afonso, da UFMG. Nesta metodologia sempre levantamos os temas junto ao grupo, fazemos um planejamento flexível e sempre há espaço para a avaliação ao final do processo. A cada encontro, há um momento de integração ou aquecimento, uma vivência ( que aborde algum tema de uma forma mais emocional), a discussão e reflexão( em que os temas são discutidos mais racionalmente e a vivência é elaborada) e o fechamento .
    Na escola em que trabalho, educação afetivo-sexual é um horário regular do currículo e não há nota. Depois volto com mais calma e conto algumas experiências concretas de trabalhos em grupo que faço com meus alunos!

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