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Gigogas nas Praias da Barra da Tijuca

Gigogas chegam à Praia da Barra

Todos os anos é a mesma notícia, talvez mais contundente ou mais veemente, só que é uma verdade: essas plantas aquáticas se espalham pelas praias da Barra e Recreio no Rio de Janeiro.

A planta em si, não é o problema. O problema é que ela indica uma grave poluição no complexo lagunar de Jacarepaguá.

Complexo Lagunar de Jacarepaguá

O que são as Gigogas?

Gigoga, Aguapé, Iguapé, Mururé, Camalote, Rainha-dos-lagos, Jacinto-d’água, Baroneza, Murumuru, Pavoa, Pareci. Em cada canto que ela aparece recebe um nome diferente, mas todos eles denominam a mesma planta: a Eichhornia crassipes.

São plantas aquáticas filtradores, que absorvem os restos orgânicos que estão diluídos na água para fazer a fotossíntese. Ela também auxilia na alimentação e reprodução de diversas espécies aquáticas. Suas raízes são utilizadas como alimento, proteção para pequenos peixes e serve como locais de desova.

Quando há abundância destes restos orgânicos, elas se reproduzem muito.

Qual é o problema?

O “boom” de reprodução da Gigoga é uma resposta ao grande derramamento de esgoto sem tratamento nestas lagunas. Significa que o Complexo Lagunar está lotado de cocô, na linguagem informal. Isso mostra que as lagunas estão morrendo, a taxa de oxigênio está baixa e algumas espécies podem estar em risco de extinção.

#FICAADICA

Muita Gigoga na praia é um sinal de alerta, sinal que as lagunas estão morrendo e portanto estamos perdendo a batalha na proteção do meio ambiente.

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Especiação

Uma dúvida que vem aparecendo é essa:

Como surgem as novas espécies?

Assista a explicação abaixo.

Em tempo: a explicação está bem resumida para responder exatamente a pergunta feita.

Ciências para Crianças Pequenas

Não há nada mais espetacular que ver as caras de espanto e a curiosidade das crianças pequenas quando são expostas aos experimentos de ciências. Os pequenos são “perguntadores” e no fim, Ciências conta com isso: perguntas que ainda não têm respostas.

Minha proposta é tornar isso um hábito nas salas de educação infantil. Faça da sua aula um espaço de experimentação e observação. Observar é uma atividade que deve ser orientada. E os nossos pequenos alunos devem começar desde cedo.

Um dos objetivos de aprendizagem na Educação Infantil que está na BNCC é :


(EI03ET02) Observar e descrever mudanças em diferentes materiais, resultantes de ações sobre eles, em experimentos envolvendo fenômenos naturais e artificiais.

BNNC – Educação Infantil

Sugestão de experimentos:

Vou sugerir dois experimentos simples. Faça em sua sala de aula e converse com os alunos. Deixe os meninos e meninas se expressarem. Deixe-os falar e registre suas ideias. As explicações têm que ser dadas lavando em conta a idade e a maturidade da turma. Mas explique.

Cuidado: água quente

Qual é a diferença entre…

Transformação Química e Física?

Essa é uma dúvida bem comum…

Veja o vídeo e acabe logo com ela…

O que é polinização?

Essa é outra pergunta recorrente no Dicas.

Para entender, veja o vídeo abaixo:

Células Haploide e Diploide

É uma dúvida recorrente, então vamos à ela:

Qual é a diferença entre células haploide e diploide?

Veja o vídeo abaixo e tire as suas dúvidas…

Difusão e Osmose

Uma dúvida de muitos leitores!

Veja o vídeo abaixo e tire suas dúvidas.

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Gêmeos Semi-idênticos

Um fenômeno raro que tem explicação

Essa semana esse acontecimento bem raro na ciência apareceu de todas as maneiras. E eu não poderia ficar de fora desta explicação.

É muito raro acontecer este caso, mas a natureza testa a nossa curiosidade. Você quer entender este caso de gêmeos semi-idênticos? Veja o vídeo abaixo e deixe seus comentários.

Para ajudar, veja o infográfico abaixo:

Clique aqui e acesse a matéria da BBC

Plano de Aula – 9º ano

Quais as condições para haver vida na Terra? E se você criasse um planeta, ele teria condições para você e seus amigos viverem nele?

Essas são perguntas usuais que todo aluno já se fez. E se você as fizessem para eles? Nessa aula temos que ter em mente uma das competências da BNCC ( Base Nacional Comum Curricular):


Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

Competência Geral 4

Muito mais que ” achismos”, devemos trabalhar fatos científicos que ajudem o aluno a ter argumentos sólidos. Isso é Ciência.

Habilidade trabalhada na aula:

A habilidade escolhida para essa aula é:

(EF09CI16) Selecionar argumentos sobre a viabilidade da sobrevivência humana fora da Terra, com base nas condições necessárias à vida, nas características dos planetas e nas distâncias e nos tempos envolvidos em viagens interplanetárias e interestelares.

Habilidade do 9º ano de Ciências do Ensino Fundamental

Para isso baixe o plano de aula e a sugestão de Slides:

Plano de aula

Plano de Aula – 4º ano

Mais pedidos de ajuda!

É muito interessante ver que a gente precisa trocar ideias para não estagnar. Cair na mesmice na nossa profissão é uma tentação, mas pode ser algo que vai acabar com o encanto da aula. Então, o desafio de fazer uma aula dinâmica e interessante todos os dias, se torna uma meta. Claro que todos os dias não dá para fazer a tal aula que “bombou”, no entanto podemos tentar.

Vamos à sugestão de aula para o 4º ano.

A habilidade escolhida é essa:

(EF04CI05) Descrever e destacar semelhanças e diferenças entre o ciclo da matéria e o fluxo de energia entre os componentes vivos e não vivos de um ecossistema.

BNNC – 4º ano

Acho que essa habilidade trabalha conceitos essenciais nas ciências. Se o menino entender que vivemos em um sistema de reciclagem de material e energia, ele começará a compreender que não existe “o fora”. Se jogarmos fora um papel, o papel continua em nosso planeta e vai para em outro lugar.

Terrário – um ambiente fechado

Um terrário cumpre o papel deste ambiente fechado. Veja no material de apoio como se monta um, deixei duas opções para montar e em ambas a ideia é de ambiente fechado.

Nesta aula, você pode deixar o terrário pronto para outras observações, como a do ciclo da água. Ajude os alunos a observar, pois essa observação mais “científica” tem que ser guiada. Deixe-os livres para levantar hipótese, não existe o errado aqui.

Material para baixar:

Vídeo de apoio

Para ir além, leve esse vídeo para a turma e debata com eles a importância de se reutilizar sacolas.

Plano de aula -8º ano

Alinhado com a BNCC

Muitas pessoas têm me pedido mais planos de aula alinhados com a Base Curricular. Acho que esses planos podem servir somente de sugestão, de inspiração…

A grande novidade da Base, ao menos no que tange as Ciências, é a ideia de espiral no conteúdo. O conteúdo, de certa maneira, vai e volta mas as habilidades tornam-se mais complexas.

Neste caso, vamos trabalhar a seguinte habilidade:

(EF08CI14) Relacionar climas regionais aos padrões de circulação atmosférica e oceânica e ao aquecimento desigual causado pela forma e pelos movimentos da Terra.

8º ano do ensino fundamental

Vamos partir de duas experiências e da discursão de como se formam as correntes marinhas. Veja, que essa habilidade não se esgotará nessas aulas. Podemos retornar à ela em outros momentos

Material para Baixar:

Plano de Aula

Fichas dos Experimentos

Apresentação sobre as correntes marinhas:

Plano de Aula e BNCC

Um pedido de uma Professora querida da Rede Conectando Saberes…

Uma das coisas que mais prezo em minha profissão é a troca de ideias. A gente aprende a ser professor com essa prática, quase na sala dos professores com seus pares.

Aqui a ideia é pegar uma habilidade da BNCC e montar um plano de aula. Vamos lá?

A habilidade é essa:


(EF07CI02) Diferenciar temperatura, calor e sensação térmica nas diferentes situações de equilíbrio termodinâmico cotidianas

7º ano

Sempre que posso parto de uma experiência para começar a aula. Faça a experiência do vídeo abaixo com os alunos. Você pode dividir em grupos ou montar um experimento só e pedir ajuda de voluntários, que irão relatar o que está acontecendo.

O importante aqui é não entregar o jogo. Não explique o que vai acontecer, deixe acontecer

Cuidado: temos que usar a água morna mas não muito quente para não queimar ninguém.

A partir desse vídeo podemos usar o plano de aula abaixo juntamente com a sugestão de ficha de anotação.

Plano de aula.

Ficha Individual de Anotação ( aluno)

Importante:

Essa aula foi pensada para 3 tempos de 50 minutos cada: a parte do experimento e construção de conceitos de Calor, Temperatura e Sensação térmica em 2 tempos de 50 minutos cada. E a parte de Homeotermia e Heterotermia no outro tempo de 50 minutos.

E esse plano de aula já deixa o gancho para outra habilidade na BNCC:


(EF07CI04) Avaliar o papel do equilíbrio termodinâmico para a manutenção da vida na Terra, para o funcionamento de máquinas térmicas e em outras situações cotidianas.

7º ano

Plano de Aula 2019

Professor(a),

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Sobre as suas dúvidas

Para melhorar o Dicas em 2019…

Responda esse Quiz.

	

Escolha Transformar


Faça parte da mobilização de pessoas que acreditam que a transformação da escola é possível, relevante e urgente. A iniciativa é um esforço coletivo para dar visibilidade a experiências inovadoras em educação, disseminar informações e instrumentos de transformação, influenciar políticas públicas e fomentar o engajamento da sociedade nessa causa.

Se você se interessou leia a Carta Aberta e se Inscreva aqui: Escolha Transformar

Revisão do 9º ano

Dois exercícios de física resolvidos para você.

Preste atenção no vídeo abaixo:

1- Em uma corrida de 100 metros rasos, um atleta se desloca com velocidade média de 5m/s. Quanto tempo ele demora para completar o percurso? 

2- Uma moto gasta 3 horas para fazer certo percurso a 80 km/h. Quanto tempo essa moto gastaria para fazer o mesmo percurso a uma velocidade de 60 km/h?

STEM- Por que devemos adotar?

Stem é um termo, em inglês, usado para designar o campo do conhecimento composto por ciências, tecnologia, engenharia e matemática (science, technology, engineering, and mathematics). O acrônimo é utilizado, principalmente, para caracterização de currículos de instituições de ensino ou como forma de dar ênfase às áreas de conhecimento de determinada política pública de educação.

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Os países que alcançaram excelência no ensino de Ciências e Matemática usaram, em sua maioria esse método de ensino. Experimentar, pensar em projetos, em resolução de problemas, errar e acertar… basicamente é isso. Nossa tradição em ensino de Ciências no Brasil é dar aulas, falar, falar e falar. Os alunos escutam e tomam notas, depois são testados. Isso não é aprender Ciências.

Um método que ajude ao aluno a testar um conceito e aprender; é ensinar Ciências. E a gente ( Professores) temos medo de deixar que as crianças errem, errar é feio, mas errar é fazer Ciências.

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Preparando crianças para empregos do futuro

Nunca é cedo demais para crianças de todas as idades começarem a se preparar para uma carreira profissional, especialmente aquelas que estão interessadas ​​em tecnologia. O mundo em que vivemos hoje continua dependendo cada vez mais de habilidades digitais e as ofertas de trabalho em programação estão em alta demanda. Agora que as carreiras do STEM são um grande foco no mercado, aprender habilidades tecnológicas é essencial para qualquer caminho de carreira bem sucedida. Por isso, listamos os principais motivos de como o ensino de STEM ajuda na futura profissão de seu aluno:

  • Resolução de problemas. É essencial aprender a resolver problemas, pois essa habilidade é um benefício para qualquer profissão. Resolver problemas geralmente inclui muitos testes e erros, permitindo reflexão e análise quando surgem complicações. Quando aprendemos a lidar com a tecnologia, adquirimos a capacidade de entender a importância do sequenciamento, organizando problemas em etapas menores e mais gerenciáveis.
  • Comunicação. Quando as crianças aprendem habilidades tecnológicas, elas mudam positivamente a maneira como são capazes de se comunicar uns com os outros. Com a criação de jogos e aplicativos, desenvolvem-se tanto habilidades técnicas como criativas. Para fazer isso com sucesso, elas são estimuladas a se comunicar com os outros. Quando as crianças estão criando e construindo, suas mentes estão sempre procurando as novas ideias.
  • Desenvolve habilidades essenciais para o futuro. Permite que compreendam melhor uma variedade de assuntos, o que significa que elas poderão se relacionar melhor com o mundo exterior. Oferece aos alunos uma vantagem competitiva porque ajuda na alfabetização de competências essenciais, tais como pensamento crítico, colaboração, liderança, adaptabilidade, empreendedorismo, escrita eficaz, acesso e análise de informações, criatividade, trabalho em equipe, entre muitas outras. Estas competências serão fundamentais para o futuro das crianças.
  • Prepara o caminho para carreiras em demanda. Milhões de trabalhos relacionados às áreas de STEM estarão disponíveis nos próximos anos, com possibilidades ilimitadas que podem literalmente mudar vidas para melhor, e seu aluno pode encontrar soluções para problemas importantes do mundo real.
  • É a alfabetização básica na era digital. As crianças estão crescendo em um mundo muito diferente do que os de seus pais. Uma coisa é saber como usar essas tecnologias, outra, no entanto, é entender a lógica por trás delas. É necessário que compreendam e manipulem o mundo digital que habitam. Os estudantes de hoje devem poder não apenas consumir passivamente tecnologia, mas também compreendê-la e controlá-la, tornando-se parte ativa desta grande mudança digital.

Uma sugestão de onde começar:

A Microsoft disponibilizou planos de aula para serem usados e adaptados com essa metodologia. Entrem no link da imagem abaixo e veja alguns:

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Os Fungos

Esse vídeo é um resumo sobre os fungos para o Ensino Fundamental.

Curta o canal Dicas de Ciências.

Ciências com Sentido

Sarampo e Pólio, doenças facilmente evitáveis se a população se vacinar. Ambos os casos, o Brasil já tinha recebido o certificado de erradicação. Mas…

Estamos vivendo uma situação um tanto escandalosa. Famílias decidem não vacinar os filhos. Não por falta de vacina, mas porque acreditam na Pós -verdade.

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Pós -Verdade

Conjunto de circunstâncias ou contexto em que é atribuída grande importância, sobretudo social, política e jornalística, a notícias falsas ou a versões .verossímeis dos factos, com apelo às emoções e às crenças pessoais, em detrimento de .fatos apurados ou da verdade .objetiva

“pós-verdade”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/p%C3%B3s-verdade [consultado em 07-07-2018].Conjunto de circunstâncias ou contexto em que é atribuída grande importância, sobretudo social, política e jornalística, a notícias falsas ou a versões .verossímeis dos factos, com apelo às emoções e às crenças pessoais, em detrimento de .fatos apurados ou da verdade .objetiva
Ou seja: você acredita no sentimento, na emoção e não nos fatos. Um Movimento Antivacina ganhou força entre os ” naturebas” de plantão e está fazendo o estrago na população. Essa é uma pós verdade que, fora a política, temos que nos vacinar.

Movimento Antivacina

antivacina

O médico britânico Andrew Wakefield, em 1998, espantou a comunidade científica com um estudo publicado na prestigiadíssima revista científica The Lancet. Ele analisou 12 crianças portadoras de autismo, das quais oito manifestaram os primeiros sintomas da síndrome apenas duas semanas após tomarem a tríplice viral, que protege contra caxumba, sarampo e rubéola. Conforme Wakefield, o sistema imunológico delas entrou em “pane” após os estímulos “excessivos” da vacina ao sistema imunológico. Resultados: inflamação do intestino que levaria toxinas ao cérebro. Os resultados apareceram em jornais e tevês do mundo inteiro.

 

Wakefield, no entanto,  pouco a pouco começou a ser desmascarado. Uma série de investigações descobriu que algumas crianças voluntárias do estudo haviam sido indicadas por um escritório de advocacia que queria entrar com ações contra a indústria farmacêutica. Em 2010, a The Lancet retirou o estudo de seu site. No mesmo ano, o Conselho Britânico de Medicina cassou a licença de Wakefield e ele não pôde mais atender pacientes no Reino Unido.  

Mas o estrago havia sido feito. Nos Estados Unidos, por exemplo, o sarampo atingiu 189 pessoas em 2013, após estar erradicado há quase 15 anos, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Para controlar o estrago, vários estados não permitem a matrícula de alunos sem a apresentação da carteira de vacinação completa.

Apesar de toda a tentativa de apagar a falsa pesquisa, tem gente que ainda se referenda a ela para não se vacinar e o pior, não vacinar seus filhos.

Com uma parte da população não vacinada, podemos ter a volta da doença ( no caso do Sarampo isso já está ocorrendo aqui no Brasil) e, com o tempo, criar uma cepa de vírus ultra resistentes, isso tomaria uma população inteira desavisada imunologicamente e estaríamos em maus lençóis.

sarampo

Risco para a População

Entenda que não vacinar seu filho não é uma escolha sua, é uma escolha para a população. 

Se um grupo de vírus encontra as condições ideais de reprodução, essas condições são o corpo de um ser humano não vacinado, ele pode mutar. Essa mutação silenciosa pode ser aquela que o organismo vacinado não está preparado para ” reconhecer”. Então, ocorre a epidemia ou uma pandemia. 

Olhe para esse fato como uma seleção natural dos vírus que se volta contra o nosso corpo. E olhe para a campanha de vacinação como a solução e não como um mal a ser controlado.

E a escola?

pós verdade

Na escola temos que preparar nossos alunos para essas pós verdades. Não existe o eu optei por não vacinar meu filho ou eu não acredito em vacinas ou a teoria da conspiração.

É neste momento que a ciência tem que fazer sentido.

Poliomielite

A poliomielite, também chamada de paralisia infantil ou simplesmente pólio, é uma doença grave que leva o paciente à paralisia. Estima-se que, no final da década de 1980, cerca de 1.000 crianças ficavam paralíticas diariamente, o que chamou a atenção da Organização Mundial da Saúde (OMS), que estabeleceu metas para a erradicação da doença até o ano 2000. No nosso país, o último caso de poliomielite selvagem registrado e confirmado foi em 1989, e o certificado de erradicação foi recebido em 1994.

Polio Rehabilitation Center, at the St. Stevens Hospital.

Causa

É uma doença infectocontagiosa causada por vírus (poliovírus). Passa de pessoa para pessoa ( contágio direto).

Ela geralmente ocorre em crianças de até 5 anos, mas pode surgir em adultos que não tomaram a vacina.

A poliomielite é uma doença muito grave que pode levar à paralisia dos membros inferiores e, no pior dos casos, à morte dos portadores.

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Vírus da Pólio

Prevenção

A prevenção da doença é feita através da vacina oral (2 gotas) e da injeção. É muito importante a vacinação em crianças de até 5 anos, a qual é feita em quatro ou cinco doses.

Ela possui uma eficácia de 95% e combate o vírus por um longo período de tempo. Geralmente, essa vacina não possui efeito colateral, mas se a criança tiver diarreia ou vômito, deve tomar novamente a dose, pois esta pode não ter sido absorvida pelo corpo.

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Volta da Doença

O que assusta qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento em Biologia é o retorno da doença em países como a Venezuela e a Papuásia- Nova Guiné. Neste último país, foi detectado o primeiro caso de poliomielite na Papuásia-Nova Guiné em 18 anos. O vírus foi encontrado num rapaz de seis anos de idade, proveniente da província de Morobe. 

Essa onda de pessoas que resolvem, por conta própria, não vacinar seus filhos ou a si mesmo pode causar um surto grave de doenças que estavam praticamente erradicadas em alguns países, incluindo o nosso.

Se existe um grupo que ainda não foi imunizado, o vírus pode ficar nestas pessoas e mutar, até evoluir em alguma cepa que não tenhamos vacina… e estaremos em uma calamidade pública.

No Brasil…

Enquanto a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) investiga casos de pólio na Venezuela, médicos alertam que no Brasil o importante agora é aumentar a cobertura vacinal contra a doença. Ela já esteve no percentual de 95%, o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mas hoje está reduzida a 77%. O caso da Venezuela chamou a atenção para a queda da cobertura vacinal contra a pólio no país.

Governo e especialistas garantem que não há motivo para alarme porque não há risco, ao que tudo indica, do chamado vírus selvagem, que se alastra. Os casos venezuelanos parecem estar relacionados ao vírus vacinal comum, não mutado, que consegue atingir apenas crianças não vacinadas em casos raros. Mas, ainda assim, estados e municípios foram orientados a intensificar a vigilância e a vacinação.

 

 

Os Neurônios

Uma das maiores queixas de meus leitores é a falta da parte da matéria conhecida como Corpo Humano no Dicas.

Então… ” bora” arrumar isso?

  • O que são neurônios?
  • O que fazem?
  • O que é sinapse?
  • E neurotransmissores?

Vamos por partes…

Primeiro vou colocar para vocês um infográfico com algumas informações. Para baixar, clique aqui.

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Agora,  vamos ver dois vídeos para entender melhor do assunto:

O primeiro vídeo vai explicar a função dos neurônios e o segundo o que são os neurotransmissores.


Dúvidas do Leitor

Uma leitora minha, me pediu para tirar essa dúvida. Então, vamos nós…

Veja o vídeo:

Atividade Interativa para seus Alunos

Você já pensou em fazer uma atividade interativa para seus alunos no Power Point?

Sem precisar da internet ou de muitos recursos, você pode fazer tudo no Power Point. Use a sua imaginação e pense em um questionário múltipla escolha. Capriche…

Baixe o tutorial aqui: Faça um Questionário Interativo no Power Point.

Veja o Pptx em Modo de Apresentação para perceber a interação.

Revisão sobre Placas Tectônicas

Para o pessoal que quer relembrar…

As melhores ideias da ciência não são apenas simplesmente brilhantes – elas também têm um poder extraordinário para responder muitas questões da natureza. E as placas tectônicas são um excelente exemplo disso.

Elas nos explicam por que os Himalaias são tão altos; por que o México sofre tanto com terremotos; por que a Austrália desenvolveu um grupo diverso de marsupiais; por que a Antártica teve um congelamento profundo.

Veja o vídeo abaixo:

 

Um depoimento seu no Dicas…

Quem topa escrever um depoimento sobre o Blog?

Fala ai…

Os melhores no Desafio

Os mestres do desafio dessa semana são duas meninas. Parabéns pelas respostas…

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Adriana – 7º ano

Vanilúcia Coutinho – 6º ano

Desafio

Você gosta de desafios?

Vamos ver quem é bom mesmo…

Responda o desafio abaixo e espere o resultado. Quem sabe o seu nome não aparece aqui no Dicas?

Colocarei o nome dos 5 mestres deste desafio, em breve. “Bora?”

 

Feedback

Uma Trívia sobre Água

Teste os seus conhecimentos…

Você é um mestre sobre o assunto? Faça a Trívia abaixo:

Recursos Educacionais Abertos

Você já quis fazer uma aula diferente e estava sem tempo ou sem imaginação para montar essa aula?

Você já pensou em usar um REA? O que é isso?

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Um REA ou um Recurso Educacional Aberto pode ser considerado recurso educacional aberto qualquer tipo de ferramenta, material ou técnica de ensino e pesquisa, desde que seja suportado por uma mídia e esteja sob domínio público ou sob uma licença livre, de forma a permitir sua utilização ou adaptação por terceiros.

É uma gama de ferramentas que podemos usar, baixar, arrumar e remixar.

Uma dessas ferramentas é a Educopedia.

Entre nela. Lá você é capaz de baixar uma aula e remodelar inteiramente para atender a sua sala de aula.

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Remixando …

Acesse a Educopedia e entre como visitante, você terá todos os recursos que um professor que entra com seu login e senha.

Escolha um ano de escolaridade ou dê uma busca por uma palavra. Entre na disciplina e baixe a aula. Ela é um ppt ( um Power Point) que você pode rearrumar, mas não se esqueça:

Mantenha o logo da Educopedia e não perca os 5 momentos de aprendizagem do aluno ( as aulas são sempre pensadas com esses momentos).

Veja o vídeo que se segue:

Pés Ambulacrais

Com certeza, esse vídeo já andou na sua Timeline de seu Facebook:

 

Dá pra ver a estrela do mar se locomovendo e também vemos seus pés ambulacrais. Mas o que são eles?

Os equinodermos ( ouriços, estrela do mar, bolachas da praia ) possuem esses pequenos “pés” que servem para a locomoção.

Os pés ambulacrais destacam-se como a principal forma de movimentação dos equinodermos, principalmente no grupo que inclui as estrelas-do-mar. Esses pés fazem parte de um sistema denominado de hidrovascular, que consiste em uma rede de canais que passa no interior do corpo do equinodermo. Esses canais são ricos em um fluido muito semelhante à água do mar.

A variação na pressão deste líquido é que faz os pés se expandirem ou contraírem, como vemos no filme.

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Os pés ambulacrias servem também para a alimentação dos equinodermos.

Um Guia de Estudos- Cadeia Alimentar

Para o pessoal do 6º ano que está estudando, veja a revisão abaixo:

Para Baixar, clique aqui: Cadeia Alimentar

Qual conceito você precisa saber…

Vote aqui e descubra no próximo post…

O que é…

Um infográfico para lhe ajudar no Dever de Casa…

Para baixar, clique na imagem.

O que é...

Perigo de Não se Vacinar

Em 1998, o  médico britânico Andrew Wakefield publicou na conceituada revista científica The Lancet, que a vacina Tríplice causaria o autismo. Bastou isso para as pessoas pararem de vacinar seus filhos contra doenças que matam:  caxumba, sarampo e rubéola.

Em 2015, uma pesquisa feita durante dez anos com mais de 95 mil crianças, comprovou que a vacina não tem qualquer ligação com o autismo. O estudo foi publicado no Jama, importante publicação médica norte-americana. Na verdade o médico estava envolvido com um escritório de advocacia que planejava ações contra a indústria farmacêutica. O médico teve a licença cassada pela Conselho Britânico de Medicina.

Mas o estrago já estava feito… e por incrível que pareça aqui no Brasil também. Vejo campanhas ainda sendo feitas nos Facebooks da vida. Essas doenças são perigosas e estão voltando com toda virulência em alguns lugares. Por seleção natural, os que não se vacinam estão criando condições ideais para criar uma cepa ( um grupo de vírus, neste caso) muito resistentes.

A decisão de não vacinar apresenta riscos para todo o grupo de convívio e aumenta as chances de surto de doenças. “A criança entra na creche e o corpo dela tem contato com um ambiente hostil. A vacina é o que nos salva”, explica Damaris Gomes Maranhão, consultora em Saúde e Bem-Estar em creches e pré-escolas e professora de Gestão e Formação em Educação Infantil do Instituto Superior de Educação Vera Cruz. “O risco não é só para os filhos cujos pais se negam a vacinar, mas também para a criança que não é vacinada porque tem uma enfermidade que impede o uso de determinadas substâncias medicamentosas. Ela precisa ficar protegida pelo o que chamamos de imunidade de rebanho”, completa.

Imunidade de rebanho

Vale notar que a cadeia do processo infeccioso pode ser interrompida quando um agente não encontra um hospedeiro suscetível. Isso pode ocorrer quando existir na população uma elevada proporção de imunes ao agente.
Imunidade de rebanho ou imunidade coletiva é a resistência de um grupo ou população à introdução e disseminação de um agente infeccioso.

Imunidade+de+Rebanho+ou+coletiva+ou+de+grupo-

 

Então, pais e responsáveis: vacinem seus filhos. Pelo bem deles, dos amigos e da população.

Aprovada a BNCC

É um orgulho imenso ter sido parte desta onda. Sabemos que em qualquer país onde a educação funcionou, existe uma base curricular por trás dele.

O nosso país é imenso, temos uma diversidade imensa de culturas mas temos o dever de dar equidade para a educação. Todos os meninos e todas as meninas têm que ter o direito de aprender o básico e por isso a Base Nacional Curricular Comum é de suma importância.

Ontem, dia 15 de dezembro de 2017, ela foi aprovada e teremos o ano de 2018 para reestruturar os currículos para em 2019, efetivamente, acontecer nas escolas.

Longo caminho…

Mas o que é a base?

A Base é o mesmo que o Currículo?

Não, a BNCC diz onde chegar e o que se espera do nosso aluno ao terminar o ensino fundamental. A parte que foi aprovada agora vai até o 9º ano.

O Currículo é como isso será feito. Claro que a Base não dará conta de tudo e por isso temos que cuidar para cada município ter um currículo bem feito.

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A Base só serve para o ensino público?

Não, a base tem força de lei e serve para qualquer rede pública e particular.

Neste ponto é interessante pensarmos que nossos alunos da rede pública terão que aprender o mesmo que o da rede particular.

Pais e responsáveis terão clareza do que o filho tem direito de aprender em cada ano de escolaridade.

Mas a Base vai engessar o Professor…

Nunca. A BNCC foi pensada para 60% do ano letivo, os outros 40% serão preenchidos por cada singularidade de cada lugar.

E lembre que é uma Base, é onde vamos chegar … o como caberá a cada currículo.

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E o Professor ? Não foi consultado?

Sim! A sociedade como um todo pode contribuir. Eu mesma ajudei a fazer a BNCC. Claro que ela não é a salvação da lavoura mas é um passo importante para termos um educação de qualidade para todos e todas.

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LINKS para Saber Mais:

Portal do MEC – BNCC

Guias para Implantação da BNCC

O que você precisa saber sobre a Base?

O que você achou sobre a informações dadas?

O que você procura no Dicas de Ciências?

Para 2018, queria entender a demanda dos meus leitores.

Para isso, responde bem rapidinho…

Para baixar…

Uma seleção de arquivos para baixar nesta reta final de provas.

Se você precisa de alguns resumos ou infográficos, veja a lista abaixo:

As Redes Sociais e a Educação.

Em um mundo complexo, com 7 bilhões de habitantes e com ( quase todos) acesso as redes sociais…

O que fazemos nas escolas?

Desconectamos os alunos do mundo. É um dos poucos momentos do dia, que nosso aluno está desconectado. Mas você pode estar pensando: mais uma ideia de maluco.

Vamos pensar juntos?

Não precisamos ser disruptivos, mas podemos ser incrementais.

As redes sociais estão no dia-a-dia de nossos alunos. Devagar, podemos pensar em usar isso ao nosso favor e fazer com que eles aprendam e interajam via os Faces da vida. Mais que isso: podemos trabalhar com o nosso aluno o jeito de lidar com essas mídias.

Quantos de nós não repassam notícias sem saber a veracidade dos fatos? Ou leem o cabeçalho de um post e já entram em uma do “não concordo’? Ou colocam coisas em sua timeline que podem depor contra o seu perfil profissional? Por que não trabalhar isso em sala?

Foco na solução e no interesse dos alunos.

E se houvesse uma maneira de integrar o uso das redes sociais ao sistema de ensino das escolas, de forma segura e funcional?

Esta proposta surge pelo fato de que as redes sociais modificaram a maneira como nos comunicamos e nos relacionamos. Aliadas aos smartphones, elas passaram a fazer parte do nosso dia a dia, podendo ser acessadas em qualquer lugar, a qualquer hora. Também por isso, podem ser uma importante ferramenta de comunicação, principalmente para instituições de ensino. A questão é que, se utilizadas de forma errada, as redes sociais podem criar grandes problemas para a Escola.

Segue a proposta com algumas Dicas:

Clique na imagem:


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Para baixar o PDF, Clique aqui: Redes Sociais e Educação

Currículo e Competências Socioemocionais

São Paulo deu o primeiro passo!

Que inveja!

Montou um currículo que inclui as Competências Socioemocionais nele. E mais… já pensou em formação de Professores. Porque vamos combinar… não somos formados para isso. Aprendemos teorias, correntes filosóficas, muito blá, blá, blá… Mas não somos preparados para lidar com tais competências.

Mas o que é isso?

Competências Socioemocionais…

Sentir, ter empatia, ser resiliente, curioso(a), focar em um objetivo, ser criativo(a), trabalhar em equipe… tudo isso se espera de um profissional. Do que adianta o cara saber muito de um processo altamente específico, de calcular como funciona uma peça e não saber compartilhar o seu conhecimento com outro? Ou um líder que sabe muito de seu cargo, das leis, mas não tem nenhuma simpatia pelo que o outro sente?

Isso tudo pode ser trabalhado na escola. Não como uma matéria específica mas como parte transversal de todas.

As competências socioemocionais são habilidades que você pode aprender; são habilidades que você pode praticar; e são habilidades que você pode ensinar

Veja algumas competências que estão relacionadas ao Socioemocional.

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O Big Five

Entre os psicólogos, tem crescido o reconhecimento de que é possível analisar a personalidade humana em cinco dimensões, conhecidas como Big Five:

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Trabalhar para que o aluno ganhe um pouco de cada uma dessas dimensões pode ser uma ajuda. Não que o menino de tímido vá virar um astro do rock. Mas ele pode aprender a trabalhar essa timidez. Podemos sim ajudar nossos alunos nisso.

Por exemplo: já tive alunos altamente resistentes ao novo. Eles tinham medo de errar, então não arriscavam. Com cuidado, fui mostrando que errar não era coisa tão feia assim. E meu primeiro passo era mostrar que eu errava e portanto… tudo bem. Depois, comecei a propor novidades e coloca-los como meus ajudantes no meu pensar.

Cada dia eles se mostravam mais abertos ao novo.

Também trabalhei a resiliência. Todos eles tinham uma enorme dificuldade de lidar com suas falhas e aquilo atrapalhava em projetos novos. Fui tirando esses meninos da zona de conforto: não deixava mais eles sentarem nos mesmos lugares em sala, ou trabalharem em um mesmo grupo… claro que lentamente.

Aproxime-se do seu (sua) aluno(a)…

Nada é mais prazeroso que sentar e escutar seu (sua) aluno(a). Mas se o currículo só vê o menino como um repositório de conteúdo… a gente fica meio preso. O cognitivo e o socioemocional têm que andar junto.

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Então, enquanto nosso currículo não nos facilita ( aliás os pensantes em educação nunca o fazem, com raríssimas exceções) explore as possibilidades.

Professores de Ciências têm uma carta na manga. Já experimentou conversar sobre as angústias e as delícias de ser adolescentes com seus alunos? Pare e ousa. O que eles sentem e querem não é muito diferente do que sentíamos e queríamos. O pano de fundo mudou, mas os atores sentem o mesmo.

Converse com eles e gaste esse tempo em ouvir.

A BNCC comum nos dá uma ajuda.

A versão atual da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) defende o desenvolvimento integral dos estudantes, não apenas a aprendizagem de conteúdos. Nessa perspectiva, as socioemocionais devem ser estimuladas enquanto se trabalha os saberes curriculares com a turma. Elas estão citadas nos itens que compõem as competências gerais e também nas específicas. Em Matemática, por exemplo, estão listados tópicos como: enfrentar situações-problema; investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente; agir individual ou cooperativamente com autonomiaresponsabilidade flexibilidade; interagir com seus pares de forma cooperativa; sentir-se seguro da própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções.

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Em Ciências Naturais o mesmo acontece:

Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico-tec- nológicas e socioambientais e a respeito da saúde individual e coletiva, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.

Os alunos nos dão a deixa…

Se você, Professor(a), ouvir bem será surpreendido(a). Em uma sala de aula há vários autores prontos para ajudar e criar um ambiente propicio para se ensinar. Dar aula não é a mais ( somente) um exercício de ouvir,  aceitar, repetir e passar para outro tópico.

É muito mais… por isso, ser Professor(a) não é para todos. Ouça o que o seu(sua) aluno(a) diz:

 

 

Conectando Saberes

Altas Expectativas:

Passei essa semana em Off aqui por um motivo muito especial, que vou compartilhar agora. Faço parte de uma Rede que se chama Conectando Saberes apoiada pela Fundação Lemann. A missão é simples e ambiciosa ( mas ao mesmo tempo, muito complexa de ser executada): proporcionar a todos e todas uma educação pública de qualidade e fazer a transformação social.

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Somos muitos em cada canto deste país, mas precisamos de mais pessoas. O mote é de 30 ( os professores que pensaram eram 30) para milhares. 

Nos dias 26, 27, 28 e 29 de outubro tivemos nosso encontro nacional. Pensamos e interagimos muito. Educação pública de qualidade envolve muita coisa, muitos atores. Então, traçamos metas, aprendemos em palestras e nos organizamos mais.

Políticas públicas, como influenciar? Trocas de experiências, como tornar mais efetivo? Engajamento, como fazer?

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Encontramos uma galera nova do Ensina Brasil. Professores que estão começando. Como ajudar e aprender com eles? Como incentivar ?

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Fiquei na cabeça com uma história que a Professora Cláudia Costin contou lá. Mais ou menos assim: de um navio que afunda e o comandante se preocupa com a tripulação , com o próprio navio e por último com os passageiros. Será que não estamos elegendo errado nossas  prioridades? Nossos alunos não são as nossas prioridades, por vezes.

E ai entra o Professor que possui altas expectativas por eles, que acredita que para mudar uma nação, temos que mudar a educação. Acreditemos nos nossos meninos e nos valorizemos. Parem de achar que somos coitados. Essa vitimização só interessa aos que querem desvalorizar a educação.

Tenha coragem e  se orgulhe de sua nobre Profissão, repito Profissão. Somos Professores.

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Vai o convite a quem se interessar. Sou do Núcleo do Rio de Janeiro, se quiserem, basta falar aqui mesmo. Vamos Conectar Saberes?

 

Uma amostra do que aconteceu:

Sequencia Didática- Grupos Vegetais

Um pedido feito para mim: ajudar em uma sequencia didática sobre esse assunto, Grupos Vegetais.

Confesso que não sou muito boa em fazer esse tipo de coisa, pois acho sempre que tem que ter uma certa flexibilidade em sala de aula. Mas acho que podemos fazer um arcabouço para ajudar neste assunto.

Alguns pontos importantes:

  • Adapte essa sequencia. Ela foi pensada para uma turma genérica, não a sua;
  • Use sempre o diagnóstico para entender em que ponto está a maioria da turma, mas não deixe um grupo para trás;
  • Use sempre a avaliação como diagnóstico de como foi a sua sequência, se precisar volte a trás.

Recursos:

Estou sugerindo dois vídeos curtos para a sequencia:

  • Vídeo 1:

  • Vídeo 2:

Tempo de cada etapa:

Isso vai depender de cada turma. Tem turmas com mais dificuldades e outras não. Deixo aqui a cargo de cada Professor.

Sequencia didática:

Ou clique aqui:

 

Homenagem ao Dia dos Professores

Esperei o dia todo para postar essa Homenagem.

Foi feita para todos nós pela Rede Conectando Saberes e o Conselho de Classe.

Parabéns para todos nós!

Dicas de Ciências para Professores

Esse é um projeto antigo. Criar um espaço com ideias e recursos só para Professores. Acho que estou chegando em um formato legal.

Veja aqui: Para Professores.

Já com um plano de aula simples para fazer.

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Ideias para o Mão na Massa

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Todo Professor sabe como é: temos que dar uma aula criativa, inovadora, bem planejada… mas.. falta tempo.

A maioria de nós trabalha em um monte de lugares e tem que dar conta de tudo, além da nossa vida privada. Então, sejamos prático. Onde podemos ter ideias?

Ideias prática, sem mi mi mi e blá blá desnecessários.  Um dos sites bem legais é do meu amigo Paulo Adriano Ferrari. O seu site é o Tecnologias para Aprendizagem Criativa e lá tem muita coisa bacana para implementar a Cultura Maker em sala de aula.

Na home do site podemos ler que:

              Este espaço foi pensado com o objetivo de divulgar a possibilidade de usarmos diferentes ferramentas e estratégias como espaços e ambientes de aprendizagem criativa focados na autoria do aluno, relacionando a experiência do entretenimento à possibilidade de desenvolvermos em nossas crianças e jovens competências e habilidades multidisciplinares

              Defendo aqui, um pluralismo epistemológico que abre mão do conteúdo pronto e acabado para se lançar na possibilidade do vazio, da experiência e do interesse de cada um. Falo, não de um vazio determinado e oco de sentido mas, sim, do vazio enquanto terreno fértil para o nascimento do novo, do não pensado, do gerador de novas idéias e novas perguntas. Acredito na ideia de aprender fazendo, unindo o conceito ao físico, a experiencia ao pensado. Defendo uma aprendizagem fundada no interesse daquele que aprende, onde o professor articula, mobiliza e estimula a exploração e a feitura de novas perguntas sobre o mundo .

             Aquele que desejar contribuir com sugestões, críticas e conhecimento, sinta-se em casa.

Fala ai…

Deixe o Dicas com a sua cara… sugira e se surpreenda.

Para deixar sua sugestão, preencha o formulário aqui. Seus dados não serão divulgados.

Clique na imagem abaixo para abrir o formulário de sugestões. Obrigada.

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Star Trek para Educação

Meu amigo Blogueiro José Antonio Klaes Roig, do Educa Tube Brasil, me deu umas dessas ideias desafiadoras e maravilhosas, típicas do Zé. 

Como seria uma Educação a lá Star Trek? Uma educação realmente inovadora, diferente, onde o centro seriam as habilidades e não mais o conteúdo em si. Como seria admitir que não podemos mais fingir que nosso aluno está em outro momento?

Vejam os Youtubers da vida. O que faz um Whinderson Nunes ter 23 mil inscritos?  Seus alunos, meus alunos, nossos alunos ouvem esse cara. Quando esse menino entra em uma campanha ( de doar fraldas geriátricas , por exemplo) , ela toma um vulto enorme.

O que está acontecendo? Não estou entrando no mérito do conteúdo, mas da forma. Nossos alunos ouvem e se miram nessa pessoa e a gente fica suando para conseguir 20 minutos de atenção deles.

Vamos lá? Minha hipótese é uma só: envolvimento. Se a gente, envolve e se conecta com eles … “tá dominado!”

Aluno não quer mais ser um repositório, quer se ver na aula e quer ser agente do seu fazer. O ideal, em uma educação Star Trek, era unir tudo em um só pacote: interação, cooperação, empatia, conhecimento… Como nesse vídeo!

 

Já imaginou, você e seus alunos entrarem em uma sala de realidade aumentada e olharem um Tiranossauro rex ? Ou entrarem em uma caravela das grandes navegações? Ou participarem de um encontro com Fernando Pessoa? Uau…

Muitos de vocês devem estar pensando: enlouqueceu! Mas vale a pena imaginar, né? Enquanto isso não acontece, que tal mudar aos poucos? Leve um pouco mais de diálogo para a sala de aula. Descubra os seus alunos Youtubers, você vai ver como eles têm a contribuir com sua aula. Pense em formas de cooperação entre eles… abuse da criatividade.

Star Trek está logo ali, na  sua frente, com os nossos alunos.

Organismos Geneticamente Modificados

Recebi essa pergunta muito legal:

Em relação a Organismos Geneticamente Modificados, é se existem seres que não sejam transgênicos (recebem material genético de outro organismo), porém ainda assim tiveram seu DNA ou RNA modificado. Procurei por exemplos na internet, porém não encontrei resultados satisfatórios, a senhora poderia me citar exemplos?

Fernando Meliani

Primeiro agradeço muito. Parece aquelas perguntas óbvias que você imagina encontrar a resposta em uma “googada”! Mas não, como é complicado.

Comecei, a pensar em como explicar legal para o Fernando e dar exemplos bem fáceis de entender. Então vamos nós:

Revendo dois conceitos.

Um organismo geneticamente modificado (OGM), segundo a Lei de Biossegurança (11.105/05), é um ser vivo que teve seu material genético (DNA/RNA) . Já o termo “transgênico”, que não é definido pela lei, é um organismo que contém um ou mais segmentos de DNA ou genes que foram manipulados entre ou intraespécie. O transgênico tem material genético de outra espécie e o OGM não. Embora, ambos sejam modificados geneticamente. 

Assim, o transgênico é um tipo de OGM, mas nem todo OGM é um transgênico.

Banana é um fruto?

Vamos fazer um caminho pouco ortodoxo.  Pela botânica, fruto tem semente que germina e dá uma nova plantinha. A Banana que comemos não é um fruto. Ela foi selecionada artificialmente, por gerações para que as sementes não se desenvolvessem e ficasse comestível.

Você deve estar se perguntando: “Beleza, mas qual é a relação disso com o OGM?”

Poliploidia

A poliploidia consiste na existência de mais de dois genomas no mesmo núcleo. As mutações cromossómicas numéricas provocam normalmente o aparecimento de organismos poliplóides. A poliploidia é de ocorrência comum nas plantas, tendo cumprido um papel relevante na origem e evolução de plantas silvestres e cultivadas.

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Isso significa que certas plantas comercializadas tem mais um conjunto de genomas no núcleo do que a original. É o caso da banana que tem seu genoma geneticamente modificado com a finalidade de não ter as sementes.

O cariótipo original da Banana é (2n) 22 ( n=11). Mas a banana que comemos tem 33 cromossomos (3n). Esse é um exemplo de OGM.

Outro exemplo é o Trigo. Hexaplóide ( 6n= 42)

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Mas Atenção:

Todas essas variedades foram selecionadas sem o homem entender direito o que estava acontecendo. Ele via um trigo maior, mais bonito e plantava novamente. Até surgirem plantações inteiras com a mesma variedade.

Depois, com o descobrimento da genética que se entendeu melhor a coisa. E daí veio outras plantas “engenheiradas“, como a Melancia sem caroço.

Todas modificadas geneticamente.

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Aula onLine – Estados Físicos da Água

Para você que é aluno(a) do 4º ao 6º ano do ensino fundamental e quer entender melhor ou tirar somente as duvidas, entre na turma online.

Para isso, clique na imagem abaixo:

Edmodo

 

Ou preencha o formulário abaixo para que eu possa lhe enviar um e-mail para entrar na turma:

Responda a nossa pesquisa

Sistema Solar – Anos Iniciais

Um pedido de uma Professora: Material sobre o Sistema Solar

É um tema muito complicado, embora as crianças amem essa aula são noções que precisam de tempo e maturidade para entender. Então, vamos com calma.

Estou colocando a disposição de vocês uma apresentação e um vídeo sobre o tema.

Clique aqui para ver a apresentação:

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E clique aqui para ver o vídeo:

Microsoft Innovative Educator Expert 2017-2018

A gente tem que reconhecer as boas iniciativas. Neste mundo de inovação em educação, poucos se reconhecem e poucas instituições privadas ou publicas dão esse reconhecimento.

Por meio do braço de Educação da Microsoft ( Education Microsoft ) recebi esse reconhecimento. Fui selecionada para um programa que visa dar oportunidades e visibilidade a Professores Inovadores na área de Tecnologia Educacional ( Microsoft Innovative Educator – Expert), olhando não só para a tecnologia  ( que não é por si mesma uma inovação) mas para o Profissional que usa essa tecnologia. O que achei bacana é que a Microsoft não está interessada totalmente na ferramenta mas no Professor que usa essa ferramenta.

Como é usada? Em quais condições? Para que fins?

Entre na comunidade e veja – Education Microsoft  . Lá tem cursos com certificação gratuita e podemos nos conectar a outros Professores em todo mundo. Sublinho o gratuito, porque nem todas são assim.

Estou feliz com o reconhecimento e pretendo compartilhar o que aprendi aqui.

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Aulas para alunos de 4o até 6o anos

Se você tem dúvidas nas sua aulas de Ciências e está no 4o, 5o ou 6o anos; use o espaço de revisão que criei para isso.

A primeira rodada é sobre: Pressão atmosférica.

Se você se interessou, clique no ícone abaixo e coloque o código: gtn96r .Edmodo

Se você tira alguma dificuldade, preencha o formulário abaixo com seus dados e eu lhe mandarei o convite.

Responda a nossa pesquisa

Vacinas e Soros

Infográfico para entender as diferenças:

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Para baixar, clique aqui: INFOGRÁFICO

Qual é a Diferença entre…

Gimnospermas e Angiospermas?

Esse foi um pedido feito via um formulário de avaliação do Dicas e o pedido foi feito para  que o artigo seja feito por meio de vídeo. Então, vamos nós…

Lembre-se que é para ser uma revisão bem rápida.

Uma pasta recheada de Material

Material para Estudo ou para ser usado em Sala de Aula.

Use e abuse. Nesta pasta, coloquei todos os infográficos para imprimir e usar como suporte de estudo.

É só clicar aqui na imagem abaixo.

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Por favor, escolha o tema do próximo Infográfico:

Responda a nossa pesquisa

Por que Mendel escolheu as Ervilhas?

Essa é a pergunta que não quer calar…

Então, criei um Infográfico para resumir tudo. Lembre-se que é uma revisão.

Vamos lá?

Mendel

Para baixar, clique na imagem

 

Agora, preencha a pesquisa de satisfação para que eu possa entender melhor a demandas do Blog. Clique na imagem abaixo.

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Clique na imagem para iniciar a pesquisa:

Teste seus Conhecimentos – Ovíparo, Ovovivíparo e Vivíparo

Você sabe as diferenças entre esses grupos de animais?

Que tal fazermos um teste rápido?

Clique na figura abaixo e faça o teste:

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Reprodução Sexuada e Assexuada

Vamos fazer uma revisão rápida dos dois tipos de reprodução?

Clique no vídeo e reveja a matéria.

 

Para saber mais: Reprodução Sexuada e Assexuada.

Ensinando de modo pouco Ortodoxo

Eu sempre digo que quando eu estou cansada de uma aula, é que a aula está muito, muito, muito chata. Imagina, se o Professor que ama aquilo não gosta, o aluno está contando os milésimos de segundos para a aula acabar.

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Daí vira um suplício.

E se invertermos a lógica?  Se passássemos a ocupar parte do tempo de aula com perguntas inusitadas, como as que os meninos fazem?

Como a que me deparei uma fez de um menino muito engraçado e super inteligente.

“Do que é feita a meleca? ”

A aula partiu dali.

“Vamos pesquisar?” – propus .

O interessante foi o material que os alunos trouxeram para debatermos como esse: ( CLIQUE NA IMAGEM)

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Eu sei o que você, Professor(a), deve estar pensando: “usar Mundo Estranho em minhas aulas?”

Sim! Partindo de Revistas,que não são de artigos científicos propriamente, podemos chegar aos nossos objetivos em sala. Nem que seja envolver a turma.

Outro canal no YouTube muito legal é da “Ciência Explica”( UFSCar). Vídeos curtos, divertidos e em uma linguagem bem apropriada.

Veja alguns deles:

Dicas no Youtube

Criei um canal no Youtube para juntar todos os vídeos criados para esse Blog.

Inscreva-se lá! Clique na imagem abaixo e entre no Youtube.

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Revisão – Transformações Química e Física

Para os alunos do 9o ano do ensino fundamental, uma revisão sobre um assunto que muitas das vezes fazemos confusão. Mas é muito fácil.

Vamos rever as diferenças entre transformação química e física?

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Vamos fazer uma revisão?

Veja o filme abaixo e esclareça as suas dúvidas.

As células são Diferentes: animal e vegetal

Todos os seres vivos são formados de células ( exceto os vírus, mas vamos falar deles depois).

Mas o que torna uma célula animal ser diferente da vegetal?

Plantas são diferentes!

As plantas diferem de nós (animais) em vários aspectos. Elas, geralmente, não andam. Se você ver uma árvore andando, corre porque é um ET.

Elas realizam um processo diferente para se alimentar chamado fotossíntese. De fato, elas não se alimentam, elas produzem seu próprio alimento usando elementos simples como a água, sais minerais e o dióxido de carbono ( gás carbônico) para , na presença da luz solar, produzir açúcar, a glicose( seu alimento).

Então, os vegetais têm que ter um “equipamento” diferente para fazer isso tudo.

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Diferenças da célula Animal e Vegetal.

A primeira característica que podemos usar para diferenciar uma célula animal de uma vegetal é a presença de parede celular. Nas células animais, esse envoltório não está presente, sendo, portanto, uma característica exclusiva da célula vegetal. A função dessa estrutura é dar maior resistência à célula e protegê-la da ação de organismos que podem causar danos e doenças.

Outra diferença é que a Célula Vegetal possui pastos e vacúolos.

Os plastos são característicos de células vegetais e das algas; podem ser de vários tipos e realizam muitas funções. Os amiloplastos, por exemplo, são importantes, pois armazenam amido como substância de reserva. Os plastos mais importantes, contudo, são os cloroplastos, os orgânulos que realizam fotossíntese. Têm um pigmento verde, a clorofila, substância-chave na captação de luz solar. A maioria das plantas é verde em razão da presença desse pigmento. As células vegetais também se distinguem das animais pela presença de estruturas com forma de bolsas, os vacúolos, que podem apresentar grande volume.

Os vacúolos armazenam substâncias (água, moléculas orgânicas, substâncias residuais). A célula vegetal adulta tem a presença de um único vacúolo central e o núcleo deslocado para a periferia.

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Experimentos simples para Crianças Pequenas

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Nunca subestime o poder de encantamento da Ciência. E não ache que crianças pequenas não aprendem Ciências.

Acho que quanto menor a criança mais fácil fica aprender Ciências. Coloque-os para se encantar, para descobrir, observar e ( por que não?) montar uma teoria.

Mesmo que essa teoria não esteja de todo correta, mas se ela se aproxima ( lembra da Zona Proximal de Vygotsky) da correta, vale.

Darei duas ideias em vídeo:

  1. Com um pouco de vinagre, corante alimentício ( para dar um certo charme), bicarbonato de sódio ou fermento químico, balão de aniversário e garrafas Pet; você vai encantar.

 

Veja o que podemos perguntar para a criança, dependendo da idade:

  • Como o balão encheu?
  • Encheu de quê?
  • Você viu as bolinhas no líquido?

Tudo bem se ela falar que é ar ou se ela não entender que as bolinhas sugiram da reação química entre o bicarbonato e o vinagre. Vamos devagar.

2. Essa é um pouquinho mais elaborada: tem que ter três colheres de mesmo tamanho – uma de plástico, outra de metal e outra de madeira – um pote, manteiga ou margarina e água quente ( cuidado).

Deixe a criança apostar: Qual manteiga vai derreter primeiro?

Deixe ela observar, e, ver que o metal conduz calor mais rápido e a manteiga derrete mais depressa. Claro que você não precisa dar essa explicação. Basta que ela observe, observar é um aprendizado.

Em ambas as experiências use a sua criatividade e coloque os pequenos para registrar. Pode ser:

  • Um desenho;
  • O Blocão que você escreve e eles contam o que aconteceu;
  • Um filme, onde eles relatam a experiência.

Que tal? Mão na massa?

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Novos Temas para o Dicas

Aqui você poderá sugerir novas ideias para os posts do Dicas de Ciências.

Basta você preencher o formulário abaixo. Clique na figura para abrir o formulário.

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Obrigada pela sua participação!

 

Neurociência do Aprendizado

 

Aprender é um ato natural para o cérebro. Um bebê aprende por imitação. A mãe fala e ele repete, o pai faz ele repete. Uma criança aprende por imitação e se tiver o estimulo necessário.

A recompensa é uma arma que o cérebro usa para se “alimentar” de mais aprendizado. Aprender requer recompensa. O jogo faz isso: toda fez que você sobe de nível, seu cérebro ativa o sistema de recompensa, é bom e ele “quer” fazer melhor.

Se a gente, Professor, entender isso, trabalharemos com mais facilidade.

Veja o vídeo abaixo e entenda como acontece o aprendizado no cérebro:

E veja como isso se dá de maneira natural. Basta usar os ingredientes certos. Um pai fazendo bolo com os filhos ensina muito mais que fazer o bolo. E como o cérebro “gosta desse aprendizado”, os meninos sempre irão desejar mais. Aprender é natural.

Um artigo na PORVIR

“A minha aula rompeu as paredes da escola”

Professora de ciências e biologia utilizou plataformas digitais para passar conteúdos para alunos estudarem em casa

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Por Andréa Barreto

Sou professora de ciências e biologia das redes pública e particular da cidade do Rio de Janeiro desde 1993, mas vejo que nossos alunos estão cada vez mais apáticos em sala de aula. O desinteresse é imenso e o aprendizado fica pobre.

Ano passado (2013), percebi que meus alunos não estavam nada interessados em sala de aula, mas quando se falava em fazer alguma atividade na internet, tudo mudava. Pensando nisso, resolvi lançar mão das aulas invertidas.

Diário de Inovações_capacrédito: The Last Word / Fotolia.com

Eu já usava um recurso educativo que era um blog, chamado Dicas de Ciências, onde meus alunos reviam a matéria, baixavam mais exercícios e tiravam dúvidas. Porém, vi que os meninos necessitavam de outros recursos.

Então, criei cursos no Moodle, uma plataforma de aprendizagem a distância que é baseada em software livre. Nessa plataforma, eu fazia aulas que serviam de tarefa de casa. Cada aluno acessava (vale dizer que cada um tinha um perfil como nas redes sociais) e fazia a atividade. Essa tarefa consistia em vídeos, textos e exercícios. O conteúdo não havia sido dado em sala de aula. Era o primeiro contato deles com aquele tópico e eu acompanhava o desempenho de cada um on-line.

 

Diário de InovaçõesArquivo pessoal 

Depois, em sala de aula, o que fazia era tirar as dúvidas. Eu já tinha uma amostra prévia do perfil dos alunos, e, portanto, sabia das dúvidas e dificuldades de cada um. Como um cirurgião, trabalhava na escola essas dificuldades. Em sala de aula, procurava sistematizar e aprofundar cada tópico trabalhado.

É claro que o interesse aumentou e os alunos se sentiram co-responsáveis pelo seu aprendizado. Eles mesmos propunham outras atividades dentro ou fora da sala de aula. A minha aula rompeu as paredes da escola. O desempenho aumentou, as aulas ficaram mais vivas e os meninos passaram a amar ciências e biologia.


Artigo publicado na revista PORVIR

Redes Sociais e Educação

 

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Talvez, seja um caso para se pensar. Sem sensacionalismo, sem modismo, sem todos os “ismos” que estamos acostumados: será que a Internet e as Redes Sociais já não são uma realidade que bate a nossa porta ? Que arromba as portas ? Que já não fazem parte de nossa realidade como Professores , Alunos, Cidadãos do mundo ?

Fiquei indignada, a palavra é essa, absurdamente indignada com a história da Menina que em uma Escola conhecida no Rio de Janeiro criou uma Página em uma Rede Social para debater sobre os seus trabalhos para nota. Essa mesma aluna foi suspensa ( pasme suspensa) por ter feito isso .

O que acontece ? Sinais do tempo?

A Escola ( não só essa da reportagem), via de regra, não está acostumada a mudanças. Embora, conviva com meninos e meninas que estão em mudança e embora tenha um discurso ( lindo !) de formar cidadãos do mundo; no momento em que encara esse tipo de coisa , cria trincheiras. Que mal tem? Na minha época, se discutia trabalhos na casa dos amigos, pelo telefone ou na própria escola. Mas agora, se usa a internet. O meios mudaram, mas a ideia é a mesma.

Se o intuito da Escola é de ensinar/ formar e esses alunos estão fazendo isso via Internet, maravilha! Mas se o objetivo é massacrar, isso não é escola. Ai vamos a outro fato: os pais muitas vezes acham que escola forte ( como um xarope) é aquela que faz com que o menino se desespere e use qualquer subterfúgio para ” passar de ano!” Não aprender, passar de ano! Vale qualquer coisa! Ai as escolas ( fortes como xaropes) têm que cumprir o seu papel: passando deveres impossíveis, fazendo provas com pegadinhas, ensinando mal e indicando Professores Particulares para suprir as dificuldades criadas por elas mesmas. Conheço uma dúzia delas aqui no Rio!

Então, baixa o desespero no aluno: tenho que fazer o trabalho para nota para me safar. Vamos recorrer a tudo. Essa menina, desta escola, recorreu ao Facebook . Isso é uma coisa a se louvar. A menina não se escondeu, armou um debate em uma rede social aberta. Podia ter feito um fórum fechado, onde só os amigos teriam acesso ( ai valia ?) ou podia ter arrumado as respostas com um Profissional menos ético ( valia também?). Mas não, recorreu aos instrumentos de sua geração.

E a escola ? Se desesperou também. Não podia perder sua fama de mal , ops… digo de forte. Se uma garotada discute, via Rede Social, seu trabalho para nota… o que será de fama de forte ? Suspende a menina, cria-se terrorismo e alguém bate palmas.

Vamos lá ! Repensemos: O que é uma escola forte ? O que temos que preparar nesta geração que usa esses recursos como quem bebe água ? O que é preparar um ” Cidadão Crítico” ? Como preparar esse Cidadão ? Usando a força? Ou usando esses recursos a favor de uma Educação mais aberta e abrangente ?

Respondam os entendidos. Eu volto a dizer: Estou Indignada !

Sobre o Nome Científico

Vamos esclarecer alguns pontos sobre o nome científico?

Veja o vídeo abaixo:

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