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As células são Diferentes: animal e vegetal

Todos os seres vivos são formados de células ( exceto os vírus, mas vamos falar deles depois).

Mas o que torna uma célula animal ser diferente da vegetal?

Plantas são diferentes!

As plantas diferem de nós (animais) em vários aspectos. Elas, geralmente, não andam. Se você ver uma árvore andando, corre porque é um ET.

Elas realizam um processo diferente para se alimentar chamado fotossíntese. De fato, elas não se alimentam, elas produzem seu próprio alimento usando elementos simples como a água, sais minerais e o dióxido de carbono ( gás carbônico) para , na presença da luz solar, produzir açúcar, a glicose( seu alimento).

Então, os vegetais têm que ter um “equipamento” diferente para fazer isso tudo.

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Diferenças da célula Animal e Vegetal.

A primeira característica que podemos usar para diferenciar uma célula animal de uma vegetal é a presença de parede celular. Nas células animais, esse envoltório não está presente, sendo, portanto, uma característica exclusiva da célula vegetal. A função dessa estrutura é dar maior resistência à célula e protegê-la da ação de organismos que podem causar danos e doenças.

Outra diferença é que a Célula Vegetal possui pastos e vacúolos.

Os plastos são característicos de células vegetais e das algas; podem ser de vários tipos e realizam muitas funções. Os amiloplastos, por exemplo, são importantes, pois armazenam amido como substância de reserva. Os plastos mais importantes, contudo, são os cloroplastos, os orgânulos que realizam fotossíntese. Têm um pigmento verde, a clorofila, substância-chave na captação de luz solar. A maioria das plantas é verde em razão da presença desse pigmento. As células vegetais também se distinguem das animais pela presença de estruturas com forma de bolsas, os vacúolos, que podem apresentar grande volume.

Os vacúolos armazenam substâncias (água, moléculas orgânicas, substâncias residuais). A célula vegetal adulta tem a presença de um único vacúolo central e o núcleo deslocado para a periferia.

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Célula: unidade da vida

Venho revisitando meu Blog e vejo que tenho posts que precisam ser refeitos. Estão muito antigos e achei melhor reescrever. Nesta onda, escolhi o primeiro tema.

Célula!

O que torna o ser vivo diferente da matéria bruta? Andar? Respirar? Comer? Se reproduzir?

Vejamos. Uma árvore está viva? Sim. Mas ela não anda e está viva. Está viva porque se alimenta? Pode ser.

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Um cão? Ah, esse anda e está vivo. Respira, come , se alimenta… Fácil.

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Mas e uma bactéria? Está viva?

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Todos esses seres vivos repetem mais ou menos um ciclo que chamamos ciclo vital.

Ciclo Vital!

Todos os seres vivos:

  • Nascem
  • Crescem
  • Se reproduzem
  • Envelhecem
  • Morrem

Vamos combinar que uma pedra não faz isso.

Então, para estar vivo temos que observar se o nosso objeto de estudo faz isso.

Olhe para a sua mão esquerda e guarde o Ciclo Vital nela.

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Unidade básica da Vida!

Todos os seres vivos ( exceto os vírus, depois a gente fala deles) possuem uma parte bem pequenina que faz esse ciclo vital. Essa parte se chama célula e todas elas de certa maneira nascem, crescem, se reproduzem, envelhecem e morrem.

Dizemos que a célula é:

a menor unidade estrutural e funcional básica do ser vivo, sendo considerada a menor porção de uma matéria viva.

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Agora, vamos ao desafio?

Responda nos comentários e claro, justifique: As bactérias estão vivas?

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cie

Experimentos simples para Crianças Pequenas

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Nunca subestime o poder de encantamento da Ciência. E não ache que crianças pequenas não aprendem Ciências.

Acho que quanto menor a criança mais fácil fica aprender Ciências. Coloque-os para se encantar, para descobrir, observar e ( por que não?) montar uma teoria.

Mesmo que essa teoria não esteja de todo correta, mas se ela se aproxima ( lembra da Zona Proximal de Vygotsky) da correta, vale.

Darei duas ideias em vídeo:

  1. Com um pouco de vinagre, corante alimentício ( para dar um certo charme), bicarbonato de sódio ou fermento químico, balão de aniversário e garrafas Pet; você vai encantar.

 

Veja o que podemos perguntar para a criança, dependendo da idade:

  • Como o balão encheu?
  • Encheu de quê?
  • Você viu as bolinhas no líquido?

Tudo bem se ela falar que é ar ou se ela não entender que as bolinhas sugiram da reação química entre o bicarbonato e o vinagre. Vamos devagar.

2. Essa é um pouquinho mais elaborada: tem que ter três colheres de mesmo tamanho – uma de plástico, outra de metal e outra de madeira – um pote, manteiga ou margarina e água quente ( cuidado).

Deixe a criança apostar: Qual manteiga vai derreter primeiro?

Deixe ela observar, e, ver que o metal conduz calor mais rápido e a manteiga derrete mais depressa. Claro que você não precisa dar essa explicação. Basta que ela observe, observar é um aprendizado.

Em ambas as experiências use a sua criatividade e coloque os pequenos para registrar. Pode ser:

  • Um desenho;
  • O Blocão que você escreve e eles contam o que aconteceu;
  • Um filme, onde eles relatam a experiência.

Que tal? Mão na massa?

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ideia

Novos Temas para o Dicas

Aqui você poderá sugerir novas ideias para os posts do Dicas de Ciências.

Basta você preencher o formulário abaixo. Clique na figura para abrir o formulário.

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Obrigada pela sua participação!

 

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Kahoot! Um jeito gostoso de estudar.

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Desculpem-me o sumiço. Andei muito atarefada e me descuidei do Dicas.

Mas voltei.

E trago uma novidade para Professores que uma amiga minha, super alfabetizadora, Larissa Manhães me ensinou: o Kahoot!

É um site onde você monta um jogo de perguntas e respostas, os alunos em um tablete ou celular ou mesmo no computador, têm somente as opções para clicar.

A corrida é contra o tempo e pode-se fazer uma competição sadia de conhecimentos. Quem sabe não “rola” uma premiação?  Chocolates?

Para o Professor, é um jeito legal de avaliar e fazer uma revisão.

Veja o exemplo que fiz: Animais Vertebrados e Invertebrados.

Use com sua turma e faça os comentários. “Bora?”

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Neurociência do Aprendizado

 

Aprender é um ato natural para o cérebro. Um bebê aprende por imitação. A mãe fala e ele repete, o pai faz ele repete. Uma criança aprende por imitação e se tiver o estimulo necessário.

A recompensa é uma arma que o cérebro usa para se “alimentar” de mais aprendizado. Aprender requer recompensa. O jogo faz isso: toda fez que você sobe de nível, seu cérebro ativa o sistema de recompensa, é bom e ele “quer” fazer melhor.

Se a gente, Professor, entender isso, trabalharemos com mais facilidade.

Veja o vídeo abaixo e entenda como acontece o aprendizado no cérebro:

E veja como isso se dá de maneira natural. Basta usar os ingredientes certos. Um pai fazendo bolo com os filhos ensina muito mais que fazer o bolo. E como o cérebro “gosta desse aprendizado”, os meninos sempre irão desejar mais. Aprender é natural.

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Germinação das Sementes

Um dos experimentos que mais fazemos em sala de aula é o clássico  plantar sementes de feijão no algodão.

Muitos Professores, nas formações, me perguntam se ainda está em uso fazer isso. Tenho muitas respostas , mas a resposta comum para essa pergunta é outra pergunta: Por que não estaria mais em uso?

Esse tipo de observação poderá levar a muitos tipos de aulas com diferentes objetivos.

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Observar …

A única coisa que não dá para fazer, neste tipo de experimento, é plantar e deixar a criança levar para casa. Deixe a semente em sala, promova momentos de observação e registre. Ajude os alunos a observarem e registrarem. Faça perguntas e incentive o levantamento de impressões, hipóteses , chutes…

O errado é o certo. Não deixe de registrar tudo.

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Perguntas…

Faça as perguntas e arrume a experiência para que obtenha as respostas. Por exemplo: o que é necessário para a semente germinar?

Monte uma experiência controlada e deixe as hipóteses aparecerem.  Deixe, também, as perguntas “rolarem!” Isso sim é Ciências.

Dúvidas…

Muitos alunos, principalmente os menores, não sabem de onde surge a plantinha da semente. Uns acham que a água faz uma mágica ou que a semente se transforma em uma planta.

Uma das coisas que faço é mostrar o embrião dentro do feijão. Com um pouco de paciência e colocando o feijão de molho na água por algumas horas, você abre a semente ao meio e mostra a plântula.

Não precisa dar os nomes todos… Mas mostre.

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Um vídeo vale muito.

O vídeo que mostra a germinação de maneira rápida, também ajuda muito. Mas nada substitui o experimento.

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Aula sobre Adaptações dos Seres Vivos

No Formulário de Sugestões de Aulas, recebi várias mensagens com o mesmo tipo de pedido: Sugestão para aula sobre Adaptações de Seres Vivos.

Essa aula dá um pouquinho de trabalho. Primeiro, porque a gente tem que estar firme em certos conceitos ou viramos lamarckistas, ou seja: podemos passar a ideia de que o organismo se adapta ao meio ambiente.

Lembrando: Segundo a seleção natural, o meio ambiente seleciona os seres vivos mais bem adaptados.

Segundo, porque é um conceito bem complicado mesmo, não dá para sair de uma aula sabendo tudo. Não espere isso de seu aluno para não se desesperar.

Habilidades:

Vamos pensar em um aluno do 7o ano. Uma habilidade que podemos trabalhar nessas aulas é:

Associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida ou com seus limites de distribuição em diferentes ambientes, em especial em ambientes brasileiros.

Essa habilidade também pode ser usada no Ensino Médio. Veja que é bem complexa. Mas acho que se o aluno de 7o ano acabar seu curso de Ciências com essa habilidade, muito do trabalho do Professor do Ensino Médio será facilitado.

Mas se a gente quiser trabalhar outra habilidade , além da primeira , no Ensino Médio:

Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos.

Atenção:

Comece com uma conversa e explique claramente que o que estamos fazendo é Ciências. A religião é de cada um e temos que respeitar.

Coloque um tom de respeito, para não dar a impressão que você está desfazendo a religião de um ou de outro. Isso é muito importante.

Outra coisa, acho interessante correlacionar os conceitos de adaptação e seleção natural com o dia-a-dia do aluno. Explique a razão de não podermos tomar antibiótico a torto e a direito quando você falar de Seleção Natural, por exemplo.

Início..

Eu começo com uma aula expositiva mesmo. Faço um histórico de Lamarck e Darwin, pontuo a diferença entre as duas teorias, uso a Girafa como exemplo a toda hora…

Depois, uso alguns jogos. Veja abaixo:

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Esse jogo mostra como age a seleção natural.

bico a bico

Um jogo tipo Cara a Cara para mostrar a variedade de bicos e o tipo de alimentação.

Atenção: não pare no jogo. Abra o debate. Converse. Lembre-se de sistematizar.

Faça os alunos lembrarem das adaptações e da Seleção Natural. Use o jogo para tirar dúvidas e promover uma troca entre os alunos.

Slides para ajudar:

Texto e Guia de Estudo

Recurso para Sistematizar

Um resumo sobre Evolução para o Ensino Médio.

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Finalmente!

Use vários recursos.

Não deixe de avaliar cada passo.

Não ache que você está perdendo tempo nessa aula, ela é muito importante.

Por outro lado, não imagine esgotar tudo em uma aula ou em um ano de escolaridade. Não é possível.

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Transformações Físicas e Químicas

Uma forma de sistematizar o que já foi visto em transformações físicas e químicas. 

Aqui estão links para um Mapa Conceitual e Exercícios On-Line sobre o assunto. Lembro que é para Ensino Fundamental.

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Clique na Imagem para Abrir o Mapa Conceitual

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Clique na Imagem para Abrir os Exercícios

Faça os exercícios e escreva as suas dúvidas aqui. Lembre-se que não faço lista de exercícios para você.

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Novo Portifólio

Uma maneira nova de divulgar o Blog, com espaço para mandar e-mail e mandar as dúvidas.

Espero que gostem.

Para visitar, clique aqui:

Portifólio Dicas de Ciênciasblog2

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Um artigo na PORVIR

“A minha aula rompeu as paredes da escola”

Professora de ciências e biologia utilizou plataformas digitais para passar conteúdos para alunos estudarem em casa

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Por Andréa Barreto

Sou professora de ciências e biologia das redes pública e particular da cidade do Rio de Janeiro desde 1993, mas vejo que nossos alunos estão cada vez mais apáticos em sala de aula. O desinteresse é imenso e o aprendizado fica pobre.

Ano passado (2013), percebi que meus alunos não estavam nada interessados em sala de aula, mas quando se falava em fazer alguma atividade na internet, tudo mudava. Pensando nisso, resolvi lançar mão das aulas invertidas.

Diário de Inovações_capacrédito: The Last Word / Fotolia.com

Eu já usava um recurso educativo que era um blog, chamado Dicas de Ciências, onde meus alunos reviam a matéria, baixavam mais exercícios e tiravam dúvidas. Porém, vi que os meninos necessitavam de outros recursos.

Então, criei cursos no Moodle, uma plataforma de aprendizagem a distância que é baseada em software livre. Nessa plataforma, eu fazia aulas que serviam de tarefa de casa. Cada aluno acessava (vale dizer que cada um tinha um perfil como nas redes sociais) e fazia a atividade. Essa tarefa consistia em vídeos, textos e exercícios. O conteúdo não havia sido dado em sala de aula. Era o primeiro contato deles com aquele tópico e eu acompanhava o desempenho de cada um on-line.

 

Diário de InovaçõesArquivo pessoal 

Depois, em sala de aula, o que fazia era tirar as dúvidas. Eu já tinha uma amostra prévia do perfil dos alunos, e, portanto, sabia das dúvidas e dificuldades de cada um. Como um cirurgião, trabalhava na escola essas dificuldades. Em sala de aula, procurava sistematizar e aprofundar cada tópico trabalhado.

É claro que o interesse aumentou e os alunos se sentiram co-responsáveis pelo seu aprendizado. Eles mesmos propunham outras atividades dentro ou fora da sala de aula. A minha aula rompeu as paredes da escola. O desempenho aumentou, as aulas ficaram mais vivas e os meninos passaram a amar ciências e biologia.


Artigo publicado na revista PORVIR

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Dia de Darwin

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Hoje, dia 12 de fevereiro se comemora pelo mundo todo o dia de Darwin. Neste dia em 1809 nasceu nosso grande inspirador, o cara, Charles Darwin.

Esse dia foi criado para divulgar uma das maiores descobertas científicas de todos os tempos: a teoria da evolução através da seleção natural.

A compreensão de como todos os seres vivos da Terra se relacionam entre si e evoluíram a partir de “formas muitos simples de vida”, tendo um ancestral comum, teoria explanada pela primeira vez em 1859 no livro “A Origem das Espécies“, de Charles Darwin, teve profundas implicações e aplicações não só na Biologia, na Medicina, na Agricultura e em todas as ciências naturais, como também na filosofia, na sociologia e nas ciências humanas em geral.

Vamos divulgar!

“De um tão simples começo, inúmeras e maravilhosas formas evoluíram e ainda evoluem.

Essa é a última frase do livro a Origem das Espécies, de Charles Darwin. Com essa frase, Darwin indica que a diversidade biológica não surgiu da forma que a percebemos, hoje em dia. Os seres vivos atuais são muito mais com- plexos do que os primeiros organismos de nosso planeta.

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